Geografia da Amizade

Geografia da Amizade

Amizade...Amor:
Uma gota suave que tomba
No cálice da vida
Para diminuir seu amargor...
Amizade é um rasto de Deus
Nas praias dos homens;
Um lampejo do eterno
Riscando as trevas do tempo.
Sem o calor humano do amigo
A vida seria um deserto.
Amigo é alguém sempre perto,
Alguém presente,
Mesmo, quando longe, geograficamente.
Amigo é uma Segunda eucaristia,
Um Deus-conosco, bem gente,
Não em fragmentos de pão,
Mas no mistério de dois corações
Permutando sintonia
Num dueto de gratidão.
Na geografia
da amizade,
Do amor,
Até hoje não descobri
Se o amigo é luz, estrela,
Ou perfume de flor.
Sei apenas, com precisão,
Que ele torna mais rica e mais bela
A vida se faz canção!

"Roque Schneider"



Quem sou eu

Salvador, Bahia, Brazil
Especialista em Turismo e Hospitalidade, Geógrafa, soteropolitana, professora.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A Formação da População Brasileira




A população brasileira formou-se a partir de três grupos étnicos básicos: o indígena, o branco e o negro. A intensa miscigenação (cruzamentos) ocorrida entre esses grupos deu origem aos numerosos mestiços ou pardos (como são chamados oficialmente), cujos tipos fundamentais são os seguintes: mulato (branco + negro), o mais numeroso; caboclo ou mameluco (branco + índio) e cafuzo (negro + índio), o menos numeroso.

Sobre essa base juntaram-se, além dos portugueses, que desde a colonização continuaram entrando livre e regularmente no Brasil, vários outros povos (imigrantes), ampliando e diversificando ainda mais a formação étnica da população brasileira. Os principais grupos de imigrantes que entraram no Brasil após a independência (1822) foram os seguintes: atlanto-mediterrâneos (italianos e espanhóis), germanos (alemães), eslavos (poloneses e ucranianos) e asiáticos (japoneses).

A população brasileira é, assim, caracterizada por grande diversidade étnica e intensa miscigenação.

A elevada miscigenação ocorrida no período colonial, principalmente entre brancos (portugueses) e negros (africanos) , explica o rápido crescimento do contingente de mulatos em relação ao contingente de negros.

Em 1800, os negros eram 47% da população, contra 30% de mulatos e 23% de brancos. Fatores como, por exemplo, a proibição do tráfico de escravos (1850), a elevada mortalidade da população negra, o forte estímulo à imigração européia (expansão cafeeira), além da intensa miscigenação entre brancos e negros, alteraram profundamente a composição étnica da população brasileira. Em 1880, os negros estavam reduzidos a 20% da população, contra 42% de mulatos e 38% de brancos. Daí em diante, ocorreu a diminuição constante da população negra e aumento progressivo da população branca (intensificação da imigração européia, após a Abolição da Escravidão). Em 1991, os negros eram apenas 4,8% da população total, contra 55,2% de brancos e 39,2% de mestiços.

Excluídos do processo de desenvolvimento econômico e social do país, os negros formam atualmente, ao lado de grande parte de outras camadas não-brancas (mulatos, índios etc.) um enorme contingente de brasileiros marginalizados.

Os dados estatísticos fornecidos pelo recenseamentos gerais são relativamente precários e, até mesmo, omissos. No censo demográfico de 1970, por exemplo, no auge de regime militar, não há nada relativo aos negros e aos índios. Por quê? Manobra estratégica do governo para impedir a conscientização ou atuação de grupos étnicos minoritários?

Os números oficiais, principalmente os que se referem a brancos e negros, são passíveis de questionamento.
O primeiro recenseamento oficial no Brasil só foi realizado em 1872, ou seja, 372 anos após a chegada dos portugueses e cinqüenta anos após a Independência do país.
Há muita controvérsia com relação ao número de negros que entraram no Brasil, o mesmo ocorrendo com relação à população indígena que habitava o país na época da chegada dos colonizadores.
A ideologia do branqueamento, imposta pelo europeu, apregoando a superioridade do branco ("quanto mais branco, melhor") fez com que muitos indivíduos de ascendência negra passassem por brancos nos recenseamentos, a fim de obter maior aceitação social.
Fatos como esse permitem supor que os números mostrados são exagerados para mais, em relação aos brancos, e para menos, em relação aos negros.
A ideologia do branqueamento nada mais é que um modelo discriminatório, de natureza racista, criado pelas elites dominantes para marginalizar os negros, impedindo-os de obter ascensão social, econômica e cultural. O branqueamento teve importância decisiva no processo de descaracterização (enquanto raça) e no esvaziamento da consciência étnica dos negros.
O mulato, produto da miscigenação entre brancos e negros, constitui importante exemplo do poder de influência da ideologia do branqueamento. Por mais "claro" e mais bem-aceito socialmente que o negro, o mulato passou a se considerar superior ao negro, assimilando, com isso, a ideologia do branqueamento.

As cores do brasileiro

A identidade e a consciência étnicas são penosamente escamoteadas pelos brasileiros. Ao se auto-analisarem, procuram sempre elementos de identificação com os símbolos étnicos da camada branca dominante.

No censo de 1980, por exemplo, os não-brancos brasileiros, ao serem inquiridos pelos pesquisadores do IBGE sobre a sua cor, responderam que ela era acastanhada, agalegada, alva, alva escura, alvarenta, alva rosada, alvinha, amarela, amarelada, amarela queimada, amarelosa, amorenada, avermelhada, azul, azul marinho, baiano, bem branca, bem clara, bem morena, branca, branca avermelhada, branca melada, branca morena, branca pálida, branca queimada, branca sardenta, branca suja, branquiça, branquinha, loura, melada, mestiça, miscigenação, mista, morena, morena bem chegada, morena bronzeada, morena canelada, morena castanha, morena clara, morena cor de canela, morenada, morena escura, morena fechada, morenão, morena prata, morena roxa, morena ruiva, morena trigueira, moreninha, mulata, mulatinha, negra, negrota, pálida, paraíba, parda, parda clara, polaca, pouco clara, pouco morena, preta, pretinha, puxa para branca, quase negra, queimada, queimada de praia, queimada de sol, regular, retinha, rosa, rosada, rosa queimada, roxa, ruiva, russo, sapecada, sarará, saraúba, tostada, trigo, trigueira, turva, verde, vermelha, além de outros que não declararam a cor. O total de 136 cores bem demonstra como o brasileiro foge da sua verdade étnica, procurando, através de simbolismos de fuga, situar-se o mais possível próximo do modelo tido como superior.

Aborto seletivo gera escassez de 96 milhões de meninas na Ásia




Meninas são minoria em países asiáticos, como a China

A discriminação sexual na Ásia se reflete na disparidade de nascimentos, e isso pode ser visto pela “carência” de cerca de 96 milhões de meninas, sobretudo na China e na Índia, impedidas de nascer ou privadas de cuidados médicos suficientes, diz um informe da ONU divulgado nesta segunda-feira (8).

Segundo o documento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), publicado neste Dia Internacional da Mulher, o forte crescimento econômico dos países da região não acarretou um avanço na igualdade de sexos e, pelo contrário, o progresso serviu para fazê-lo retroceder.

Tecnologia facilita aborto de meninas

Os avanços tecnológicos permitiram, por exemplo, saber rapidamente o sexo de um bebê antes de seu nascimento, contribuindo para agravar o fenômeno dos abortos quando o feto é do sexo feminino, segundo um dos autores do estudo, Anuradha Rajivan:
- A velha predisposição à preferência pelos homens está agora combinada com a tecnologia médica moderna.
- Não é apenas causado pelo infanticídio de meninas, mas também por meninas não nascidas devido ao abordo seletivo, o que causa [a escassez de mulheres].

O informe explica que a Ásia tem a mais alta taxa de nascimentos de homens, com 119 meninos nascidos para cada 100 meninas, em comparação com a taxa mundial, que é de 107 meninos para cada 100 meninas.

China e Índia são os países mais afetados pelo fenômeno, totalizando entre ambos 85 milhões dos 96 milhões de mulheres que faltam na Ásia.

Este número é calculado em função da taxa homens-mulheres da população comparada com a que teoricamente deveria existir se o mesmo tratamento fosse dado aos dois sexos durante a gravidez, o nascimento e a infância.

Ásia está em encruzilhada, segundo informe
A Ásia e, em particular, o sul do continente, tem quase as piores condições no mundo – inclusive mais baixas que a África subsaariana- no que diz respeito à proteção das mulheres contra a violência, ao acesso à saúde, à educação, ao emprego e à participação política delas.

“Hoje, a região da Ásia do Pacífico está em uma encruzilhada”, explica o informe, afirmando que a evolução da igualdade de gêneros depende das ações dos governos.
O informe assinala ainda a necessidade de promover os direitos da mulher em três setores chave: o poder e a participação políticos e a proteção legal.

A ex-primeira-ministra da Nova Zelândia, Helen Clarck, que dirige atualmente o Programa de Nações Unidas para o Desenvolvimento, declarou que os dois gêneros se beneficiarão se forem realizados progressos nesses três setores.
- A participação feminina na sociedade pode melhorar a situação econômica de um país, se os objetivos de desenvolvimento econômico incluir as mulheres como parte da equação projetada.

Mais qualificadas, mulheres continuam ganhando menos que os homens, diz IBGE




Conquistar um diploma de curso superior não garante às mulheres a equiparação salarial com os homens, mostra o estudo "Mulher no mercado de trabalho: Perguntas e Respostas", divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta segunda-feira, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher.

Segundo o trabalho, baseado na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) de 2009, nos diversos grupamentos de atividade econômica, a escolaridade de nível superior não aproxima os rendimentos recebidos por homens e mulheres. Pelo contrário, a diferença acentua-se.

No caso do comércio, por exemplo, a diferença de rendimento para a escolaridade de onze anos ou mais de estudo é de R$ 616,80 a mais para os homens. Quando a comparação é feita para o nível superior, ela é de R$ 1.653,70 para eles.

No entanto, no grupamento da Construção, as mulheres com onze anos ou mais de estudo tem rendimento ligeiramente superior ao dos homens com a mesma escolaridade: elas recebem em média, R$ 2.007,80, contra os R$ 1.917,20 dos homens.

No geral, informa o IBGE, o rendimento de trabalho das mulheres, estimado em R$ 1.097,93 continua inferior ao dos homens (R$ 1.518,31). No ano passado, comparando a média anual de rendimentos dos homens e das mulheres, verificou-se que as mulheres ganham em torno de 72,3% do rendimento recebido pelos homens. Em 2003, esse percentual era de 70,8%.

Mesmo em um grupo mais homogêneo, com a mesma escolaridade e do mesmo grupamento de atividade, a diferença entre os rendimentos persiste. Tanto para as pessoas que possuíam onze anos ou mais de estudo quanto para as que tinham curso superior completo, os rendimentos da população masculina eram superiores aos da feminina.

Aumentou a escolaridade das mulheres que procuram trabalho

Em 2009, entre o 1,057 milhão de mulheres desocupadas e procurando por trabalho, 8,1% tinham nível superior. Houve um aumento na escolaridade dessas mulheres, visto que em 2003, em média, 5% tinham nível superior. Esse crescimento resulta do aumento da escolaridade de uma forma geral.

O aumento da escolaridade também pode ser observado em outros níveis. Em 2003, em média, 44,7% das mulheres desocupadas tinham onze anos ou mais de estudo. Em 2009, essa proporção ultrapassou significativamente a metade da população (59,8%). Verificou-se que a população feminina desocupada é proporcionalmente mais escolarizada que a população feminina acima de 10 anos. Enquanto, em média, 81,2% da população feminina desocupada tinham oito anos ou mais de escolaridade, na população em idade ativa este percentual era de 61,1%.

Já a parcela das mulheres ocupadas com nível superior completo era de 19,6%, também superior ao dos homens (14,2%). Com ensino médio completo (com onze anos ou mais de estudo), eram 61,2% das trabalhadoras, enquanto que para os homens, a parcela é de 53,2%. Por outro lado, nos grupos de menos escolaridade, a participação dos homens era superior a das mulheres.

35,5% das mulheres tinham carteira de trabalho assinada

O Estudo do IBGE acrescenta, no entanto, que, em 2009, aproximadamente 35,5% das mulheres estavam inseridas no mercado de trabalho como empregadas com carteira de trabalho assinada, percentual inferior ao observado na distribuição masculina (43,9%). As mulheres empregadas sem carteira e trabalhando por conta própria correspondiam a 30,9%. Entre os homens, este percentual era de 40%. Já o percentual de mulheres empregadoras era de 3,6%, pouco mais da metade do percentual observado na população masculina (7,0%).

Mulheres trabalham 38,9 horas semanais em média

Apesar de desde 2003 ter ocorrido uma redução de aproximadamente 36 minutos na diferença entre a média de horas trabalhadas por homens e mulheres, no ano passado as mulheres continuaram trabalhando, em média, menos que os homens. Cabe esclarecer que essa queda foi ocasionada pela redução na média de horas trabalhadas pelos homens. As mulheres, em 2009, trabalharam 38,9 horas, 4,6 horas a menos que os homens.

As mulheres trabalhavam menos que os homens em todos os grupamentos de atividade. Com a exceção das mulheres ocupadas em "Outros Serviços", as demais atividades apresentaram aumento da média de horas trabalhadas para as mulheres. No grupamento "Administração Pública", as mulheres trabalharam, em média, 36,4 horas semanais.

Em 2009, as mulheres com 8 a 10 anos de estudo foram as que declararam trabalhar mais horas semanais (39,4 horas). No entanto, aquelas com 11 anos ou mais de estudo foram as que apresentaram a menor diferença na média de horas trabalhadas em relação aos homens, 3,6 horas. Em 2003, esta diferença era de 4,4 horas.

As mulheres com 01 até 03 anos de estudo foram as que apresentaram a maior diferença (7,2 horas)  na média de horas trabalhadas, quando comparadas aos homens. Tal realidade é similar à verificada em 2003, quando a diferença era de 7,3 horas.

O número de horas trabalhadas pelas mulheres que possuíam curso superior completo somente ultrapassava ao das que tinham até 03 anos de estudo.

Já as mulheres com 11 ou mais anos de estudo foram as únicas a aumentar a média de horas trabalhadas semanalmente,  em todo o mercado de trabalho: de 38,8 horas em 2003 para 39,1 horas em 2009.

Cresceu o percentual de mulheres adultas querendo trabalhar

A população feminina desocupada (1,057 milhão de mulheres, em 2009) está muito concentrada no grupo etário entre 25 e 49 anos de idade. Em 2003, as mulheres, nesta faixa etária correspondiam a 49,3% da população feminina desocupada. Em 2009, elas já eram mais de metade: 54,2%.


                                                                                                                                                                           O Globo - 08/10/2010

Pirâmide etária do Brasil - Evolução 2000 - 2040


As perspectivas vislumbradas nessas projeções são de acelerado envelhecimento populacional, como mostrado no Gráfico 5. Alguns grupos populacionais já estão experimentando taxas negativas de crescimento – aqueles com idade abaixo de 30 anos – e continuarão a vivenciá-las, assim como outros passarão a experimentá-las ao longo do período da projeção. A partir de 2030, os únicos grupos populacionais que deverão apresentar crescimento positivo serão os com idade superior a 45 anos (Gráfico 6).





Legenda: homens - azul escuro: 2000 / branca: 2040
Legenda: mulheres - vermelha: 2000 / branca: 2040

População brasileira atingirá seu pico em 2030.




Publicados em 13/10/2011, estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre demografia, com base em análises de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, do IBGE, apontam que em 2030, o Brasil deve ter 206,8 milhões de habitantes, atingindo seu pico populacional. De acordo com o levantamento, caso não ocorra um aumento na fecundidade no país, em 2040 a população brasileira vai diminuir em relação a 2030, com 204,7 milhões de habitantes.

Sendo assim, nas próximas décadas, há a tendência de que haja um grande envelhecimento da população, combinada com uma redução rápida da população jovem.

Em 2009, a proporção de idosos no país era de 11,4% da população, contra 7,9% em 1992.
Num movimento contrário, o percentual de jovens caiu de 33,8% em 1992 para 24% em 2009. E a partir de 2030, as projeções são de que apenas os grupos populacionais na faixa acima de 45 anos cresça.

Enquanto isso, a taxa de fecundidade no país continua abaixo da taxa de reposição populacional, mantendo os índices de 2007 e 2008. Em 2009, essa taxa foi de 1,8 filho por mulher.

Segundo técnicos do Ipea, essas tendências impactarão de forma firme o mercado de trabalho e as políticas públicas, com possíveis alterações nas aposentadorias, além de forçar a iniciativa privada a se adequar a uma oferta de mão-de-obra mais envelhecida com conseqüentes aumento de gastos com planos de saúde e capacitação e/ou atualização para o uso de novas tecnologias.

Essas alterações indicam que houve um ganho social devido à redução da mortalidade em todas as faixas etárias e para o aumento da expectativa de vida.

O estudo também mostrou alterações na estrutura familiar brasileira. O número de casal com filho caiu, de 62,8% em 1992 para 49,9% em 2009. Em compensação, houve um aumento das famílias constituídas por casais sem filhos (16,2% em 2009) e de homens e mulheres morando sozinhos (7,5% para eles e 8,9% para elas). Mães com filhos

Boa Sorte na prova do ENEM 2011!!!!!



Concentração e tranquilidade garantem o máximo de acertos possível.
Não se preocupe em tentar acertar um determinado número de questões.
Nada de achismos!
Não adianta fazer suposições.
Utilize apenas as informações que, de fato, constam no enunciado. Não suponha nada além.
Não acredite cem por cento nas figuras: acho que esse ângulo é reto. Não! Ou está escrito no enunciado que ele é reto ou terá que deduzir isso.
Não carregue sobre os ombros as expectativas de seus pais. Já bastam as suas!
O diálogo é a melhor saída para controlar a ansiedade de ser aprovado no vestibular.
A ansiedade e o medo são considerados reações normais em situações aflitivas, como provas.
A adrenalina produzida pela ansiedade pode ajudar no processo competitivo, gerando iniciativa e garra para lutar.
Aprender a ter controle sobre a situação em vez de entrar em pânico é a chave para um melhor aproveitamento da adrenalina.
Acredite em si mesmo!
A autoconfiança é um fator importante, que começa a partir da aplicação diária e intermitente aos estudos.
Se não passar no primeiro vestibular em que se inscreveu, não desanime. Afinal, a concorrência é grande.
Busque incessantemente o autocontrole, para evitar a ansiedade da véspera e o famoso branco.
Evite conversas sobre os assuntos da prova com os colegas, para não absorver o nervosismo alheio.
Você vale muito mais do que pensa.
Acredite na sua capacidade, estude o máximo que puder e tenha muita garra e determinação.
Esqueça aquela sensação do tipo "sou um fracassado" e a substitua por "sou um ser humano digno de receber amor, carinho e atenção. Posso realizar todos os meus sonhos porque sou capaz!"
Vale a pena enfrentar tudo com alegria e descontração porque o sistema funciona e costuma ser honesto, privilegiando apenas aqueles que estudam muito e desenvolvem sua mente. A diferença de nota entre o primeiro lugar e o primeiro reprovado, em geral, é muito pequena.
Acredite sempre em Deus, que Ele o ajudará. Mas lembre-se de que Deus só ajuda a quem se ajuda, ou a quem cedo madruga. Isto é, terá de estudar muito para merecer a proteção divina.
Seja sempre otimista.
Viva intensamente os momentos de alegria.
Busque as atividades que lhe dão mais prazer.
Assuma a responsabilidade e o controle da sua vida.
Guie seu destino de acordo com seus valores e ideais.
Seja mais você e preocupe-se menos com a opinião alheia.
Não adote um comportamento passivo e uma postura de vítima.
Pare de reclamar, pois as soluções para os problemas sempre aparecem.
Quem pensa positivo e não valoriza as preocupações, lida melhor com as dificuldades.
Seja insistente e perseverante na busca de seus objetivos, que seus sonhos se realizarão.
Tudo tem sua hora certa de acontecer; o que precisamos fazer é apenas dar uma mãozinha à felicidade...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

FIQUE ATENTO




Os portões de acesso abrem às 12h e fecham às 13h. Recomenda-se que todos os participantes compareçam ao local de realização das provas até às 12h, de acordo com o horário oficial de Brasília.
Como são as provas

O Enem é composto por quatro provas objetivas com 45 questões cada e uma redação. Confira os dias da prova:
Dia 22/10/2011 (1º dia): Ciências Humanas e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
Tempo para a prova: 4h30
Dia 23/10/2011 (2º dia): Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Redação e Matemática e suas Tecnologias.
Tempo para a prova: 5h30
Dica! Verifique com antecedência na página do Inep o local de prova para o qual foi designado. Faça o trajeto até o local da sua prova antes do dia do Exame e se certifique de comparecer ao local de realização das provas até às 12hs do horário de Brasília.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

ENADE 2011



O Enade tem como objetivo avaliar o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências. O Exame integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), criado em 2004, pela Lei n° 10.861.

Prova - A prova do Enade está marcada para o dia 6 de novembro, com início às 13 horas (horário de Brasília). Os alunos terão quatro horas para responder a 30 questões de conhecimentos específicos de cada área e 10 de conhecimento geral. O conteúdo das provas será divulgado pelo Inep em portarias específicas.

Devem participar do Exame os estudantes ingressantes em 2011 e os concluintes do curso no ano de realização do ENADE, assim como aqueles que tiverem concluído mais de 80% (oitenta por cento) da carga horária mínima do currículo do curso da IES.

Cursos Avaliados - Os cursos avaliados este ano são os de Bacharelado nas áreas de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia; Bacharelados ou Licenciaturas em Biologia, Ciências Sociais, Computação, Filosofia, Física, Geografia, História, Letras, Matemática e Química; Licenciaturas em Pedagogia, Educação Física, Artes Visuais e Música e os cursos tecnológicos em Alimentos, Construção de Edifícios, Automação Industrial, Gestão da Produção Industrial, Manutenção Industrial, Processos Químicos, Fabricação Mecânica, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Redes de Computadores e Saneamento Ambiental.

Retrospectiva 2010 Relembre os principais fatos que marcaram o ano



O ano de 2010 trouxe algumas novidades surpreendentes, além velhos conhecidos – tragédias naturais, aquecimento global, tráfico de drogas e violações dos direitos humanos. O certo é que o modo como a história foi escrita, neste ano, irá influenciar nossas vidas nos próximos.

No Brasil, a política foi o grande destaque em 2010. Depois de oito anos, a "era Lula" termina com a eleição de Dilma Rousseff. Inexperiente nas urnas, a ex-ministra da Casa Civil chegou ao Palácio do Planalto amparada pela popularidade recorde do presidente Lula.

Nem mesmo os sucessivos escândalos de corrupção envolvendo o PT abalaram a confiança dos eleitores. A vitória da petista foi um reflexo da estabilidade econômica do país e dos avanços na área social. Em 2011, ela terá que governar com autonomia para resolver problemas deixados pela gestão anterior, sobretudo nas áreas de educação, saúde e infraestrutura.

Para boa parte dos brasileiros, contudo, o ano será lembrado pelo fiasco da seleção brasileira na Copa do Mundo na África do Sul. A teimosia do técnico Dunga custou uma derrota nas quartas de final para o futebol holandês, adiando os sonhos do hexacampeonato para a Copa no Brasil, em 2014.

Fora dos campos, a população teve preocupações bem mais sérias. As chuvas provocaram enchentes e deslizamentos de terras que mataram dezenas de pessoas no Estado do Rio de Janeiro, nos meses de janeiro e abril.


Tráfico
A violência no Rio foi notícia, mais uma vez, na imprensa internacional. Primeiro em julho, com a prisão do goleiro Bruno, astro do Flamengo envolvido na morte da ex-amante Eliza Samúdio.

Depois, entre os dias 25 e 28 de novembro, com a retomada de áreas controladas por facções criminosas no Complexo do Alemão. Agora, o governo tem pela frente o desafio de manter a segurança nos morros, rompendo uma tradição de décadas de descaso político.

A Justiça também foi elogiada pela rápida resposta no caso da morte da menina Isabella Nardoni, 5 anos, ocorrida em março de 2008. O casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foi condenado em 27 de março por um júri popular, num dos julgamentos mais esperados de 2010.


EUA x China
Nos Estados Unidos, este será provavelmente um ano que o presidente Obama gostaria de esquecer. No meio do mandato, restava pouco da vitória triunfante do primeiro negro na Casa Branca. Os pacotes de estímulo à economia não surtiram efeito e ele ainda perdeu a maioria democrata na Câmara dos Deputados, nas eleições legislativas de novembro.

Porém, uma promessa de campanha foi cumprida: os Estados Unidos começaram a retirar as tropas de combate do Iraque. A guerra, que já dura sete anos, deixou mais de 4 mil soldados mortos e custou bilhões de dólares aos cofres públicos.

Já no final do ano, o ex-hacker Julian Assange roubou a cena, divulgando em seu site, o Wikileaks, 250 mil documentos secretos da diplomacia norte-americana e causando a maior “saia justa” em Washington.

A China, que neste ano ultrapassou o Japão e se tornou a segunda maior economia mundial, foi outra oponente de peso ao Império Americano. Os conflitos ocorreram no campo das finanças, com a “guerra fiscal”, e no ciberespaço, com o ataque de hackers.

Para Pequim, a posição de destaque no mercado veio acompanhada de cobranças em política, meio ambiente e direitos humanos. O recado mais contundente foi a indicação do Prêmio Nobel da Paz para o dissidente Liu Xiaobo. Preso, ele não pode receber a condecoração no dia 10 de dezembro. Foi representado por uma cadeira vazia.

As críticas também foram duras contra o Irã. O governo de Mahmoud Ahmadinejad teve que voltara trás e adiar a condenação da iraniana Sakineh Mohammadie Ashtiani, que seria apedrejada até morte por crime de adultério.


Haiti
2010 ainda emocionou o mundo por duas tragédias na América Latina. Em 12 de janeiro, um dos terremotos mais violentos da história devastou a capital do Haiti, Porto Príncipe, matando 230 mil pessoas. Na sequência, uma epidemia de cólera se espalhou pelo país mais pobre do continente, que não conseguiu se reerguer dos escombros.

Já a segunda tragédia deve um final feliz. O resgate de 33 mineiros presos em uma mina no Chile, em 13 de outubro, foi acompanhado por meios de comunicação de todo o mundo. Eles ficaram 60 dias soterrados a 700 metros de profundidade e se tornaram celebridades internacionais. Para o bem ou para o mal, foi um ano inesquecível.

O mundo ainda está longe de alcançar as metas de redução dos impactos das mudanças climáticas



O mundo ainda está longe de alcançar as metas de redução dos impactos das mudanças climáticas estabelecidas pelas Nações Unidas, e deve se preparar para desastres maiores se o atual cenário não for modificado, alertou um estudo que ressaltou o aumento das emissões de gases de efeito estufa do Brasil.

Durante as negociações da ONU realizadas na Cidade do Panamá, preparatórias para a Cúpula Climática da ONU em Durban, na África do Sul, no fim do ano, o Rastreador de Ação Climática, que pretende fazer um acompanhamento dos esforços dos países para reduzir as emissões de gases-estufa, detectou um abismo entre as metas estabelecidas pelos governos e seus resultados.

Em 2009, na Cúpula do Clima da ONU anterior, em Copenhague, os países concordaram no último minuto em limitar a elevação da temperatura na Terra a 2 graus Celsius com relação aos níveis do período pré-industrial, meta considerada tímida demais para os ambientalistas.

O rastreador calculou que o Brasil terá emissões "significativamente maiores" ao previamente projetado.

Em Copenhague, o País prometeu uma redução entre 36% e 39% das emissões em comparação com o cenário 'business as usual' (com parâmetros inalterados).

No entanto, dados recentes do país indicam que as emissões de dióxido de carbono aumentaram, sobretudo devido ao avanço do desmatamento, destacou o estudo. Segundo números divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente na segunda-feira, a Amazônia perdeu 7.000 km2 de floresta no ano concluído em julho de 2010.

Na China, país que detém o título de maior emissor de dióxido de carbono, as emissões deste gás considerado o responsável pelo aumento da temperatura no planeta estão crescendo mais rápido do que se pensava.

Segundo o estudo, se os níveis atuais forem mantidos, em 2020 as emissões de gases estufa estarão na casa dos 54 milhões de toneladas de dióxido de carbono, o equivalente a entre 10 e 14 milhões de toneladas a mais do que a meta fixada.


ados recentes do país indicam que as emissões de dióxido de carbono aumentaram, sobretudo devido ao avanço do desmatamento, destacou o estudo. Segundo números divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente na segunda-feira, a Amazônia perdeu 7.000 km2 de floresta no ano concluído em julho de 2010.

O planeta está "muito, muito longe" de alcançar o objetivo de 2 graus, alertou Bill Hare, um dos principais autores de um relatório científico das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, elaborado em 2007, e diretor do grupo de pesquisas Climate Analytics, sediado em Postdam (Alemanha).

"Caminhamos para um aquecimento de mais de 3 graus, a menos que haja avanços importantes", disse Hare, assessor do grupo ambientalista Greenpeace, durante entrevista coletiva.

Até mesmo um aumento de dois graus na temperatura global seria problemático, pois o mundo ficaria exposto a incêndios muito mais frequentes e à elevação do nível do mar, destacou.

"Os níveis de aquecimento rumo aos quais estamos avançando podem chegar a provocar facilmente severos danos a ecossistemas vulneráveis de um extremo a outro do planeta", acrescentou.

"A produção e a disponibilidade de alimentos ficariam ameaçadas, particularmente na África, se as práticas agrícolas atuais mudassem rapidamente", explicou.

A China, que superou os Estados Unidos como o principal emissor global, resiste a assinar um tratado internacional vinculante, mas se comprometeu em reduzir entre 40% e 45% a quantidade de carbono produzida por cada ponto do PIB até o final de 2020.

O Rastreador de Ação Climática admitiu que o país está tomando medidas para economizar energia e trocar sua matriz energética com vistas ao uso maior de fontes renováveis, como a eólica.

"Isto é muito positivo", disse Niklas Hoehne, diretor de política energética e climática da consultoria Ecofys.


Em 2009, na Cúpula do Clima da ONU anterior, em Copenhague, os países concordaram no último minuto em limitar a elevação da temperatura na Terra a 2 graus Celsius com relação aos níveis do período pré-industrial, meta considerada tímida demais para os ambientalistas.

Ele reforçou, no entanto, que as emissões chinesas são superiores ao previsto inicialmente em razão do "rápido crescimento econômico" do país.

Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama se comprometeu a reduzir as emissões em 17% com relação aos níveis de 2005, mas enfrenta a oposição férrea dos republicanos.

Muitos deles questionam as evidências científicas das mudanças climáticas e afirmam que importantes reduções no uso de petróleo e outros combustíveis fósseis representariam uma nova carga para a já atribulada economia americana.

As negociações no Panamá, iniciadas no sábado passado e que se estendem até a próxima sexta-feira, visam a tirar do ponto morto em que se encontram alguns aspectos chave da próxima conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

O maior entrave está no futuro do Protocolo de Kyoto, que exige dos países desenvolvidos que reduzam suas emissões de dióxido de carbono. As obrigações impostas por este tratado terminam em 2012 e ainda não há um pacto para renová-las.

Os participantes não esperam o anúncio de algum acordo, mas sim estabelecer as bases para a conferência de Durban, que começará em 28 de novembro e é vista como a última oportunidade de se tomar uma decisão com relação ao período pós-Kyoto.