Geografia da Amizade

Geografia da Amizade

Amizade...Amor:
Uma gota suave que tomba
No cálice da vida
Para diminuir seu amargor...
Amizade é um rasto de Deus
Nas praias dos homens;
Um lampejo do eterno
Riscando as trevas do tempo.
Sem o calor humano do amigo
A vida seria um deserto.
Amigo é alguém sempre perto,
Alguém presente,
Mesmo, quando longe, geograficamente.
Amigo é uma Segunda eucaristia,
Um Deus-conosco, bem gente,
Não em fragmentos de pão,
Mas no mistério de dois corações
Permutando sintonia
Num dueto de gratidão.
Na geografia
da amizade,
Do amor,
Até hoje não descobri
Se o amigo é luz, estrela,
Ou perfume de flor.
Sei apenas, com precisão,
Que ele torna mais rica e mais bela
A vida se faz canção!

"Roque Schneider"



Quem sou eu

Salvador, Bahia, Brazil
Especialista em Turismo e Hospitalidade, Geógrafa, soteropolitana, professora.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

domingo, 17 de junho de 2012

Rio+20: Conferência da ONU debate futuro do planeta



Começou no dia 13 de junho a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. A cúpula vai discutir um conjunto de metas para conciliar, nas próximas décadas, o crescimento econômico com a preservação do meio ambiente.
A conferência, que acontece até 22 de junho no Rio de Janeiro, reúne chefes de Estado, diplomatas, empresários e integrantes da sociedade civil (ONGs, universidades etc.). Ela é considerada o maior evento promovido pela ONU.
A Rio+20 – chamada assim em homenagem aos 20 anos de realização da Rio-92 (ou Eco-92) – apresentará, ao final dos debates, um documento que reafirmará os compromissos estabelecidos em protocolos como a Agenda 21.
Há décadas cientistas alertam para os efeitos da poluição e o esgotamento de recursos naturais, como a água doce. Num futuro próximo, mudanças drásticas no clima poderão levar à extinção de um terço de todas as espécies conhecidas no planeta.
A população mundial, que hoje é de 7 bilhões, atingirá a marca de 9 bilhões em 2050. Com isso, a produção de alimentos terá que aumentar em 70%. Hoje, quase um bilhão de pessoas passam fome todos os dias.
Mas como promover o desenvolvimento da economia (e, assim, reduzir os índices de exclusão social) sem agredir a natureza? Isso demanda novos modos de produção que substituam o modelo atual, baseado em petróleo. É a chamada economia verde, um dos principais temas em discussão na Rio+20.
Economia verde é aquela baseada na baixa emissão de gás carbônico e no uso mais inteligente dos recursos naturais. A proposta é conservar os avanços científicos e econômicos do capitalismo e, ao mesmo tempo, empregar estratégias que reduzam os impactos ambientais.
Na prática, isso consiste em mudança de hábitos: nas cidades, economizar energia e reciclar o lixo; nos campos, harmonizar interesses da agropecuária com a preservação de florestas; nas indústrias, investir em energias alternativas, como a solar e a eólica.
Para isso é preciso o comprometimento também dos governos. Como fazer, por exemplo, que um pecuarista deixe de desmatar uma floresta para alimentar seu rebanho? É necessário regulamentação e fiscalização do setor.

ONU “verde”

E em um nível global? Como fazer com que países mudem a conduta? Para resolver essa questão, a Rio+20 discutirá a estrutura institucional, que trata da organização entre países para que cumpram leis, acordos e protocolos da economia verde.
Uma das propostas mais polêmicas, nesse sentido, é a criação de uma Organização Mundial do Meio Ambiente, ou seja, uma ONU para assuntos ambientais.
Apesar de haver um consenso sobre a necessidade da conservação dos ecossistemas, não é uma tarefa tão simples convencer países ricos a refrearem suas economias. Ainda mais em um contexto de recessão pós-crise econômica de 2008.
De 200 parágrafos do acordo, dois terços estão em aberto. Além disso, a pauta é extensa para poucos dias de debates.
Um exemplo de desacordo é aquele que envolve os Estados Unidos e a China. Essas potências econômicas são também as sociedades mais consumidoras e poluidoras do planeta. Desse modo, a efetivação das políticas de desenvolvimento sustentável depende da participação de americanos e chineses.
Só que, em razão da competição entre ambas as nações, o acordo torna-se difícil: a China é resistente a qualquer medida que retarde seu crescimento, e os Estados Unidos, por sua vez, rechaça qualquer proposta que favoreça o adversário comercial.
O Brasil se destaca nas questões de desenvolvimento sustentável, pois possui energia limpa em abundância, a maior reserva de água potável do planeta e campos férteis. A redução das taxas de desmatamento da Amazônia e dos índices de pobreza são pontos favoráveis, mas medidas como o estímulo à indústria automotiva e a euforia com a exploração da camada pré-sal estão na contramão da agenda da Rio+20.

sábado, 16 de junho de 2012

PARABÉNS FILHOTE!!!!!!!


Classificados para a Fase Final, para a seleção dos representantes brasileiros no torneio internacional em Kish Island, Irã, dentre eles, meu filho, JONATHANS SCHAFFER TORRES.
A IJSO Brasil é a competição que seleciona os alunos para a delegação brasileira na Olimpíada Internacional Júnior de Ciências, uma das maiores e mais importantes olimpíadas acadêmicas do planeta.
A fase mundial é realizada anualmente em local itinerante desde 2004, com equipes formadas por seis estudantes de até 15 anos.
A 9.a edição da IJSO será sediada em dezembro de 2012 em Kish Island (Irã) e deve contar com a participação de cerca de 50 países.

VALEU FILHOTE!!!!!!!!

domingo, 10 de junho de 2012

Rio+20- Desenvolvimento Sustentável: Trem sustentável muda rotina de moradores no sertão do Ceará



O VLT do Cariri funciona há mais de dois anos transportando por uma antiga linha férrea cerca de 1.400 usuários por dia. Ele percorre nove estações ao longo de 13,6 quilômetros em 40 minutos e liga as cidades do Crato e de Juazeiro do Norte, principais centros urbanos da região do Cariri, sul do Ceará.
Menos emissões
“A emissão de gases é muito menor. O modelo utilizado no Cariri tira seis ônibus bem mais poluentes das ruas. É considerado um veículo bem seguro, confortável e mais rápido”, explica o engenheiro mecânico e diretor de operações da empresa responsável pelo VLT do Cariri, o Metrô de Fortaleza (Metrofor), Plínio Saboia.
Soluções mais sustentáveis para as cidades, inclusive dos seus sistemas de transporte, são um dos temas a serem debatidos na Rio+20, a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece este mês no Rio de Janeiro.
O trânsito entre os moradores das duas cidades seja para trabalhar, estudar ou comprar é histórico e, antes, o transporte público era feito por uma linha de ônibus intermunicipal e vans. Saboia considera o VLT uma evolução dos antigos bondes elétricos. "Em outros países, os bondes foram se aperfeiçoando até chegar ao modelo de VLT. No Brasil, deixou de ser utilizado, e cada pessoa passou a ser locomover no seu carro".
“Acho que o VLT ainda vai crescer muito pelo Brasil. É um transporte barato, polui menos que outros transportes, é mais rápido e confortável”, diz Geovane Araújo, um dos operadores do VLT. A implantação do metrô gerou, aproximadamente, 160 empregos diretos na região.
'Made in Ceará'
O pioneirismo cearense em "resgatar o bonde" chamou a atenção de outras cidades brasileiras, como Recife, Maceió, São Paulo, Rio de Janeiro e Macaé. As empresas e governos interessados no modelo viajam ao Ceará para conhecer a fábrica, o trem e as estruturas das estações. Os três veículos, com duas composições cada, foram montados pela empresa Bom Sinal, no município de Barbalha, a 28 quilômetros de Juazeiro do Norte.

 As peças de tração dos trens são importadas da Alemanha, mas a integração das partes e dos sistemas é toda feita no Ceará. “O VLT é 80% feito no Ceará, é uma tecnologia nacional”, afirma o diretor de operações do Metrofor.
A linha férrea usada para o transporte de cargas da linha Transnordestina foi remodelada para receber o novo veículo e a prioridade no trecho tornou-se a locomoção de passageiros.
Os engenheiros decidiram utilizar o modelo com motor movido a diesel, em vez do elétrico, pelo fato de os custos serem mais baixos. Segundo o governo do estado, o valor total da implantação foi de R$ 25 milhões.
Economia
Os benefícios da chegada do VLT, com uma passagem no valor de R$ 1, são logo sentidos no bolso e no tempo dos usuários. “Gastava mais de R$ 85 de gasolina e, hoje, não chego a gastar nem R$ 60 por mês indo trabalhar”, diz Allan Batista.
“É climatizado, mais seguro e não é lotado como os ônibus. Em dez minutos, chegamos à escola. A gente percebe também a mudança para os estudantes. O trem facilitou muito a vida deles, que sempre precisam fazer uma atividade extra e não dependem mais de ônibus e da insegurança”, relata a professora de língua estrangeira e empreendedorismo.
“Além de remodelar os trilhos, o entorno também passou por melhorias. Nesse percurso do trem, foram instalados escolas, supermercados e restaurantes”, diz a diretora do Metrô do Cariri, Dina Moreira. A Escola Estadual de Educação Profissional Raimundo Saraiva Coelho, onde os dois professores trabalham, foi inaugurada em agosto de 2011, ao lado da passagem do VLT.
Subutilizado
Mesmo com as mudanças nas rotinas de Allan, Fabiana, e de muitos estudantes, o metrô do Cariri ainda é subutilizado. A meta do Metrofor é que de 2.500 a 3.000 pessoas sejam beneficiadas diariamente com o trem. Por ter reaproveitado o caminho da linha férrea construída há mais de 50 anos, o VLT não passa pelas áreas centrais das cidades. Para chegar às estações, a maioria dos usuários precisa tomar um ônibus, pagando duas passagens.
O Metrofor informou que estuda um projeto de integração no metrô da região. "Quando os transportes estão interligados, há um aproveitamento bem melhor”, afirma o diretor Plínio Saboia. Segundo o governo estadual, não há previsão para a integração se concretizar.
Além da falta de integração, as viagens de metrô estão mais difíceis por causa da demora de uma viagem para outra. A espera média de um usuário, que deveria ser de 40 minutos, agora é de uma hora e vinte minutos, porque apenas um trem está em atividade. Dois veículos foram danificados em colisões com automóveis e estão parados para reformas. O Metrô do Cariri funciona com três veículos, dois em atividade e um sobressalente. Segundo a diretora Dina Moreira, a situação deve ser normalizada ainda em junho.

Rio+20- Trabalho Sustentável: 'Empregos verdes' incluem motorista de ônibus e atendente telefônico.

Motoristas de ônibus, operadores de centrais de teleatendimento, mecânicos de automóveis. Todas estas profissões são consideradas “empregos verdes” pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) -- mesmo que muitos dos profissionais que as exerçam nunca tenham se dado conta disso.
“Qualquer ocupação que possa ter um impacto positivo em termos de reduzir emissões de carbono e impactos ambientais pode ser considerada um emprego verde”, explica Paulo Sérgio Muçouçah, coordenador do Programa de Trabalho Decente e Empregos do escritório brasileiro da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Portanto, o motorista de ônibus dá sua contribuição ao fazer com que menos pessoas usem carros, enquanto o operador de telefonia presta atendimento a clientes que, de outra maneira, teriam de se deslocar para usar determinado serviço, gastando combustível. O mecânico de automóveis, por sua vez, colabora com o meio ambiente ao aumentar a vida útil dos carros, evitando que sejam trocados por novos.
Setores
Os dados mais recentes da OIT, referentes a 2010, indicam que atualmente há 2,9 milhões de trabalhadores ocupando “empregos verdes” no país, 6,6% do mercado formal. O setor de transportes coletivos e alternativos aos meios rodoviário e aéreo é responsável por 857 mil dessas vagas.
  Ao evitar deslocamentos de clientes, atendente telefônico contribui com sustentabilidade. (Foto: Reprodutção/TV Globo)
A geração e distribuição de energia renovável também é um setor relevante dentro do total de empregos verdes, respondendo por 580 mil vagas. Ele é especialmente grande no Brasil, graças ao setor produtor de etanol, mais desenvolvido aqui que em outros países.
Depois, por ordem de tamanho, vêm os setores de manutenção e recuperação de materiais, com 498 mil, telecomunicações e teleantendimento, com 485 mil, e saneamento e gestão de resíduos, com 335 mil.
Produção e manejo florestal, ramo que poderia ser considerado um símbolo do “emprego verde”, entra com 149 mil postos de trabalho. “Em qualquer atividade econômica você pode ter uma série de procedimentos para aumentar a eficiência energética”, explica Muçouçah.
“Até a arquitetura dos prédios, por exemplo, com adoção de ventilação natural, pode contribuir”, menciona, ao explicar que o setor de construção, ao lado da agricultura, são os que mais consomem recursos naturais e têm grande potencial para se tornarem mais verdes.
Verde com orgulho
“Você se sente importante de trabalhar numa empresa que desenvolve tecnologia que ajuda as pessoas a proteger o meio ambiente”, orgulha-se Helvecio Gomes, que supervisiona uma linha de montagem de reservatórios na Heliotek, indústria de aquecedores solares de água em Barueri, na Grande São Paulo.
Os trabalhadores muitas vezes não percebem que atuam num emprego sustentável. “Quando vim para esse trabalho, não sabia desse lado ambiental. Com o tempo fui me interessando mais, até pesquisando a respeito na internet”, explica Jânio Freitas, operador de empilhadeira e colega de Gomes.
Apenas o ramo de aquecimento solar de água, segundo a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), já emprega 30 mil pessoas no Brasil. “Saber que estou num trabalho verde dá mais ânimo, até de pensar nas futuras gerações”, diz Freitas.
A criação de mais empregos verdes e a transição da economia global para um modelo mais sustentável serão discutidos na Conferência da ONU sobre Desenvolvimento sustentável, Rio+20, que acontece este mês no Rio de Janeiro.
Relatório internacional publicado recentem pela Iniciativa Empregos Verdes, parceria entre OIT, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Organização Internacional de Empregadores (OIE) e a Confederação Sindical Internacional (CSI), aponta que essa transição para uma economia mais verde pode gerar entre 15 e 60 milhões de novos empregos nas próximas duas décadas, tirando dezenas de milhões de pessoas da pobreza.

Programação da Rio+20



O Rio de Janeiro se torna entre os dias 13 e 22 de junho a capital mundial da sustentabilidade ao abrigar a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que vai reunir ao menos cem chefes de Estado, além de milhares de diplomatas e membros da sociedade civil para discutir o que é uma “economia verde”.
Devido à grande movimentação de pessoas de diversas partes do mundo, ao menos 15 mil agentes de segurança estarão nas ruas para reforçar o policiamento na capital fluminense e modificações no trânsito serão realizadas para facilitar o acesso aos delegados da Organização das Nações Unidas que participarão dos encontros oficiais.
O Riocentro, que foi cedido oficialmente à ONU nesta terça-feira (5), vai abrigar negociadores e governantes durante as duas semanas da Rio+20. Outros locais do Rio de Janeiro também vão abrigar fóruns paralelos e eventos voltados para diversos setores.
Local
Data
Evento







Riocentro/ Barra da Tijuca (Perímetro das Nações Unidas)*
13 a 15/6
Abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável e última rodada de negociações sobre o documento final
16 a 19/6
Evento “Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável”, com a presença de ao menos 78 especialistas. Veja a programação
20 a 22/6
Segmento de Alto Nível da Rio+20. Ao menos cem chefes de Estado e representantes de governo estarão presentes
21/6
Cúpula feminina de chefes de Estado pelo futuro das mulheres - ONU Mulheres
13 a 22/6
Eventos paralelos realizados por Organizações não-governamentais. Veja a programação
Aterro do Flamengo
15 a 23/6
Cúpula dos Povos. Evento paralelo à Rio+20, organizado pela sociedade civil e instituições. Estão previstas passeatas pela cidade







Forte de Copacabana*
11 a 22/6
Humanidade 2012 - O espaço sediará diversos eventos paralelos à Conferência da ONU, como reuniões, seminários e oficinas.
11 e 12/6
TEDxRio+20 - Evento vai reunir nomes do Brasil e do exterior para curtas palestras sobre o desenvolvimento sustentável.
14 e 17/6
Rio Clima - Preparação informal para a Conferência da ONU sobre Mudança Climática, a COP 18, que acontece em novembro no Qatar
15 a 17/6
Fórum de Empreendedorismo Social na Nova Economia
19/6
C-40 – Cúpula dos prefeitos na Rio+20. Um dos principais nomes do evento é o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.
Quinta da Boa Vista
31/5 a 7/6
Green Nation Fest - Festival interativo e sensorial que une cinema, educação, esporte e moda para falar de sustentabilidade

Hotel Windsor Barra, Barra da Tijuca*
15 a 19/6
Fórum de Sustentabilidade Empresarial. Debates com executivos de todo o mundo sobre os temas da Rio+20
19/6
Rio+Social - Discussão social e tecnológica com nomes como Pete Cashmore (Mashable), Ted Turner (CNN) e Richard Branson (Virgin)
Parque dos Atletas
13 a 22/6
Exposições mostram como as cidades podem se desenvolver de forma sustentável até 2030 e como já melhoraram desde a Rio 92
PUC/RIO - Gávea*
11 a 15/6
Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável, com especialistas do IPCC
Museu de Arte Moderna (MAM)
16 a 22/6
Arena Socioambiental, com debates, shows e exposição interativa de Cândido Portinari
*Apenas para pessoas credenciadas

Rio + 20 – Oceanos: Navios deixam cair mais de 600 contêineres no mar a cada ano.


Quando o mar está muito agitado ou quando empresas declaram peso menor que o real para os contêineres que estão despachando, acidentes podem acontecer e essas grandes caixas de aço, usadas para transporte em navios em todo o mundo, podem se soltar e cair no mar.
De acordo com levantamento do World Shipping Council, grupo que congrega empresas de navegação que fazem mais de 90% do transporte de carga marítima internacional, em média 675 contêineres por ano acabam no fundo do oceano. Considerando que, em 2010, esse setor deslocou 100 milhões dessas unidades, o índice de perda parece pequeno.
Mas o fato é que, a cada ano, em centenas de pontos pelo mundo, o chão dos oceanos é “presenteado” com imensas caixas metálicas, às vezes com conteúdo poluente, e o efeito disso ainda é pouco conhecido.
“Os navios de contêineres normalmente não têm guindastes ou outros dispositivos que permitiriam recuperá-los do mar. Geralmente, eles descem até o fundo. Mas em casos em que as condições permitem, tentamos recuperar”, diz Anne Kappel, vice-presidente do WSC.
Os pesquisadores americanos Andrew DeVogelaere e Jim Barry coordenam um trabalho para entender melhor qual é o efeito dos contêineres sobre o ambiente marinho. Os cientistas enviaram um submarino robotizado até um deles, perdido a 1.281 metros de profundidade no Oceano Pacífico, a oeste da costa da Califórnia.
A pesquisa ainda não foi encerrada, mas eles já verificaram que o aparecimento do bloco metálico alterou a ecologia no local. Em volta do contêiner perdido, foram encontradas espécies diferentes das que normalmente habitam as imediações, já que ali há apenas um fundo arenoso. Os pesquisadores acreditam que, além dessa alteração, o contêiner ainda pode servir de “parada” para seres vivos que estão migrando para outros pontos, oferecendo um substrato sólido para se fixarem, o que, de outra forma, não aconteceria no chão de areia.
O levantamento ainda é preliminar, mas já está claro que esse tipo de acidente tem seus efeitos sobre a vida no mar.


Rio + 20 - Florestas - Empresa usa robô para explorar madeira submersa.



Tucuruí, Balbina, Itaipu. O Brasil tem represas imensas que têm dentro delas um tesouro oculto, praticamente esquecido: esses lagos encobriram milhares de quilômetros quadrados de floresta, e boa parte da madeira segue ali, mesmo após décadas submersa.
Mas como pôr as mãos nessa matéria-prima? Uma empresa canadense desenvolveu um robô controlado à distância que desce até o fundo do lago, amarra bolsas infláveis nas árvores e corta seus troncos, fazendo com que flutuem.
Ele pode descer a até 100 metros de profundidade e retira até 50 árvores a cada mergulho.
“Conseguiríamos retirar mais de 150 mil metros cúbicos de madeira por ano de cada um dos grandes lagos brasileiros”, calcula Alexandre Lima, diretor-presidente da Triton Logging no Brasil.
O volume, que de outra forma poderia ser retirado de alguma floresta fora d'água, equivale a, aproximadamente, 7.500 caminhões carregados.
De olho nas grandes represas do Brasil, a Triton Logging já tem um escritório no país, mas ainda não conseguiu nenhuma autorização de exploração.
No caso de lagos administrados por empresas públicas, teria de passar por licitação. Segundo Lima, um levantamento internacional estimou que existem 300 milhões de árvores submersas. A empresa explora a madeira da maior represa em superfície de água no mundo, o Lago Volta, em Gana.
Ilustração mostra como o robô, controlado a partir de uma balsa na superfície, prende um flutuador inflável no tronco da árvore e corte seu tronco, fazendo-a flutuar. (Foto: Divulgação)

Fora d'água
Mas para o consultor de sustentabilidade e ex-diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo, a madeira submersa, sendo um recurso limitado, não representa realmente uma alternativa para proteger as florestas. “Nesse sentido, seria mais uma curiosidade”, avalia.
A exploração das matas nativas segue sendo um problema ao redor do globo – e é um dos temas da Rio+20, a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece em junho no Rio de Janeiro.
Relatório da ONU sobre o estado das florestas no mundo aponta que, entre 2000 e 2010, o mundo perdeu 52 mil km² de cobertura florestal – e cerca de metade dessa área foi desmatada no Brasil.
Negociação
Para Azevedo, o documento formulado até agora pelos negociadores da Rio+20 está ainda pouco ambicioso no quesito florestas. “Acho acanhado no sentido de apontar um caminho. A gente deveria desejar algo muito mais forte.”
O rascunho em negociação menciona que até 2030 a perda de cobertura florestal do planeta deve ser reduzida pela metade, aponta Azevedo. Mas ele acredita que a meta poderia ser estancar totalmente a destruição.
A questão territorial, no entanto, acaba dificultando. ”É superimportante, mas tem alguns limitantes. É diferente de outros temas, como biodiversidade, clima, oceanos, que são universais. Não existe, por exemplo, uma água que pertença a um país. Não existe fronteira para biodiversidade. A mesma coisa acontece com o clima. Mas a floresta tem uma fronteira. Toda vez que falamos de floresta, entramos numa questão de soberania”, explica.
Por isso, a interferência da comunidade internacional acaba ficando restrita. A saída são incentivos internacionais à conservação. Falta também uma equivalência econômica aos serviços ambientais prestados pelas florestas, como a formação de chuvas. “O mercado global de produtos florestais é alguma coisa em torno de US$ 1 trilhão.


Rio + 20 - Projeto vai explorar biodiversidade para difundir novos alimentos.



Variedade de formiga branca é uma das
espécies que o Projeto Biodiversidade
para Alimentação e Nutrição vai estudar.
(Foto: Reprodução)

Brasil, Quênia, Sri Lanka, e Turquia terão espécies estudadas. Formigas brancas e 'prima' da goiaba fazem parte da iniciativa..
Crocantes formigas brancas fritas. Essa é uma das apostas de um projeto internacional de pesquisa de biodiversidade para ajudar a diminuir o problema da fome. Muito consumidos no oeste do Quênia, esses insetos são uma alternativa interessante como fonte de proteína.
A iniciativa foi lançada no fim de abril e, além do Brasil e do Quênia, é liderada por Sri Lanka e Turquia.
O objetivo é identificar pelo menos 150 espécies de plantas, animais e fungos nesses países, avaliar o valor nutricional de cada uma delas e então empreender ações para aumentar seu consumo.
O programa se baseia na ideia de que muitos alimentos tradicionais ou ainda não domesticados foram trocados por comidas mais massificadas, mas às quais parte da população tem dificuldade de acesso.
Ou seja, há muita gente passando fome porque não tem dinheiro para comprar alimentos, quando poderiam cultivar ou mesmo extrair da floresta variedades comestíveis que nem imaginam. E a iniciativa ainda pode ter um outro efeito: ao conhecerem as propriedades nutricionais de determinadas plantas ou animais, os habitantes de cada região podem melhor conservá-las. A pesquisa também prevê a domesticação de espécies selvagens.
Brasil
No caso do Brasil, uma das apostas é a feijoa ou goiabeira-serrana, uma planta que tem como habitat natural uma área que se estende de Santa Catarina para o sul, até o Paraguai e a Argentina.
Fruta similar à goiaba, é velha conhecida da gente do campo, mas demorou a ser domesticada pelos brasileiros. Cerca de 40 anos atrás, foi levada para a Flórida, nos Estados Unidos, e depois chegou à Nova Zelândia, onde é base de produtos como compotas, geleias e até um espumante.
Mais recentemente, a feijoa foi domesticada no Brasil e deve ser mais bem aproveitada.
No Brasil serão analisados apenas vegetais. As variedades incluem a copaíba, o pinhão de araucária, a bacaba, o camu-camu, a jabuticaba, o umbu, além de várias outras, menos conhecidas.
A feijoa é uma das espécies em pesquisa na parte brasileira do projeto. (Foto: HortResearch/Divulgação)

A ONU estima que desde o início do século passado, cerca de 75% da diversidade de cultivos desapareceu das lavouras pelo mundo.
O Brasil é o país mais rico em biodiversidade no mundo, mas a base da alimentação da população é de espécies exóticas. “Às vezes passamos um mês sem colocar uma espécie nativa na boca”.
O melhor aproveitamento da variedade de alimentos que a natureza pode oferecer é apenas uma das medidas que a humanidade pode tomar para reduzir o número de mais de 900 milhões de pessoas que passam fome atualmente no mundo. E esse é um dos temas que a Rio+20, a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável.
Nos anos 60, se tinha uma visão de aumento da produtividade pela modernização da agricultura. E hoje, 40 ou 50 anos depois, o número absoluto de pessoas que passam fome aumentou”.


Rio + 20 - . Acesso a recursos hídricos.





Existe no mundo alguma cidade que tenha 100% da água que usa reaproveitada? Existe. É Tel Aviv, em Israel. Toda vez que alguém toma banho ou puxa a descarga na maior área metropolitana daquele país, a água vai para um complexo de tratamento e é recuperada.
Para ser purificado, o esgoto é bombeado para dentro da terra e novamente retirado, passando por tratamentos físicos, químicos e biológicos na maior estação de tratamento do Oriente Médio, o Shafdan.
Depois, a água percorre cerca de 100 km por dutos até o deserto de Neguev, onde irriga variadas plantações.
O sistema começou a ser instalado  há mais de 30 anos e permitiu “transferir grandes áreas agrícolas do congestionado centro do país para a amplidão do Neguev”, orgulha-se a Mekorot, a companhia nacional de água de Israel.
O Shafdan é um exemplo de como um país que enfrenta escassez de água pode fazer melhor uso desse recurso.
E contempla uma outra questão importante: o grande volume consumido pela agricultura - a ONU estima que 70% da água usada pelo ser humano vai para irrigação.
Um dos problemas sobre os quais os diplomatas devem se debruçar é como ampliar o acesso aos recursos hídricos. Desde 1990, segundo as Naçoes Unidas, cerca de 1,7 bilhão de pessoas passaram a desfrutar de água potável, mas ainda há mais de 880 milhões no planeta que não têm esse privilégio.
As nações mais desenvolvidas são as que em média gastam mais água per capita, mas possuem recursos para tratá-la: “Os países ricos são perdulários. Mas eles podem, porque têm como sobreviver a esse modo de vida”.
Os países europeus, por exemplo, dependem de alimentos importados. Por isso, têm preocupação com a escassez de água em lugares como a África. “A Europa não tem capacidade de produzir todo seu alimento. Eles precisam do alimento do mundo. Se o mundo sucumbir [por falta de água], eles vão morrer de fome.”
Outra dificuldade apontada  é o desequilíbrio regional dos recursos hídricos (veja na tabela abaixo). A Ásia, por exemplo, que concentra mais de metade da população mundial, detém pouco mais de um terço da água doce. A América do Sul, por sua vez, é a que tem maior folga, com 6% da população mundial e 26% da água.



% da população mundial
% dos recursos hídricos do planeta
(Fonte: ONU)
América do Sul 
6% 
26% 
América do Norte 
8% 
15% 
Oceania 
<1%  
5% 
Europa 
13% 
8% 
Ásia 
60% 
36% 
África 
13% 
11% 





















Mortes
A ONU estima que, em média, 5 mil crianças morram por dia de doenças relacionadas à falta de água ou saneamento básico no mundo.
Ao lado de investimentos pesados, como os de Israel, que há mais de três décadas iniciou o projeto de reaproveitamento do esgoto de Tel Aviv, a tecnologia também pode criar alternativas para ampliar o acesso à água.
Um exemplo inusitado foi divulgado recentemente: é um gerador eólico capaz de “produzir” até 1.200 litros de água líquida por dia, da empresa francesa Eolewater. Trata-se de um catavento que gera energia, acionando um sistema de refrigeração.
Resfriando o ar, o aparelho condensa a umidade presente na atmosfera. Assim, é possível retirar água do ar em áreas remotas, sem acesso a energia elétrica.
Um protótipo dessa máquina funciona atualmente em Abu Dabi, nos Emirados Árabes, desde outubro, e consegue retirar até 800 litros de água do ar por dia, mesmo estando numa região desértica.

terça-feira, 29 de maio de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

GEOGRAFIA DO CEARÁ


ESTADO DO CEARÁ

DADOS GERAIS:

Capital:
 Fortaleza
Região: Nordeste
Sigla: CE
Gentílico: cearense
População: 8.448.055 (Censo 2010)
Área (em km²): 146.348
Densidade Demográfica (habitantes por km²): 57,72
Quantidade de municípios: 184
DADOS ECONÔMICOS E SOCIAIS
Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 65,7 bilhões (2009)
Renda Per Capita*: R$ 7.687 (2009)
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,723 (2006)
Obs.:( Em novembro de 2010, a ONU, utilizando os novos critérios de cálculo, divulgou uma lista de IDH dos países. No entanto, esse novo método ainda não foi utilizado para os estados brasileiros. Sendo assim, o ranking nacional segue o modelo e dados divulgados em 2006 pelo PNUD.)
Principais Atividades Econômicas: 
agricultura, pecuária, comércio, indústria, turismo e mineração.
Mortalidade Infantil (antes de completar 1 ano): 27,6 por mil (em 2009)
Analfabetismo: 18,8% (2010)
Espectativa de vida (anos): 69 (2003)

A cultura do Ceará  é diversificada e com muitas características marcantes. O governo estadual criou a Secretaria da Cultura do Ceará, a primeira do Brasil, em 1966. A instituição organiza e fomenta a cultura cearense e auxilia outras instituições particulares na manutenção das tradições da população do estado. Vinculado a ela estão: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Escola de Artes e Ofícios Thomaz Pompeu Sobrinho, Museu Sacro São José de Ribamar, Museu do Ceará, Museu da Imagem e do Som do Ceará e Theatro José de Alencar São algumas das principais instituições governamentais de fomento da cultura cearense.
Outras instituições culturais importantes são: Academia Cearense de Letras, Conservatório de Música Alberto Nepomuceno, Instituto do Ceará, Instituto Cultural do Cariri, Museu dos Inhamuns, Academia Sobralense de Estudos e Letras, EDISCA dentre outras.
Atuando em conjunto com o governo, outras instituições ou sozinho, várias pessoas, do estado ou de fora, fazem ou fizeram a cultura do Ceará notadamente: José de Alencar, Antônio Bandeira, Lino Villaventura, Chico da Silva, Raimundo Cela, Rachel de Queirós, Chico Anysio, Renato Aragão, Jean-Pierre Chabloz, Emília Barreto Correia Lima, Humberto Teixeira, Alberto Nepomuceno, Patativa do Assaré dentre outros.
PONTOS TURÍSTICOS E CULTURAIS
- Casa José de Alencar
- Museu da Imagem e do Som do Ceará
- Memorial da Cultura Cearense
- Pinacoteca Floriano Teixeira
- Museu das Secas
- Jericoacoara
- Floresta Nacional do Arararipe
- Juazeiro do Norte e Canindé (turismo religioso)
- Parque Nacional de Ubajara 
Geografia do Estado do Ceará 
Etnias: brancos (37%), negros (3%), pardos (60%)
Rios importantes: rio Ceará, rio Choró, rio Salgado e rio Jaguaribe
Principais cidades: Fortaleza, Juazeiro do Norte, Canindé, Crato, Sobral, Barbalha
Clima: tropical (região litorânea) e semi-árido (interior)
Características geográficas do Estado do Ceará, área, relevo, clima, recursos naturais, problemas ambientais

Localização Geográfica: Nordeste do Brasil
Coordenadas Geográficas: 05º 11' S 39º 17' W
Limites geográficos: Oceano Atlântico (norte); Pernambuco (sul); Rio Grande e Paraíba (leste); Piauí (oeste)- Seu litoral mede 573 km.
Área: 146.348 km²
Fronteiras com os seguintes estados: Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí.
Clima: tropical (região litorânea) e semi-árido (interior)
Relevo: planalto, planícies e várzeas (leste e oeste)
O relevo está dividido em planícies litorâneas; depressões sertanejas (cuja altitude é sempre inferior a 200m); os pés-de-serra, cuja altitude oscila entre 200 e 400m e os planaltos, serras e serrotes com altitude máxima de 1000m.
O relevo cearense oscila entre 0 e um pouco mais de 1000m de altitude, sendo que o Ponto mais alto: Pico da Serra Branca (1.154 metros), localizado na Serra do Olho d'água.
Vegetação: Na região litorânea prevalece a vegetação de restinga e salinas; caatinga em quase todo restante do território. A caatinga (em tupi significa mata branca) cobre aproximadamente 90% do território cearense. O restante é ocupado por cerrado, na parte alta das chapadas, carnaubais nas várzeas dos rios e florestas nos pés-de-serra e nos sopés das chapadas. A vegetação das dunas (coqueiros, por exemplo) e os mangues ocorrem somente na região litorânea e representam muito pouco do total.
O solo do Ceará é composto de rochas sedimentares (26%) e pelo cristalino, também chamado de embasamento, formado por rochas antigas que ocupam o restante do território.
Cidades mais populosas: Fortaleza (2,4 milhões de habitantes), Caucaia (330 mil habitantes) e Juazeiro do Norte (252 mil habitantes).
Principais recursos naturais: ferro, calcário, água mineral, granito, argilo e magnésio.
Principais rios: rio Ceará, rio Choró, rio Salgado e rio Jaguaribe
Os rios cearenses secam durante o período das secas, por isso são chamados de temporários. O principal rio daquele estado é o Jaguaribe. Este rio é responsável pela drenagem das regiões central, sul e leste do estado. A região norte é banhada por rios menores, dentre os quais podemos citar o Aracatiaçú, o Acaraú e o Coreaú. No Ceará há mais de 700 açudes e, graças a eles, é possível o desenvolvimento agrícola e a criação de animais nas regiões semi-áridas.
Principais problemas ambientais:  desmatamento, desertificação, poluição do ar na capital (Fortaleza)
O semi-árido é o clima que predomina no Ceará. A temperatura média anual é de 29°C em lugares como o Cratéus e, normalmente, não chove durante nove meses durante o ano. Há registros de períodos de secas que ultrapassaram um ano. Durante os meses de chuvas, que ocorrem entre os meses de fevereiro a maio, as temperaturas diminuem um pouco e atingem uma média de 25°C. As regiões mais elevadas e o litoral possuem maior umidade, portanto mais favorável à vegetação. A temperatura média do litoral varia de 23 a 28°C. Nas serras, a oscilação térmica ocorre entre 20 e 25°C.
É um estado que possui grandes potencialidades turísticas, atendendo aos mais diversos tipos de turismo, como o cultural, religioso, rural, de aventura e ecoturismo.
Além disso, destaca-se na economia cearense a pecuária (bovinos, suínos, caprinos, eqüinos, aves, asininos, carcinocultura e ovinos). Na Agricultura, destaca-se o cultivo de feijão, milho, arroz, algodão, castanha de caju, cana-de-açúcar, mandioca, mamona, tomate, banana, laranja, entre outros.
No Ceará lozaliza-se o Distrito Industrial de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, que é um importante complexo industrial do estado. A indústria cearense atua nas áreas de vestuário, alimentícia, metalúrgica, têxtil, química e calçadista.
Outro ponto forte da economia é a mineração (petróleo, gás natural, ferro, água mineral, calcário, argila, magnésio, granito etc), sendo que no município de Santa Quitéria existe a maior reserva de urânio do Brasil.

Cidade de Fortaleza
DADOS GERAIS:

Estado que Pertence: 
Ceará
Data de Fundação: 13 de abril de 1726. 
Gentílico: 
fortalezense 
População: 
2.447.409 (Censo 2010)
Área (em km²): 313,140
Densidade Demográfica (habitantes por km²): 7.819
Altitude (em metros):
 21
DADOS ECONÔMICOS E SOCIAIS
Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 31,7 bilhões (2009)
Renda Per Capita*: 
R$ 12.687,00 (2009)
Principais Atividades Econômicas: turismo, comércio, indústria e serviços.
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,786 (PNUD - 2000) - médio
PONTOS TURÍSTICOS E CULTURAIS
- Praia do Meireles
- Parque do Cocó
- Lagoa da Messejana
- Farol do Mucuripe
- Escola de Música do Ancuri
- Beach Park (parque temático)
- Praia de Iracema
- Praia do Futuro
- Centro Cultural Dragão do Mar
- Praia da Barra do Ceará
GEOGRAFIA DE FORTALEZA
Clima: tropical atlântico
Vegetação: 
Mata Atlântica
Rios Principais: rio Ceará e rio Cocó
Temperatura média anual:
26ºC
Índice Pluviométrico (anual): 1600 mm
Pontos Turísticos de Fortaleza 
Fortaleza, Farol de Mucuripe   
Farol Velho do Mucuripe, Estação João Felipe e Praia do Futuro
Destaques de Pontos Turísticos de Fortaleza
- Praia do Meireles
- Parque do Cocó
- Lagoa da Messejana
- Farol Velho do Mucuripe
- Escola de Música do Ancuri
- Beach Park (parque temático)
- Praia de Iracema
- Praia do Futuro
- Estação João Felipe
- Casa de Cultura Alemã
- Planetário Rubens de Azevedo
- Ponte dos Ingleses
- Museu do Ceará
- Theatro José de Alencar
- Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção
- Praça General Tibúrcio
- Praça do Ferreira
- Cine São Luiz
- Academia Cearense de Letras
- Igreja do Rosário
- Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura
- Praia da Barra do Ceará


Atrativos Naturais

Parque do Cocó

São áreas verdes, bosques, quadras esportivas, anfiteatro, lanchonetes, inclusive um imenso mangue, com sua flora e fauna característica. Sempre se realizam grandes eventos e shows ao ar livre. Trilha Ecológica aberta ao público, com a presença de dois guias nos turnos, manhã e tarde.
Papicu – Avenida Engenheiro Santana Júnior com Avenida Padre Antônio Tomás.
Telefone: (85) 3101-5548
Horário de Funcionamento: Segunda a Domingo de 6hs às 17hs.
Ônibus de acesso: Grande Circular I e II, Borges de Melo I e II, Paranjana I e II e Top Bus.
Distância: 4 km (Beira Mar)/ 7 km (Centro)
Praia de Sabiaguaba
Sabiaguaba é separada da praia do Caça e Pesca pela desembocadura do Rio Cocó. É uma praia tranqüila, com paisagem de dunas, coqueiros, faixa larga de areia fina, clara e formação de piscinas naturais na maré baixa. Os amantes da pescaria têm aqui um local apropriado para a prática deste esporte. A grande atração da culinária do local é sem dúvida a enorme oferta de ostras. A Praia da Sabiaguaba conta com duas Unidades de Conservação Ambiental criadas em fevereiro de 2006 e administradas pela Prefeitura de Fortaleza: o Parque Natural Municipal das Dunas de Sabiaguaba e a Área de Proteção Ambiental de Sabiaguaba. O parque de dunas e a APA de Sabiaguaba se complementam e foram criados com o objetivo de assegurar a preservação ambiental, o turismo ecológico e o desenvolvimento de atividades que não comprometam o equilíbrio do meio ambiente, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do município de Fortaleza.
Localização: Depois da Praia do Caça e Pesca
Ônibus de acesso:
 Messejana/Sabiaguaba.

Reserva Ecológica de Sapiranga

Trata-se de uma área de reserva ambiental e ecológica considerada segunda a SEMACE PORTARIA 031/97. “A maior Unidade de Conservação do Planeta”. Na Reserva Ecológica de Sapiranga funciona a Fundação Maria Nilva Alves que recebe pesquisadores de várias universidades para pesquisa e palestras, além de funcionar alguns cursos de capacitação para alunos do Senac.
Edson Queiroz: Rua Olegário Memória, 3300
Telefone: (85) 3273-2450
Contato: Maria Nilva Alves Soares
Horário de Funcionamento: Terça à sábado de 08h às 17h
Ônibus de acesso: Papicu / Alvorada,Parque Manibura
Distância: 10 km (Beira Mar)/ 6 km (Centro)


Fazendinha Estação Rural
Uma fazenda didaticamente projetada para proporcionar as crianças e jovens da cidade uma experiência de vida no campo. Assim a fazendinha estação rural é um empeendimento localizado no distrito de Dourados, zona rural de Guaiúba. Com 150.000 metros quadrados, planejada para receber  bem seus visitantes, com muita diverção e aprendizado, afinal, na fazendinha tem-se a oportunidade de observar e vivenciar, na prática, temas abordados em sala de aula. Por ser um espaço estremamente agradável a fazendinha está também sendo bastante procurada por grupos da melhor idade, por empresas e para comemorações de aniversários. 
Localização: Município: Guaiúba - Estrada Guaiúba - Itacima 
Telefone: (85) 3278-1724 / 9927-0083 / 9604 -1581 
Site: www.estacaorural.com.br
Hotel Vale do Juá
Situado entre as serras de Baturité, Aratanha e Maranguape, a fazenda hotel encanta os hóspedes logo na chegada. Com o paisagismo que preserva a exuberante natureza da região. A Fazenda Hotel Vale do Juá proporciona aos visitantes um contato direto com a natureza e o modo de vida rural. Desenvolve programas de Turismo Rural, Cutural e de Lazer.
Localização: Município de Guaiúba - Fazenda Chaparral - Itacima. 
Tel: (85) 3246-7501 / 9929-0225
Fax: (85) 3246-1096.
Site: www.valedojua.com.br

Museu da Cachaça

Mergulhar na história da cachaça. Pertinho de Fortaleza, ainda em sua região metropolitana, encontra-se um vasto acervo de documentos, fotos, garrafas, tonéis de bálsamo, mapas. Desta forma, a história da aguardente no Brasil é esmiuçada e presenteada ao visitante do casarão construído no século 19. Em meio à paisagem serrana, o museu mantém curiosidades como o maior tonel de madeira do mundo, com capacidade para 374 mil litros (registrado no Livro dos Recordes), e um parque com área para esportes radicais.
Localização: Município: Maranguape - Sítio Ypióca. 
Tel: 
(85) 3341-0407/3441-3452 
Sede Admistrativa: 3216-8888


Distâncias entre Fortaleza e os municípios pertencentes a Região Metropolitana.

Aquiraz - 32,30 km
Caucaia - 15,80 km
Chorozinho - 64,10 km
Eusébio - 25,90 km
Guaiúba - 38,00 km
Horizonte - 40,10 km
Itaitinga - 27,10 km
Maracanaú - 24,60 km
Maranguape - 30,00 km
Pacajús - 49,10 km
São Gonçalo do Amarante - 61,10 km

Distâncias entre Fortaleza e as principais praias do Ceará.

Almofala (Itarema/Litoral Oeste) - 248,70 km
Aracati  (Aracati/Litoral Leste) - 148,30 km
Aranaú (Cruz/Litoral Oeste) - 273,10 km
Baleia (Itapipoca/Litoral Oeste) - 173,20 km
Camocim (Camocim/Litoral Oeste) - 379,90 km
Canoa Quebrada (Aracati/Litoral Leste) - 157,30 km
Caponga (Cascavel/Litoral Leste) - 80,30 km
Cofeco (Aquiraz/Litoral Leste) - 24,00 km
Cumbuco (Caucaia/Litoral Oeste) - 29,30 km
Emboaca (Trairi/Litoral Oeste) - 137,30 km
Flexeiras (Trairi/Litoral Oeste) - 137,30 km
Guajiru (Trairi/Litoral Oeste) - 143,30 km
Icapuí (Icapuí/Litoral Leste) - 202,30 km
Icaraí (Caucaia/Litoral Oeste) - 22,40 km
Iguape (Aquiraz/Litoral Leste) - 49,30 km
Iparana (Caucaia/Litoral Oeste) - 22,50 km
Jericoacoara (Jijoca/Litoral Oeste) - 314,50 km
Lagoinha (Paraipaba/Litoral Oeste) - 106,00 km
Maceió (Camocim/Litoral Oeste) - 139,30 km
Majorlandia (Aracati/Litoral Leste) - 157,30 km
Moitas-Icaraí (Amontada/Litoral Oeste) - 233,00 km
Morro Branco (Beberibe/Litoral Leste) - 89,30 km
Mundaú (Trairi/Litoral Oeste) - 145,30 km
Paracuru (Paracuru/Litoral Oeste) - 89,90 km
Pecém (São Gonçalo do Amarante/Litoral Oeste) - 52,30 km
Porto das Dunas (Aquiraz/Litoral Leste) - 31,00 km
Praia das Fontes (Beberibe/Litoral Leste) - 89,30 km
Prainha (Aquiraz/Litoral Leste) - 36,20 km
Quixaba (Aracati/Litoral Leste) - 160,30 km
Taiba (São Gonçalo do Amarante/Litoral Oeste) - 67,90 km
Fonte: Departamento de Edificações, Rodovias e Transporte - DERT.

Distância de Fortaleza para as principais capitais do Nordeste.

Alagoas (Maceió) - 1075 km
Aracajú (Sergipe) - 1183 km
João Pessoa (Paraíba) - 688 km
Natal (Rio Grande do Norte) - 537 km
Recife (Pernambuco) - 800 km
Salvador (Bahia) - 1389 km
São Luís (Maranhão) - 1070 km
Teresina (Piauí) - 634 km
Distância de Fortaleza para as principais capitais do Norte.
Belém (Pará) - 1610 km
Boa Vista (Roraima) - 6548 km
Macapá (Amapá) - 1451 km *
Manaus (Amazonas) - 5763 km
Palmas (Tocantins) - 2035 km
Porto Velho (Rondônia) - 4865 km
Rio Branco (Acre) - 5396 km


Distância de Fortaleza para as principais capitais do Centro-Oeste.

Brasília (Distrito Federal) - 2378 km
Campo Grande (Mato Grosso do Sul) - 3407 km
Cuiabá (Mato Grosso) - 3406 km
Goiânia (Goiás) - 2482 km

Distância de Fortaleza para as principais capitais do Sudeste

Belo Horizonte (Minas Gerais) – 2528Km                                   
Rio de Janeiro(Rio de Janeiro)– 2805Km                                   
São Paulo (São Paulo) - 3127 km                                          
Vitória (Espírito Santo) - 2397 km                                         


Distância de Fortaleza para as principais capitais do Sul.

Curitiba (Paraná) 
- 3541 km
Florianópolis (Santa Catarina) - 3838 km
Porto Alegre (Rio Grande do Sul) - 4242 km


Geografia Ambiental
Clima :   Tropical, quente e sub-úmido
Pluviosidade :  1.338,0 (mm)
Temperatura média:  26ºC a 28ºC
Período chuvoso :  janeiro à maio
Relevo: Planície litorâneo e tabuleiros pré – litorâneos
Solos: Areias quartzonas marinhas,  planossolo sofódico, podzófico vermelho – amarelo e solonchak.
Vegetação: complexo vegetacional da zona litorânea e  floresta perenifólia paludosa marítima.
Hidrografia: Formada pelos rios Ceará, Coaçu, Maranguapinho, Cocó e Pacoti. Há também riachos que alimentam as lagoas do município e outras que desaguam no Atlântico.
Unidades de Conservação: Parque Ecológico Lagoa da Maraponga, Parque Ecológico do Rio Cocó, Parque Estadual Marinho da Pedra do Risco do Meio, Reserva Ecológica Particular Lagoa da Sapiranga, Área de Proteção Ambiental do Rio Pacoti e a Área de Proteção Ambiental do Estuário do Rio Ceará. 

Geografia Física

POSIÇÃO E EXTENSÃO:

Área :  313,14 km
 
Distritos: Fortaleza, Messejana, Antônio Bezerra, Mondubim e Parangaba.
 
Localização: Nordeste brasileiro no litoral do Ceará.
Limites:  ao Norte  -  Oceano Atlântico
 
               ao Sul  -   Pacatuba
               a  Leste  -  Aquiraz
               a  Oeste -   Caucaia e Maracanaú

COORDENADAS GEOGRÁFICAS:
Latitude (S ):  3º 43’ 02”
Longitude  (WGR): 38º 32’ 35”
Altitude : 16 m em relação ao nível do mar.
 

A Cidade de Fortaleza

Aqui, o verão dura o ano todo. Além da temperatura média de 27ºC, a cidade tem inúmeras atrações, com uma ampla agenda cultural. Conhecida por seus grandes humoristas (com shows que movimentam a cidade quase todos os dias da semana), Fortaleza é muito mais do que a capital nacional do riso, é para ser sentida. Por isso, não apenas veja, mas ouça, cheire, toque e saboreie a Terra de Iracema. A quinta cidade mais populosa do Brasil não para.
Gente acolhedora, litoral belo e extenso, clima acolhedor para a prática de esportes aquáticos, vida noturna agitada, gastronomia rica e variada. Além do artesanato, da cultura, do linguajar e hábitos de nosso povo. Então, desfrute Fortaleza de domingo a domingo, porque ela é a cidade do lazer e da diversão. Uma metrópole alegre, mista. Lugar de gente hospitaleira e prestativa. É vivê-la para sentir todas as suas cores, seus sabores, sua arte, sua molecagem, sua pulsação.


História
Os primeiros navegadores chegaram em nossa costa no período das grandes navegações do século XVI. O espanhol Vicente Yañez Pinzón esteve aqui em janeiro de 1500, na Ponta do Mucuripe, que ele denominou de Cabo de Santa Maria de la Consolación. Pouco tempo depois, uma expedição pelo também espanhol Diogo Lepe passou por nossas águas. As viagens de ambos não entraram para os registros oficiais em razão do Tratado de Tordesilhas firmado entre Portugal e Espanha. 

Antes da chegada dos europeus, nossas terras já eram habitadas por outros povos, chamados genericamente de índios pelos colonizadores. Organizavam-se em tribos, eram nômades  e viviam da caça, da pesca, da coleta e da agricultura. Produziam para subsistência, não para comercialização. Tremembés, potiguaras, anacés e paiacus são algumas das tribos que habitavam o litoral cearense. 

A capitania do Siará recebeu pouca atenção da metrópole portuguesa. O desinteresse era motivado pela ausência de atrativos econômicos e pelas dificuldades na colonização, causadas por ataques das populações nativas, calmarias (ausência de ventos) que atrapalhavam as navegações e dificuldades naturais na instalação de um porto. 

Em 1603, quando liderava uma expedição para expulsar franceses do Maranhão, o português Pero Coelho passou pela capitania. Ergueu um pequeno forte batizado de São Tiago e edificou a povoação de Nova Lusitânia, na Barra do Ceará. O local teve que ser abandonado três anos depois, em razão da seca e de ataques indígenas.  

O também português Martim Soares Moreno, que acompanhou Coelho na primeira expedição retornou em 1611. No lugar do São Tiago, construiu o forte de São Sebastião e também fundou uma pequena povoação. Martim ausentou-se para combater franceses e holandeses em outras capitanias. Com o retorno de Soares Moreno a Portugal, o local é novamente abandonado em 1631.

Em 1649 parte do Ceará fica sob domínio holandês, sob o comando de Matias Beck. Os holandeses construíram uma fortificação nas margens do riacho Pajeú, a qual batizaram de Forte de Schoonenborch. Os batavos são expulsos em 1654 e o forte é transformado na Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, que dará nome à povoação. 

A primeira vila da capitania foi criada em 1699, sem no entanto, deixar claro que localidade seria sua sede. Fortaleza e Aquiraz disputaram este posto. Em 1713 o pelourinho, que simbolizava a administração municipal é trasferido definitivamente para Aquiraz, que logo em seguida sofre um violento ataque indígena. Esse fato fez com que aumentassem os pedidos para que a sede se instalasse definitivamente em Fortaleza.  

No dia 13 de abril de 1726, Fortaleza é finalmente elevada à categoria de vila. A data é comemorada atualmente como aniversário da cidade. Apesar da nova condição, continuou a ser um lugar sem expressão econômica, de precária infra-estrutura e poucos habitantes. Essa situação perduraria ainda por mais de um século. Foi somente a partir da expansão da cultura do algodão que a cidade se transformou no centro da economia do Ceará. Fortaleza foi beneficiada pelo fato de servir de porto para a exportação do produto, produzido na Serra de Uruburetama.  A produção algodoeira no Ceará ganhou impulso com a Guerra de Secessão nos Estados Unidos (1861-1865), quando as lavouras americanas foram devastadas em razão do conflito e impossibilitadas de fornecer matérias-primas para as indústrias têxteis inglesas.  
As elites, enriquecidas com o comércio do algodão, passaram a imitar os hábitos da cultura francesa. Era a chamada Belle Époque, que influenciou o modo de vestir, de falar, as formas de lazer, os hábitos de consumo e até mesmo a organização urbana da cidade. Em 1818, Silva Paulet planeja um Plano Diretor elaborando um traçado em forma de xadrez, alinhando as ruas da cidade. Em 1875, Adolfo Herbster, dá continuidade  ao trabalho de Paulet, ampliando a área remodelada. Os principais espaços de lazer da cidade eram o Passeio Público e a Praça do Ferreira. Foi um dos elegantes cafés da praça, o Café Java, que surgiu um dos mais significativos movimentos literários do país, a Padaria Espiritual, idealizada por jovens boêmios que almejavam prover a cidade de "pão de espírito". 

O Ceará fez uso de mão-de-obra escrava, tanto negra quanto indígena. A partir de 1850, quando o tráfico internacional foi proibido, intensificou-se o tráfico interprovincial. Por ser uma cidade portuária, Fortaleza tornou-se um centro de comércio de escravos entre o Ceará e as províncias do sul. A campanha a favor  da abolição da escravatura contou com a participação de vários segmentos sociais, inclusive dos próprios cativos, que fugiam e se rebelavam como forma de resistência ao trabalho compulsório. Foram fundadas algumas sociedades abolicionistas, como a Sociedade Perseverança e Porvir, que organizava fundos para comprar alforrias e a Sociedade Cearense Libertadora, que praticava ações mais ousadas, como o auxílio à fuga. 

O movimento abolicionista também ganhou adesão popular. Em 1881, jangadeiros apoiados pela Sociedade Cearense
Libertadora, recusaram-se a embarcar escravos que seriam vendidos para o Centro-Sul. Entre os participantes do movimento estava Francisco José do Nascimento, o Chico da Matilde, conhecido como Dragão do Mar. Graças a essas pressões, Fortaleza liberta seus escravos em 24 de maio de 1883. O Ceará faz o mesmo em 25 de março de 1884. 

Fortaleza entra no século XX como uma das cidades mais populosas do país. De 1898 a 1912 o Ceará foi governado pela oligarquia Accioly, tendo à frente do governo, Nogueira Accioly. Sua gestão foi marcada pelas denúncias de corrupção e uso da máquina pública para favorecimento de parentes e agregados. Accioly foi deposto por uma revolta popular em Fortaleza que aconteceu de 21 a 24 de janeiro de 1912, promovida por partidários de Franco Rabelo, desafeto político dos acciolystas.

A partir das primeiras décadas deste século, as elites que habitavam o Centro vão progressivamente se deslocando para outros bairros, como Jacarecanga, motivadas pela expansão de estabelecimentos comerciais na área central e pela fixação das populações pobres neste espaço.  

A utilização das praias para banhos de mar é iniciada na Belle Époque, na Praia de Iracema, que se torna um dos bairros mais elegantes da cidade e um dos principais espaços de lazer da população. A partir da década de 60 é eleita a Beira-Mar como centro de lazer e habitação das classes mais abastadas e ponto de encontro da intelectualidade boêmia da cidade. 

A partir da década de 70, há um crescimento da industrialização na cidade, tendo como pólos de indústrias as regiões do Mucuripe e da Praia Formosa. Nos anos 80 são construídos os calçadões da Praia de Iracema, do Futuro e Leste-Oeste, seguindo o fluxo das políticas públicas relacionadas ao turismo que vão se intensificando neste período.

Feriados

•19 de março – Dia de São José – Padroeiro do Ceará
•21 de abril – Tiradentes
•01 de maio – Dia do Trabalho
•15 de agosto – Dia de N.S. de Assunção – Padroeira de Fortaleza
•07 de setembro – Independência do Brasil
•12 de outubro – Dia de N. S. Aparecida – Padroeira do Brasil
•02 de novembro – Dia de Finados (alguns estabelecimentos abrem até o meio-dia)
•15 de novembro – Proclamação da República (feriado comercial)
•25 de dezembro – Natal

Lazer e diversão

Bares

ALMA GÊMEA
Praia de Iracema - Rua Dragão do Mar, 30.
Telefone: 3254-5802
Horário de Funcionamento: Domingo à quinta de 17h à 00hs. Sexta e Sábado de 17h às 02:00h.
Forma de pagamento: Cash e todos os cartões.
Ônibus de acesso: Siqueira/Mucuripe, Circular.

ALPENDRE
Aldeota - Rua Torres Câmara, 172.
Telefone: (85) 3261-1525.
Horário de Funcionamento: Segunda à Quinta, de 8hs às 19hs; Sexta, de 8hs às 22hs; Sábado, de 8hs às 18hs.
Formas de Pagamento: À vista e Cartão de Crédito.
Ônibus de Acesso: Avenida Santos Dumont, Parangaba/ Papicu.

BADUDÉ
Aldeota - Rua Fonseca Lobo, 100.
Telefone: (85) 3267-2785
Horário de Funcionamento: Quarta à Sexta, de 16hs até último o cliente e aos Sábados de 10hs até último cliente.
Formas de Pagamento: À vista.
Ônibus de Acesso: Avenida Santos Dumont.

BALTAZAR
Praia de Iracema – Rua Dragão do Mar, 10.
Telefone: (85) 3254-5802
Horário de Funcionamento: Quarta, Quinta e Domingo, de 17h às 0h; Sextas e Sábados, das 17h às 02h.
Forma de pagamento: Cash e todos os cartões.
Ônibus de acesso: Circular, Siqueira/Mucuripe, Grande Circular, Parangaba/Mucuripe.

BOTECO
Dionísio Torres - Avenida Antônio Sales, 3177.
Telefone: (85) 3461-2872 / Fax: 3268-1010
Horário de Funcionamento: Segunda à Quinta, de 17hs até último cliente; Sexta, de 16hs até último cliente; Sábado e Domingo, de 12hs até último cliente.
Formas de Pagamento: À vista e Cartão de Crédito.
Ônibus de Acesso: Antônio Bezerra/ Unifor, Campus do Pici/ Unifor e Avenida Borges de Melo, topics 03 e 06.

BAR DO CIÇO
Aldeota - Rua Padre Quinderé, 165.
Telefone: (85) 3264-8580
Horário de Funcionamento: Segunda à Domingo, de 10hs até último cliente.
Formas de Pagamento: À vista, Cartão.
Ônibus de Acesso: Santos Dumont, Parangaba/ Papicu, Ant° Bezerra Papicu.

BAR DO PAPAI
Meireles - Rua Monsenhor Bruno, 1386.
Telefone: (85) 3264-3495
Horário de Funcionamento: Terça à Sexta, de 17hs as 02hs; Sábado, de 14:30hs até último cliente.
Formas de Pagamento: À vista, Cheque, Cartão de Crédito.
Ônibus de Acesso: Avenida Santos Dumont.

BAR DO MICHARIA
Praia de Iracema – Rua dos Pacajus, 5.
Telefone: (85) 3219-1174
Horário de Funcionamento: Segunda a Sábado das 9hs às 22hs.
Formas de Pagamento: Cash e Cheque.
Ônibus de Acesso: Circular, Grande Circular.

BUDEGA DO POÇO
Varjota - Rua Frei Mansueto, 1168.
Telefone: (85) 3267-8308
Horário de Funcionamento: Segunda a Quarta, de 17:30hs às 24h; de Quinta a Sábado, de 17:30 as 2:00; aos Domingos aberto somente para almoço.
Formas de Pagamento: À vista e cartão.
Ônibus de Acesso: Avenida Dom Luiz, Conjunto Ceará Aldeota e Top Bus.

CACHAÇARIA YPIÓCA
Edson Queiroz – Avenida Washington Soares, 85, loja 523, 2º. Piso, Shopping Iguatemi.
Telefone: (85) 3241 4589
Horário de Funcionamento: Segunda a sábado, de 10h às 22h; domingo, de 14h30 às 20h30.
Formas de Pagamento: Cash, cartão e cheque.
Ônibus de Acesso: Grande Circular e Antônio Bezerra/Unifor

CAFÉ PAGLIUCA
Aldeota – Rua Barbosa de Freitas, 1035.
Telefone: (85) 3224-1903
Horário de Funcionamento: Segunda a Sexta das 12hs às 15:00hs e 17:30hs à 1h. Sábados 12hs à 1h.
Formas de Pagamento: Cash, cartão, e Cheque.
Ônibus de Acesso: Parangaba/Papicu, Siqueira/Papicu, Grande Circular.

CARAVELLE
Vila União – Avenida Luciano Carneiro, 1936.
Telefone: (85) 3272 1384
Horário de Funcionamento: Domingo a quinta, de 11h30 a 0h; sextas e sábados, de 11h30 às 2h.
Formas de Pagamento: Cash e cartões
Ônibus de Acesso: Vila União, Via Expresso.

CANTINHO DO FRANGO
Aldeota - Rua Torres Câmara, 71.
Telefone: (85) 3224-6112
Horário de Funcionamento: Segunda à Sexta, de 9hs às 16hs; Sábado e Domingo, de 9hs às 17hs.
Formas de Pagamento: À vista, Cheque e Cartão de Crédito.
Ônibus de Acesso: Avenida Santos Dumont, Parangaba/ Papicu e Paranjana.

CANTINHO ACADÊMICO
Benfica – Avenida 13 de maio, 2370.
Telefone: (85) 3214-2560
Horário de Funcionamento: Segunda a sábado das 15hs ao último cliente.
Formas de Pagamento: Cash, cartão.
Ônibus de Acesso: Circular, Campus do Pici, 13 de Maio, Parangaba/Náutico, Siqueira/Papicu, Topic
55.
Obs: todas as Sextas música voz e violão (MPB).

CEARÁ GRILL
Porangabussu – Rua Major Weyne, 1040,
Telefone: (85) 3494 7649
Horário de Funcionamento: Segunda a quarta, de 8h às 17h; quinta a domingo, de 8h a 0h.
Formas de Pagamento: Cash e cartões
Ônibus de Acesso: Siqueira/João Pessoa, Avenida João Pessoa, Parangaba/Mucuripe.
Obs: Todas as quintas têm caranguejada a partir das 16hs, e pagode a partir das 20hs; aos Sábados tem feijoada a partir das12hs e pagode às 14hs; aos Domingos serviço à la carte e show da Jovem Guarda.   

CHURRASCARIA O ASSIS
Benfica - Rua Adolfo Herbster, 190.
Telefone: (85) 3283-8674
Horário de Funcionamento: Segunda a Sábado, de 17:30hs às 24h.
Formas de Pagamento: À vista e cartão.
Ônibus de Acesso: Parangaba/Náutico, Campus do Pici/Unifor, Siqueira/Papicu.

CONCENTRAÇÃO
Dionísio Torres – Avenida Pontes Vieira, 2340.
Telefone: (85) 3272-0301
Horário de Funcionamento: Quintas e Sextas – 19h até o último cliente; Sábados – o dia todo.
Forma de pagamento: Cash, Cartão de crédito.
Ônibus de acesso: Campus do Pici/Unifor, Topic 55.
Obs: Quintas e Sextas, show de MPB.

DALLAS GRILL
Aldeota – Av. Dom Luís, 1219
Telefone: (85) 3267-3200
Horário de Funcionamento: De Segunda à Domingo a partir das 18hs.
Formas de Pagamento: À vista, cartão e cheque.
Ônibus de acesso: Dom Luis, Parangaba Papicu/ Montese, Conjunto Ceará Papicu, Siqueira Papicu/ Aeroporto.
Obs: De Terça a Sábado tem música ao vivo.

DOCENTES E DECENTES
Aldeota – Av. Santos Dumont, 6180
Telefone: (85) 3265-3267
Horário de Funcionamento: De Terça a Domingo
Formas de Pagamento: À vista e cartão.
Ônibus de Acesso: Siqueira Papicu/Aeroporto, Av. Borges de Mello I e II, Av. Paranjana I e II.
Obs: O ritmo é MPB

DOM CAIXOTE BAR
Dionísio Torres - Rua Joaquim Nabuco, 2260.
Telefone: (85) 3268-1436
Horário de Funcionamento: Segunda à Sábado, de 17hs até o último cliente.
Formas de Pagamento: À vista.
Ônibus de Acesso: Antônio Bezerra/ Unifor, Circular I e II. 

ENGARRAFAMENTO
Dionísio Torres – Avenida Antônio Sales, 2760.
Telefone: (85) 3224-3237
Horário de Funcionamento: Segunda à Sábado de 18h até o último cliente.
Forma de pagamento: Cash e cartão.
Ônibus de acesso: Antônio Sales
Obs: música ao vivo todos os dias.


HITS BRASIL
Parquelândia -  Av. Jovita Feitosa, 170
Telefone: (85) 3243-8331
Horário de Funcionamento: de Terça à Domingo a partir das 20hs.
Formas de Pagamento: À vista e cartão.
Ônibus de Acesso: Topic 03, Campus do Pici/Unifor, Jovita Feitosa.
Obs: A casa funciona com shows de pop-rock, MPB, samba de mesa e pagode.

KASA KAIADA
Bairro de Fátima - Rua Conselheiro Tristão, 956.
Telefone: (85) 3221-6638
Horário de Funcionamento: Segunda à Sexta, de 16hs às 24hs; Sábado, Domingo e Feriados, de 9hs às 24hs.
Formas de Pagamento: À vista, Cheque, Cartão de Crédito.
Ônibus de Acesso: Avenida Aguanambi, Avenida 13 de Maio.
Obs: Seresta aos Sábados.

LOBBY BAR
Mucuripe – Avenida Beira Mar, 3980, Hotel Gran Marquise.
Telefone: (85) 4006-5271
Horário de Funcionamento: Segunda a domingo 10h á 01h.
Formas de Pagamento: À vista e Cheque, cartão.
Ônibus de Acesso: Top Bus Caça e pesca, Siqueira/Mucuripe.

LUPUS BIER
Praia de Iracema – Rua dos Tabajaras, 340
Telefone: (85) 3219-2829
Horário de Funcionamento: Todos os dias com exceção de Quinta a partir das 18hs.
Formas de Pagamento: À vista e cartão
Ônibus de Acesso: Parangaba/Mucuripe, Serviluz, Caça e Pesca/Centro, Grande Circular I e II. Circular I e II.
Obs: Shows de Humor na Terça, Sextas e Domingos

MERCADO DOS PINHÕES
Centro – Praça Visconde pelotas, 41, Mercado dos Pinhões
Telefone: (85) 3266-9866
Horário de Funcionamento: Terça à Sábado, das 18hs até o último cliente.
Formas de Pagamento: À vista, cartão e cheque.
Ônibus de acesso: Av. Santos Dumont, Parangaba/Papicu, Paranjana I.

NEIDE DO CAMARÃO
Mucuripe – Avenida Abolição, 4772.
Telefone: (85) 3248-2680
Horário de funcionamento: Segunda a domingo de 17hs à 01hs.
Formas de pagamento: À vista e cartão
Ônibus de acesso: Siqueira/Mucuripe, Parangaba/Mucuripe.
Obs: Sábados e Domingos aberto para almoço

NOITE A FORA SNOOK BAR
Água Fria - Avenida Washington Soares, 747.
Telefone: (85) 3241-3163
Horário de Funcionamento: Terça a Domingo, de 17hs até último cliente.
Formas de Pagamento: À vista, Cartão de Crédito.
Ônibus de Acesso: Campus do Pici/ Unifor, Antônio Bezerra/ Unifor.
Obs: De Quinta a Sábado shows com música ao vivo.

PAGODE DA MOCINHA
Praia de Iracema - Rua Padre Climério, 140 - Atrás do Hotel Praia Centro.
Telefone: (85) 3219-8499
Horário de Funcionamento: Segunda à Quinta, de 10hs às 24hs; Sexta a Domingo, de 19hs às 24hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Ônibus de Acesso: Circular I e II, Grande Circular I e II.
Obs: Pagode a partir das 20:30hs.

PAULO DO CAMARÃO
Varjota - Rua Delmiro Gouveia, 315.
Telefone: (85) 3267-5600
Horário de Funcionamento: de Quarta à Sexta, das 17hs às 24hs; Sábado de 9:30hs às 24hs e Domingo, de 9:30hs às 18:30hs.
Formas de Pagamento: À vista, Cheque.
Ônibus de Acesso: Varjota.

PARAÍSO DO PEDRO
Caça e Pesca – Rua Pedro Antônio Cavalcante, 925.
Telefone: (85) 3262-1408
Horário de Funcionamento: Segunda a domingo das 8hs às 17hs.
Formas de Pagamento: Cash e Cheque.
Ônibus de Acesso: Caça e pesca, Top Bus. 

PICANHA DA ALDEOTA
Aldeota - Rua Doutor José Lourenço, 2633.
Telefone: (85) 3246-0278
Horário de Funcionamento: Segunda a Domingo, de 11hs até o último cliente.
Formas de Pagamento: À vista, Cheque e Cartão de Crédito.
Ônibus de Acesso: Parque Americano, Parangaba / Papicu / Montese.

PITOMBEIRA BAR
Benfica - Rua. Padre Miguelino, s/n.
Telefone: (85) 3281-2257
Horário de Funcionamento: Segunda a Sábado, de 10hs às 24hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Ônibus de Acesso: Circular I e II, Siqueira/ Papicu, Parangaba/ Naútico.

SUVACO DE COBRA
Montese - Avenida Gomes de Matos, 406.
Telefone: (85) 3494-7556
Horário de Funcionamento: Terça, Quarta e Domingo, de 18:30hs às 24hs;  Quintas, Sextas e Sábados de 18:30hs as 01hs.
Formas de Pagamento: À vista, Cartão.
Ônibus de Acesso: Siqueira / Mucuripe, Parangaba / Papicu / Montese.

TRONCO DO GAÚCHO
José Bonifácio - Rua Coronel Solon, 74.
Telefone: (85) 3454-1737
Horário de Funcionamento: Sextas de 17hs até último cliente; Sábado, de 9hs até último cliente; Domingo, de 9hs às 15hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Ônibus de Acesso: Avenida 13 de Maio/Rodoviária.

TUCHÊ BAR
Papicu - Avenida Santos Dumont, 4000 - loja 10.
Telefone: (85) 3267-1307 / Fax: (85) 3267-4421.
Horário de Funcionamento: Segunda a Domingo, de 11hs à 02hs.
Formas de Pagamento: À vista, Cartão.
Ônibus de Acesso: Avenida Santos Dumont.

VIVA LA VACA
Aldeota - Avenida Santos Dumont, 2287.
Telefone: (85) 3224-9533
Horário de Funcionamento: Domingo à quinta de 17h à 0h; Sexta e sábado de 17h às 02h.
Formas de Pagamento: À vista, Cartão.
Ônibus de Acesso: Avenida Santos Dumont, Jardim das Oliveiras/Luciano Cavalcante.
E-mail: www.vivalavaca.com.br

ZÉ DO MANGUE
Edson Queiroz - Rua Tancredo de Sousa Carvalho, 1302.
Telefone: (85) 3273-9571
Horário de Funcionamento: Segundas, Terças, Quartas e Sextas das 10hs as 23hs; Quintas e Sábados de 07hs ás 11hs; Domingos de 01hs às 16hs
Formas de Pagamento: À vista e Cheque.
Ônibus de Acesso: Parque Manibura, Papicu / Conjunto Alvorada.
Obs: Serestas as Quintas e Sábados.

ZUG CHOPERIA
Shopping Bungavília -  Rua Prof. Dias da Rocha, 579
Telefone: (85) 3224-4193
Horário de Funcionamento: De segunda à Sábado a partir das 21hs.
Formas de Pagamento: À vista, cartão e cheque.
Obs: A casa funciona com shows de MPB, jazz, pagode e pop-rock.

Barracas - Beira Mar e Praia de Iracema

BARRACA AGUA NA BOCA
Meireles - Av. Beira Mar, 2591
Telefone: (85) 3248-0321
Horário de Funcionamento: das 08hs até o ultimo cliente
Formas de Pagamento: A vista e cartão
Ônibus de Acesso: Serviluz, Grande Circular I e II, Top bus.

BARRACA G2
Meireles - Avenida Beira Mar, 3561.
Telefone: (85) 3263-3338
Contato: Raimundo Matias de Oliveira (Gerente)
Horário de Funcionamento: Segunda a Domingo de 07hs às 01hs.
Forma de pagamento: À vista e cheque.
Ônibus de acesso: Serviluz, Praia Circular, Caça e Pesca e Grande Circular I e II

BARRACA DO JOCA
Meireles – Av. Beira Mar, 3101 n° 25 - A
Telefone: 3242-1739
Contato: Halton Teixeira Rodrigues (Gerente/Proprietário)
Horário de Funcionamento: Segunda a Domingo de 08 às 14hs
Formas de Pagamento: À vista e cheque
Ônibus de Acesso: Serviluz, Praia/Circular, Caça e Pesca e Grande Circular I e II.

BARRACA IRACEMA
Praia de Iracema - Avenida Beira Mar, 807.
Telefone: (85) 3219-0174
Contato: Wágner (Gerente)
Horário de Funcionamento: Segunda a Domingo de 8hs às 24hs.
Forma de pagamento: À vista.
Ônibus de acesso: Caça e Pesca, Castelo Encantado e Circular I e II

BARRACA SÓ SOL
Meireles – Av. Beira Mar, 2269
Telefone: (85) 3248-6985
Contato: Sandra Maria
Horário de Funcionamento: de 07hs até o ultimo cliente.
Formas de Pagamento: A vista
Ônibus de Acesso: Top bus

Forró

ARENA
Cambeba – Rua Doutora Isabel Maia e Silva de Alencar, s/nº.
Telefone: (85) 3230-1917
Horário de Funcionamento: Sexta das 21hs até o último cliente.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 16.000 pessoas.
Ônibus de Acesso: Grande Circular I e II.

CANTINHO DO CÉU
Eusébio - Avenida Cícero Sá, 1479.
Telefone: (85) 3295-7868
Horário de Funcionamento: Sexta das 22hs às 04:30hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 8000 pessoas.
Obs: Não existe linha de ônibus.


CASA DE FORRÓ
Parangaba - Av. José Bastos, 3203, ao lado do Terminal do Lagoa.
Telefone: (85) 3225-3292
Horário de Funcionamento: Sábados das 22hs às 05hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 6.000 pessoas.
Ônibus de Acesso: Conjunto ceará I e II, Conjunto Ceará Centro, Av. José Bastos.

CHAPAS CLUBE
Caucaia - Av. do Icaraí, próximo as tapioqueiras.
Telefone: (85) 3342-3825 / 8722-3379
Horário de Funcionamento: Terças das 10hs às 05hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 3000 pessoas.
Ônibus de Acesso: Expresso Caucaia

CLUBE DO VAQUEIRO
Eusébio - BR-116, s/n°.
Telefone: (85) 3274-5062 / 3278-2000
Horário de Funcionamento: Sábado das 20hs às 5hs e Quarta (alta temporada) das 21hs às 4hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 13000 pessoas.
Obs: Não existe linha de ônibus.

CURRAL DO BOI
Dionísio Torres - Avenida Pontes Vieira, 2340.
Telefone/Fax: (85) 3272-0301
Horário de Funcionamento: Quinta das 22hs às 05hs.
Ônibus de Acesso: Avenida Borges de Melo I e II, Campus do Pici / Unifor.
Formas de Pagamento: À vista e cartão.
Capacidade Média: 1500 Pessoas
Obs: O Concentração-Bar fica no mesmo estabelecimento do Curral do Boi e funciona de Quinta à Sábado.

FORRÓ NO SÍTIO
Aquiraz - R. do Mosquito, s/nº.
Telefone/Fax: (85) 3295-7868 / 8609-2008
Horário de Funcionamento: Sábado das 22hs até último cliente.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 8000 pessoas.
Obs: Não existe linha de ônibus.

KANGALHA
Seis Bocas – Avenida Washington Soares s/n.
Telefone: (85) 8816-6939
Horário de Funcionamento: Sexta das 22:30hs às 04hs.
Formas de Pagamento: Cash e cartão (apenas consumo interno).
Capacidade Média: 5000 pessoas
Ônibus de Acesso: Grande Circular I e II


KUKUKAYA
Dionísio Torres - Avenida Pontes Vieira, 55.
Telefone/Fax: (85) 3247-1658
Horário de Funcionamento: Sexta e Sábado das 23hs às 04hs.
Formas de Pagamento: À vista e cartão.
Capacidade Média: 2000 pessoas.
Ônibus de Acesso: Circular I e II, Campus do Pici/Unifor, Parangaba/Náutico.

PAI D'ÉGUA
Maraponga - R. Godofredo Maciel, s/nº, em frente a Lagoa da Maraponga.
Telefone: (85) 9141-9003 / 8717-5220
Horário de Funcionamento: Quinta (Forró) das 22:30hs às 4:30hs e Domingos (Swingueira) das 03hs às 24hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 3000 pessoas.
Ônibus de Acesso: José Walter/Detran, Aracapé, Sítio Córrego, Parque Veras.

PARQUE DO VAQUEIRO
Caucaia - BR-020, s/nº, quilômetro 08.
Telefone: (85) 9127-7777
Horário de Funcionamento: Sexta das 22hs ás 06hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 36000 pessoas.
Obs: Não existe linha de ônibus.

PIRATA-BAR (A melhor segunda-feira da cidade)
Praia de Iracema - R. dos Tabajaras, 325
Telefone/Fax: (85) 4011-6161
Horário de Funcionamento: Segunda das 20hs às 3hs.
Formas de Pagamento: À vista e cartão(apenas para consumo interno).
Capacidade Média: 2000 pessoas.
Ônibus de Acesso: Grande Circular I e II, Circular I e II.
Obs: Atrações – Forró pé-de-serra, Quadrilha do Zé Perlinha e Banda do Pirata.

SÍTIO TÁ BONITO
Cambeba - Avenida Washington Soares, 6120.
Telefone: (85) 9969-5152
Horário de Funcionamento: Sábado das 19hs às 01hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 3000 pessoas.
Ônibus de Acesso: Grande Circular I e II.

SÍTIO CAJUBAR

Maranguape – Sítio Cajubar, s/n.
Telefone: (85) 9112-7755
Horário de Funcionamento: Sábados a partir das 21hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Capacidade Média: 15000 pessoas
Obs: Não existe linha de ônibus.


Casas noturnas

ARRE ÉGUA
Varjota - Rua Delmiro Golveia, 420.
Telefone: (85) 3267-2325
Horário de Funcionamento: Terça e sextas (Forró e Banda Dona Zefa) das 21hs as 03hs; aos Sábados (Samba de Mesa das 18hs as 23hs e feijoada das 12hs as 16hs); aos Domingos, Buffet de comidas típicas. 
Formas de Pagamento: À vista e cartão.
Site: www.espaçoculturalarreegua.com.br 
Capacidade média: 500 pessoas

BIRUTA
Praia do Futuro – Avenida Zezé Diogo, 4111.
Telefone: (85) 3262.3303
Horário de Funcionamento: Sextas a partir das 22hs. 
Formas de Pagamento: À vista.
Obs: Ritmos variados.

BUONI AMICI’S SPORT BAR
Praia de Iracema – Rua Dragão do Mar, 80.
Telefone: (085) 3219-5454
Horário de Funcionamento: Domingo a Quinta das 16hs às 24hs; Sextas e Sábados das 16hs as 03hs.
Formas de Pagamento: À vista e cartões.
Site: www.buoniamicis.com.br 
Obs: A entrada custa em média de R$ 15,00; aos Sábados tem samba de mesa.

COMPLEXO ARMAZÉM
Praia de Iracema - Avenida Almirante Barroso, 444.
Telefone: (085) 3219-4322
Horário de Funcionamento: Quartas, Sextas e Sábados a partir de 22hs.
Ônibus de Acesso: Grande Circular I e II
Formas de Pagamento: Cash, e cartões.
Obs: A entrada custa em média R$ 15,00 (homem), e R$ 12,00 (mulher) e a programação é Forró e Swingueira.

DIFERENTE BAR
Edson Queiroz – Avenida Washington Soares, 2340.
Telefone: (085) 3219-3373
Horário de Funcionamento: as quartas das 20hs às 4hs e sábados das 12hs às 20hs.
Formas de Pagamento: Cash, e cartões.
Obs: A entrada custa em média de R$ 15,00.

DONNA SANTA
Praia de Iracema – Rua Dragão do Mar, 308.
Telefone: (085) 3219-1164 / (85) 8862-8885.
Horário de Funcionamento: Sábados das 23hs até o último cliente.
Formas de Pagamento: Cash, e cartões.
Site: www.zonamix.com.br 
Obs: A entrada custa em média de R$ 15,00
Obs: Nos períodos de alta estação a boate funcionará aos Domingos.

MUCURIPE CLUB
Centro - Travessa Maranguape, 108.
Telefone: (85) 3254-3020/ (85) 3230-3020 – Fax: (85) 3254-2533
Horário de Funcionamento: Sextas a partir das 21h30min.
Ônibus de Acesso: Grande Circular I e II.
Formas de Pagamento: Cash e cartões.
Site: www.mucuripe.com.br 
Obs: Possui vários ambientes, onde tocam diferentes ritmos e a entrada custa em média R$ 25,00.

OÁSIS
Papicu - Avenida Santos Dumont, 6061.
Telefone: (085) 3234-4970
Horário de Funcionamento: Terça e Quinta de 22hs as 03hs.
Formas de Pagamento: À vista.
Obs: A entrada antecipada custa R$ 10,00 e na hora custa R$ 15,00. A casa geralmente é freqüentada por pessoas de 40 anos.

ÓRBITA BAR
Praia de Iracema - Rua Dragão do Mar, 207.
Telefone/Fax: (085) 3453-1421
Horário de Funcionamento: De quinta a domingo de 21hs às 4hs.
Formas de Pagamento: À vista e cartões.
Site: www.orbitabar.com.br 

IATE CLUBE
Mucuripe – Avenida Abolição, 4813.
Telefone: (085) 3263-1744
Horário de Funcionamento: Sábados (DJ na Praia a partir das 17hs, no Bar da Praia; Jazz ao Pôr do Sol a partir das 18hs, no Jardim do Clube).
Formas de Pagamento: À vista e cartão
Obs: Couvert artístico R$ 5,00

SANTORINI
Porto das Dunas – Aquiraz – VI local 31 Etapa IV, próximo ao Condomínio Aquaville.,
virando à direita cem metros.
Telefone: (085) 3361-7529
Horário de Funcionamento: Quinta, sexta e sábado das 20h às 5h do dia seguinte.
Formas de Pagamento: Cash e cartões
Obs: A entrada custa em média de R$ 15,00.

Clubes

CLUBE DA PETROBRÁS – CE
Praia do Futuro - Avenida Dioguinho, 5530.
Telefone: (85) 3262-3211
Contato: Jose Flavio Pereira Gondim (Responsável)
Horário de Funcionamento: De Terça a Domingo das 09hs às 17hs.
Forma de Pagamento: À vista, cartão e cheque.
Serviço: Sauna, quadra, piscina, restaurante e campo society e parque aquático.

BNB CLUBE DE FORTALEZA – ALDEOTA
Aldeota - Avenida Santos Dumont, 3646.
Telefone: (85) 4006-7205 (administração).
Contato: William de Araújo
Horário de Funcionamento: Terça a Domingo de 8hs às 23hs.
Formas de pagamentos: À vista e cartões
Serviços: Quadras, restaurante, salão de festas, piscinas.
Obs: de Quinta a Sábado não se cobra entrada nem couvert.

BNB CLUBE DE FORTALEZA – PRAIA DO FUTURO
Praia do Futuro - Avenida Zezé Diogo, 7333.
Telefone: (085) 4006-7200 / 4006-7203
Contato: William de Araújo
Horário de Funcionamento: Sábado e Domingo de 8hs às 16hs
Forma de pagamento: À vista e cartão (todos).
Serviços: Restaurante salão de jogos, campo gramado, piscina, parque aquático, playground, quadra de esporte e quadra de vôlei de praia.

CENTRO RECREATIVO B-25
Alto da Balança - Avenida Borges de Melo, 855
Telefone: (85) 3216-3121
Contato: Sub Oficial Jucá (Responsável)
Horário de Funcionamento: Terça a Domingo das 8hs às 22hs; Domingos das 8hs às 18hs.
Forma de pagamento: À vista.
Obs: é aberto ao público para cursos esportivos e sociais.
Obs: o clube é aberto apenas para militares e ex-militares e seus dependentes.

CIRCULO MILITAR DE FORTALEZA
Meireles - Rua: Canuto de Aguiar, 425.
Telefone: (85) 3242-3442 / 3242-7979 / Fax: (85) 3205-5050
Contato: General João Crisóstomo de Souza (Presidente)
Horário de Funcionamento: Segunda a Sexta das 8hs ás 20hs, Sábado a Domingo de 8hs às 17 hs.
Forma de pagamento: À vista e cartão
Serviços: piscinas, quadra de tênis, ginásio, quadra, sauna, academia de ginástica, hotel de trânsito,
salão de festas, restaurantes, salão de beleza. Empresas com administrações individuais, apenas alugam o espaço do Círculo Militar.

CLUBE DOS DIÁRIOS
Praia do Futuro - Rua E, quadra A, 100.
Telefone: (85)3265-6016
Contato: Manoel Pereira
Horário de Funcionamento: Terça a domingo de 8hs às 17hs.
Forma de pagamento: À vista, cartão e cheque.
Capacidade: 8.000 pessoas
Estacionamento: 200 carros
Ônibus de acesso: Papicu/Praia do Futuro, Praia do Futuro/Papicu

CLUBE DA PARCERIA SENADOR FERNANDO BEZERRA
Maracanaú - Avenida do Contorno, 1.102 – Distrito Industrial.
Telefone: (85) 3297-1133 Fax: (85) 3293-1797
Contato: Deusadina Rodrigues Eliano (Gerente)
Horário de Funcionamento: Segunda à Sexta das 8hs às 17hs; Sábados, de 8hs as 18hs; Sábados em dia de festas, a partir das 3hs;  Domingos a partir das 10hs.
Formas de pagamento: À vista ou cheque.
Serviços: auditório, piscina, campo society, 2 quadras e restaurante.
Capacidade: 13.000 pessoas.
Ônibus de Acesso: Conjunto Acaracuzinho

NAÚTICO ATLÉTICO CEARENSE
Meireles - Avenida Abolição, 2727.
Telefone: (85) 3242-9300 / Fax: 3242-4003
Contato: Avelino Dutra
Horário de Funcionamento: Terça a Sábado de 7hs às 21hs; Domingo das 7hs às 16hs e Segunda de
15hs às 21hs. A secretaria funciona de 8hs às 18hs de Segunda à Sexta.
Formas de pagamento: À vista e Cartão.
Serviços: Restaurante, salão de jogos, piscina, playground, quadra de esporte.

Estádios e ginásios

ESTÁDIO PLÁCIDO ADERALDO CASTELO (CASTELÃO)
Castelão - Avenida Alberto Craveiro, s/n.
Telefone: (85) 3101-3000 / Fax: (85) 3101-2999
Contato: José Menezes
Horário de Funcionamento da Secretaria: Segunda à Sexta das 8hs às 13hs e de 14hs às 17hs.
Ônibus de Acesso: Castelão, Paranjana I e II.
Capacidade: 60.000 pessoas
Estacionamento: 3.000 veículos.

ESTÁDIO PRESIDENTE VARGAS
Benfica - R. Marechal Deodoro, 1187
Telefone/Fax: (85) 3281-3225
Contato: Murilo.
Horário de Funcionamento da Secretaria: Segunda à Sexta 8hs às 17hs.
Ônibus de Acesso: Aeroporto, Campus do Pici/ Unifor, Circular I e II.
Capacidade: 19.000

GINÁSIO AÉCIO DE BORBA
Gentilândia - R. Paulino Nogueira, 95
Telefone: (85) 3214-2790 (comunitário) / 8704-0902
Contato: Renault
Horário de Funcionamento: Segunda à Domingo das 8hs às 12hs e das 14hs às 18hs.
Ônibus de Acesso: Aeroporto, Campus do Pici/ Unifor, Circular I e II, Montese/Lagoa.
Capacidade: 2.800 pessoas.
Estacionamento: 30 carros.

GINÁSIO PAULO SARASATE
Dionísio Torres - R. Idelfonso Albano, 2050
Telefone/Fax: (85) 3452-5897 / 88341596
Contato: Geraldo
Horário de Funcionamento: Segunda à Sexta das 8hs às 17:30hs (horário da secretaria).Horários de eventos dependem da programação do evento.
Ônibus de Acesso: Parque Americano, Antônio Bezerra/ Papicu, Antonio Bezerra Unifor.
Capacidade: 9000 pessoas
Estacionamento: 60 carros

Pontos Turísticos

Centro Dragão do Mar
Centro cultural que traz ao Ceará eventos artísticos de nível internacional e abre espaço para as manifestações culturais, com exposições e mostras. Abriga museu, cinema , loja de artesanato, com bares e restaurantes no seu entorno.

Barracas de Praia
Espalhadas pela orla marítima, com destaque para a Praia do Futuro, possuem ótima infra-estrutura e um excelente serviço , são constantemente usadas como palco de eventos descontraídos, esportivos e shows com atrações nacionais e internacionais.
Palácio da Luz
Antiga sede do Governo do Estado, foi construído no final do século XVIII, com o auxílio de mão de obra indígena, tendo sido adquirido pelo governo imperial em 1814. Atualmente, sedia a Academia Cearense de Letras. Conta com um acervo de 15 mil livros, disponíveis para pesquisa. Rua do Rosário, 01- Centro. Horário: 2a/6a de 8 às 13h. Tel.:3253-4275.
Emcetur
Antiga Cadeia Pública - Sua construção foi iniciada em 1856 e concluída em 1866. Tem linhas clássicas e caracteriza-se pela clareza e simplicidade das formas. Atualmente, sedia o Centro de Turismo do Estado(EMCETUR), com 104 lojas de artesanato e dois museus: o de Minerais e o de Arte e Cultura Populares.Localiza-se no Centro de Fortaleza. Horário: 2a/6a de 8 às 18h, sáb. de 8 às 12h.Tel.:3231-3566.

Casa de José de Alencar
Na casa onde nasceu o romancista estão mantidas as ruínas de um antigo engenho, considerado o primeiro do Ceará a receber energia a vapor, além de telas e documentos do escritor. Localiza-se na Av.Washington Soares,6055- Messejana. Horário comercial, sáb e domingo das 8 às 17:00h. Tel.: 3229-1898. 
Estoril
Um casarão de 1925, transformado em cassino nos anos 40 pelos militares norte-americanos. Reduto de intelectuais e boêmios, foi restaurado em 1995 e hoje abriga um centro cultural e um restaurante. Rua dos Tabajaras,397- Praia de Iracema. Tel.:3219-8389 .

Forte Nossa Senhora de Assunção

Foi o marco inicial da cidade. Construído em 1649, foi batizado de Forte Schoonemborck. Em 1655, foi tomado pelos portugueses e recebeu o nome atual. Reconstruído em 1816, atualmente sedia a 10a Região Militar. Aberto à visitação pública diariamente. Av. Alberto Nepomuceno- Centro. Tel.:3231-5155

Praça dos Leões

Construída em 1877, seu nome homenageia um general cearense que participou da Guerra do Paraguai. Destaque para as estátuas de leões de bronze, trazidas de Paris no começo do século. Localizada no Centro, forma imponente conjunto arquitetônico com a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, o Palácio da Luz e a antiga Assembléia Provincial.

Theatro José de Alencar
Construído entre 1908 e 1910, é um importante marco arquitetônico e cultural de Fortaleza. Com estrutura metálica importada da Escócia e linhas ecléticas em que predominam elementos neoclássicos, o teatro abriga ainda biblioteca e galeria de arte. Possui jardim lateral projetado pelo paisagista Burle Marx.

Ponte Metálica
Também conhecida como Ponte dos Ingleses, foi construída em 1923, servindo de porto para Fortaleza. A partir de 1940 tornou-se ponto de encontro da boemia e dos apaixonados pelo pôr-do-sol. O espetáculo fica completo quando a lua cheia sobe do Porto do Mucuripe. Nas manhãs, golfinhos podem ser vistos brincando na sua proximidade. Possui lojinha de conveniência, lanchonete e quiosque do Núcleo de Preservação Ambiental aberto de 8 às 11h e de 13 às 21h. 


Catedral Metropolitana
Em estilo eclético, predominando elementos neogóticos, a imponente Igreja da Sé foi construída entre os anos de 1937 e 1963. Praça da Sé- Centro. Tel.: 3231-4196.
Museu do Automóvel
Inaugurado em 3 de julho de 1981. O Museu possui cerca de 60 carros, um dos mais completos do gênero (Cadillac, Chevrolet, Dodge, Fiat). O mais antigo é um Ford de 1917. Rua Desembargador Manoel Sales de Andrade, 70- Água Fria. Horário: de 3a/Sáb. de 9 às 12h e 14 às 17h e Domingo de 9 às 13h. Tel: 3273-3129.
Museu do Ceará
Dispõe de um acervo de 5.830 peças distribuídas em três importantes coleções: Paleontologia, Arqueologia/Antropologia Indígena e Mobiliário. O Museu do Ceará exibe também exposições temáticas permanentes, com temas de interesse da história do Ceará, tais como os poderes constituídos, as lutas e revoltas populares, a religiosidade, a produção intelectual e a irreverência do cearense. O Museu do Ceará funciona no Palácio Senador Alencar, construção de 1817 tombada pelo IPHAN como marco oficial do estilo neoclássico brasileiro. Rua São Paulo,51-Centro, Tel(0xx85)452 -1545 horário: terça a sexta-feira: 8h30 às 17h. Sábados e feriados: 8h30 às 12h30. Domingos: das 14h às 17h. Fechado às segundas-feiras- Fonte Secult.
Museu de Fortaleza
O velho Farol do Mucuripe foi construído em estilo Barroco, entre os anos de 1840 a 1846, pelos escravos. Construção em alvenaria, madeira e ferro. Ele representa uma das mais antigas edificações de Fortaleza. Foi durante muito tempo referência para embarcações que aqui aportavam, porém, o velho olho do mar, como era conhecido, foi desativado em 1957. No período de 1981 a 1982, recebeu sua mais significativa reforma a fim de abrigar o Museu do Jangadeiro, atual Museu do Farol, cujo acervo faz referência a Fortaleza Colônia. Restaurado, hoje abriga peças e acervo sobre os principais momentos e acontecimentos que marcaram a capital cearense. São reproduções, desenhos, fotografias, documentos, ilustrações, trechos de romances e relatos de visitantes. Av.Visconde de Castro, s/n- Mucuripe. Horário: diariamente de 7 às 13h. Tel.: 3263-1115 .
Telefones Úteis
Centro de Convenções: (85) 3101-4691
Centro de Turismo: (85) 3101-5508
Disk Turismo SETFOR: (85) 3257-1000
Rodoviária João Tomé: (85) 3230-1111 /
Antônio  Bezerra:(85) 3235-1423
Secult: (85) 3101-2615
Secultfor: (85) 3105-1146
Setur: (85) 3101-4688
Sindicato Estadual de Guias de Turismo: (85) 3454-8941