Geografia da Amizade

Geografia da Amizade

Amizade...Amor:
Uma gota suave que tomba
No cálice da vida
Para diminuir seu amargor...
Amizade é um rasto de Deus
Nas praias dos homens;
Um lampejo do eterno
Riscando as trevas do tempo.
Sem o calor humano do amigo
A vida seria um deserto.
Amigo é alguém sempre perto,
Alguém presente,
Mesmo, quando longe, geograficamente.
Amigo é uma Segunda eucaristia,
Um Deus-conosco, bem gente,
Não em fragmentos de pão,
Mas no mistério de dois corações
Permutando sintonia
Num dueto de gratidão.
Na geografia
da amizade,
Do amor,
Até hoje não descobri
Se o amigo é luz, estrela,
Ou perfume de flor.
Sei apenas, com precisão,
Que ele torna mais rica e mais bela
A vida se faz canção!

"Roque Schneider"



Quem sou eu

Salvador, Bahia, Brazil
Especialista em Turismo e Hospitalidade, Geógrafa, soteropolitana, professora.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Tipos de Aprendizagem Pessoal



Você está tendo problemas para absorver novos conteúdos nos seus estudos?

Você pode querer saber mais sobre seu estilo próprio de aprendizagem. Seu estilo de aprendizagem é a maneira que você prefere aprender. Ele não tem nada a ver com o quão inteligente você é ou quais são as habilidades que você desenvolveu. Tem a ver com a forma como o seu cérebro funciona de forma mais eficiente de apreender novas informações. Seu estilo de aprendizagem tem estado com você desde que você nasceu.

Não há tal coisa como um estilo de aprendizagem ser “bom” ou ser “ruim”. O sucesso vem com muitos estilos de aprendizagem diferentes. Não há uma abordagem “direita” de aprendizagem. Todos nós temos nossa própria maneira particular de aprender. O importante é estar ciente da natureza do seu estilo de aprendizagem. Se você entende de como o seu cérebro aprende melhor, você terá maior chance de estudar de uma forma produtiva.

Para você começar a pensar em seu estilo de aprendizagem, pense sobre a maneira pela qual você se lembra de um número de telefone. Você vê, no olho da sua mente, como se olhasse para o telefone? Ou você pode “ver” o número em que pedaço de papel, imaginando-o exatamente como você o escreveu? Você pode ser um aprendiz Visual. Ou, talvez você possa “ouvir” o número da mesma forma como se ouvisse alguém recitá-lo para você. Neste caso, você pode ser um aprendiz auditivo. Se você “deixar seus dedos fazerem a caminhada” no telefone, ou seja, seus dedos discarem o número sem olhar para o telefone, você pode ser um aprendiz Tátil / Cinestésico (sensível ao movimento).

Esta forma de olhar para o estilo de aprendizagem utiliza os diferentes canais de percepção (ver, ouvir, tocar / mover) como seu modelo. Esta é uma visão um pouco simplista de um assunto muito complicado (o cérebro humano). No entanto, olhando de um ponto de vista perceptivo para estilo de aprendizagem é uma forma útil para começar.

Combinar seu estilo com estratégias de aprendizagem

Embora não haja um estilo de aprendizagem “bom” ou “ruim”, pode haver uma combinação boa ou ruim entre a forma como você aprende melhor e da maneira um determinado curso é ensinado. Suponha que você é um aprendiz visual, matriculado em um curso de aula tradicional. Você sente que instrutor fica falando por horas e você não consegue prestar atenção ou ficar interessado na aula. Há uma incompatibilidade entre seu estilo de aprendizagem e do ambiente de ensino. Assim que você compreender esse descompasso, você pode encontrar maneiras de adaptar seu estilo para garantir o seu sucesso no aprendizado.

Você pode começar a gravação das palestras para que você não se preocupar em perder informações importantes. Você pode optar por desenhar diagramas que ilustram as ideias que estão sendo apresentadas. Você pode ir para o computador e encontrar um vídeo para ajudar a fornecer algumas informações adicionais. O que você está fazendo é desenvolver estratégias de aprendizagem que trabalham para você porque elas são baseadas em seu conhecimento do seu próprio estilo de aprendizagem.

Uma descrição dos Quatro Estilos de Aprendizagem e estratégias de aprendizagem.

Estilo de Aprendizagem Visual / Verbal

Você aprende melhor quando as informações são apresentadas visualmente e em um formato de linguagem escrita. Em sala de aula, você se beneficia de instrutores que utilizam o quadro negro (ou retroprojetor) para listar os pontos essenciais de uma aula, ou que fornece um esboço para acompanhar durante a palestra. Você se beneficia a partir de informações obtidas através de livros e notas de aula. Você tende a gostar de estudar sozinho em uma sala silenciosa. Muitas vezes você vê as informações “em sua mente” quando você está tentando lembrar alguma coisa.

Estratégias de aprendizagem para o aluno Visual / Verbal:

Para ajudar recordar-se, fazer uso de “código de cores” quando se estuda novas informações em livro-texto ou notas. Usando canetas marca-texto, destacar diferentes tipos de informação em cores contrastantes.

Escrever frases e frases que resumem as principais informações obtidas a partir do seu livro e aula.
Faça fichários de palavras e conceitos que precisam ser memorizados. Use canetas marca-texto para enfatizar postos-chave sobre os cartões. Limitar a quantidade de informações por cartão assim que sua mente puder formar uma “imagem” mental da informação.

Ao apreender as informações apresentadas em diagramas ou ilustrações, escrever explicações para o que foi aprendido.

Ao aprender matemática ou informações técnicas, escrever em frases e frases-chave de sua compreensão do material. Quando um problema envolve uma sequência de passos, escrever em detalhes como fazer cada etapa.

Fazer uso de processamento de texto de computador. Copiar as principais informações das suas notas e livros didáticos em um computador. Use as impressões para revisão visual.

Antes de um exame, faça você mesmo lembretes visuais de informações que devem ser memorizadas.  Ao fazê-los observar que contenham palavras-chave e conceitos e também colocá-los em locais de grande visibilidade – em seu espelho, notebook, painel do carro, etc.

O Estilo de Aprendizagem Visual / não-verbal

Você aprende melhor quando as informações são apresentadas visualmente e em uma imagem ou formato de design. Em sala de aula, você se beneficia de instrutores que usam recursos visuais, como cinema, vídeo, mapas e gráficos. Você se beneficia de informações obtidas com as imagens e diagramas em livros didáticos. Você tende a gostar de trabalhar em uma sala silenciosa e pode não gostar de trabalhar em grupos de estudo. Ao tentar lembrar de algo, muitas vezes você pode visualizar uma foto em sua mente. Você pode ter um lado artístico que gosta de atividades tendo a ver com arte visual e design.

Estratégias de aprendizagem para o aluno Visual / não-verbal:

Faça fichários de informações-chave que precisam ser memorizadas.

Desenhar símbolos e imagens sobre os cartões para facilitar relembrar.

Use canetas marca-texto para destacar as palavras-chave e imagens sobre os fichários. Limitar a quantidade de informações por cartão, assim que sua mente puder tirar uma foto “mental” da informação.

Marcar as margens do seu livro com palavras-chave, símbolos e diagramas que o ajudam a lembrar do texto. Use canetas marca-texto de cores contrastantes com “código de cor” para cada informação.

Ao aprender matemática ou informações técnicas, fazer gráficos para organizar a informação. Quando um problema matemático envolve uma sequência de passos, desenhar uma série de caixas, cada uma contendo o número apropriado de informações em dada sequência.

Use papel quadriculado grande praça para ajudar a criar gráficos e diagramas que ilustram os conceitos-chave.

Use o computador para ajudar na organização de material que precisa ser memorizado. Usando processamento de texto, criar tabelas e gráficos com gráficos que ajudam a compreender e reter o material do curso. Use planilha e software de banco de dados para organizar material que precisa ser aprendido.

Tanto quanto possível, traduzir as palavras e ideias em símbolos, imagens e diagramas.

O estilo tátil / cinestésico de Aprendizagem

Você aprende melhor quando fisicamente envolvido em uma atividade “manual”. Na sala de aula, você se beneficia de um ambiente de laboratório onde o homem possa manipular materiais para apreender novas informações. Você aprende melhor quando pode ser ativo fisicamente no ambiente de aprendizagem. Você se beneficia de instrutores em sala de aula que incentivam manifestações, “mãos-a-obra” nas experiências dos sistemas de aprendizagem do estudante e trabalho de campo fora da sala de aula.

Estratégias para o Aprendiz Tátil / Cinestésico:

Para ajudar você a manter o foco em classe, sentar-se perto da frente da sala e tomar notas durante todo o período de aula. Não se preocupe com a ortografia correta ou escrever frases completas. Anote as palavras-chave e desenhe ou faça gráficos para ajudá-lo a reter a informação que você está ouvindo.

Ao estudar, andar para trás e para frente com livros didáticos, notas ou fichários na mão e ler as informações em voz alta.

Pensar em maneiras de fazer a sua aprendizagem de algo tangível, ou seja, você pode colocar em suas mãos. Por exemplo, fazer um modelo que ilustra um conceito-chave. Gastar mais tempo em um ambiente de laboratório para aprender um procedimento importante. Passe algum tempo no campo (por exemplo, um museu, site histórico, ou local de trabalho) para ganhar experiência em primeira mão de seu assunto.

Para aprender uma sequência de passos, faça cartões 3′x5 cm para cada etapa. Organizar as cartas no topo de uma tabela para representar a sequência correta.

Colocar em palavras, símbolos ou imagens no seu fichários, qualquer coisa que ajude você a se lembrar da informação.

Use canetas marca-texto em cores contrastantes para destacar pontos importantes.

Limitar a quantidade de informações por cartão ajuda a recordar. Pratique colocar as cartas em ordem até que a sequência se torne automática.

Ao rever a nova informação, copiar postos-chave em um quadro-negro, placa de cavalete, ou superfície de escrita de grande porte.

Fazer uso do computador para reforçar a aprendizagem através do sentido do tato. Usando o software de processamento de texto, copiar as informações essenciais de suas notas e livros didáticos. Utilização de gráficos, tabelas e planilhas para organizar o material que deve ser aprendido.

Estilo de Aprendizagem Auditivo / Verbal

Você aprende melhor quando a informação é apresentada em um formato auditivo de linguagem oral. Em sala de aula, você se beneficia em ouvir palestras e participar de discussões em grupo. Você também se beneficia com a obtenção de informações a partir de fita de áudio. Ao tentar lembrar-se de algo, muitas vezes você pode “ouvir” a forma como alguém lhe disse a informação, ou a forma como você já repetiu em voz alta. Você aprende melhor quando interage com outros em uma audição.

Estratégias para aprendizagem Auditivo / Verbal:

Participar de um grupo de estudo para ajudá-lo a aprender o material do curso. Ou, trabalhar com um “professor particular” em uma base contínua para rever as informações-chave e preparar-se para os exames.

Ao estudar por si mesmo, falar em voz alta para ajudar a relembrar. Em uma sala onde você não incomodará ninguém, leia suas anotações e livro em voz alta.

Grave suas palestras. Use o ‘pause’ para evitar a gravação de informação irrelevante.

No início de cada palestra, definir o seu contador para ’000 ‘. Se um conceito discutido durante a palestra parece particularmente confuso olhar, o número balcão do tempo e anotá-lo. Depois, você pode avançar para esse número de rever o material que o confundiu durante a palestra.

Use áudio-books, ajudar a reter as informações. Ou, crie a suas próprias fitas de áudio através da leitura de notas e informações de livros em um gravador.

Ao se preparar para um exame, reveja as gravações no seu carro ou em um MP3 player sempre que você puder.

Ao aprender matemática ou informações técnicas faça o “seu caminho” através das novas informações colocando o problema em suas próprias palavras.

Para aprender uma sequência de passos, reescrevê-los em forma de frases e lê-los em voz alta.

Estas orientações irão ajuda-lo a entender o mecanismo do processamento das informações que chegam até você. As dicas que damos podem ser rearranjadas por você mesmo a medida que for conhecendo mais profundamente o processo cognitivo usado pelo seu cérebro.

A prova do ENEM 2011 vem aí



Nos próximos dias 22 e 23 de Outubro às 13:00 h (Horário de Brasília), 5,3 milhões de estudantes farão as provas do Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM 2011.

Em entrevista recente, Malvina Tuttman, a presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (INEP), responsável pela seleção, informou que as provas já estão sendo impressas na gráfica RR Donneley.

Este ano, para evitar repetir erros ocorridos em edições passadas, foram inseridas algumas novidades. O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) foi contratado para realizar a certificação de toda produção das provas, inclusive a parte gráfica, visando garantir a integridade da impressão dos testes do ENEM. Após a impressão, as provas ficarão sob guarda e segurança do Exército, para garantir que não haja vazamento das questões, como em 2009.

Enem 2011: os resultados não serão mais ranqueados por escola

A presidente afirmou ainda que a capacitação de 350 mil fiscais está sendo intensificada em todo o pais. Os fiscais do ENEM, serão servidores de Institutos e Universidades Federais.

A divulgação dos resultados também terá novidades. Um acordo entre o INEP e o Ministério da Educação, estabelece que a divulgação não será mais feita por escola, para não evidenciar, possíveis diferenças entre as instituições de ensino, fato que cria um ranqueamento.

E, em 2011, o aluno poderá ter aceso à correção de suas provas, tanto das objetivas quanto da redação, bastando para isso, que após a divulgação dos resultados, o aluno entre no site do INEP com login e senha obtidos no sistema.

ENEM 2011: novidades para quem deseja uma graduação no exterior

Outra novidade, é que a Classificação no ENEM 2011 será um dos critérios adotados para concessão de bolsas de graduação no exterior, através do programa: “Ciência sem Fronteira”.

O Ministro da Ciência Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante afirmou que das 100 mil bolsas existentes no Programa, 27.100 serão oferecidas aos graduandos. As restantes vão ser distribuídas entre os cursos de Mestrado e de Doutorado.

Para estarem aptos a concorrer a uma destas bolsas, os participantes do ENEM devem obter média final igual ou maior do que 600.

Prepare-se bem, pois a recompensa poderá ser o ingresso em uma das 73 universidades públicas que adotaram o ENEM como parte integrante ou total da avaliação de seus candidatos.

Mudanças climáticas forçam espécies a migrar mais rápido: estudo



As mudanças climáticas parecem estar forçando muitos seres vivos a emigrar para locais mais favoráveis até três vezes mais rapidamente do que se pensava até agora, segundo um estudo publicado na revista Science.

Cientistas compilaram estudos anteriores sobre a migração das espécies e os combinaram em uma meta-análise que demonstrou uma clara tendência de movimento rumo a climas mais frios, com migrações mais rápidas nos locais onde o calor é mais intenso.

"Estas mudanças equivalem a um distanciamento de animais e plantas em relação ao equador de 20 centímetros por hora, a cada hora do dia, durante todos os dias do ano", disse o responsável pelo projeto, Chris Thomas, professor de Biologia na Universidade de York, no Reino Unido.

"Isto tem acontecido nos últimos 40 anos e vai continuar pelo menos durante o restante deste século", acrescentou.

O estudo é "um resumo do estado de conhecimento do mundo sobre como as espécies estão respondendo às mudanças climáticas", explicou a co-autora do trabalho e professora de Ecologia de York, Jane Hill.
"Nossa análise mostra que as taxas de resposta às mudanças climáticas são duas ou três vezes mais rápidas do que se pensava", sustentou.

Os dados provêm de estudos de aves, mamíferos, répteis, insetos, aranhas e plantas em Europa, América do Norte, Chile, Malásia e ilha de Marion, na África do Sul.

Ao agrupar os estudos e analisar seus resultados, os cientistas encontraram pela primeira vez um vínculo entre o aumento da temperatura e a movimentação dos organismos.

"Esta pesquisa mostra que o aquecimento global está fazendo com que as espécies se movam para os polos e para as elevações mais altas", destacou outro dos autores do estudo, I-Ching Chen, pesquisador da Academia Sinica, em Taiwan.

"Demonstramos pela primeira vez que a mudança na distribuição das espécies se correlaciona com as mudanças do clima nessa região", afirmou.
Estudos anteriores sugeriram que algumas espécies estão em risco de extinção devido à sua mudança de habitat, mas estes não se aprofundam no tema.

Ao invés disto, os cientistas disseram esperar que a análise dê uma imagem mais precisa das mudanças que acontecem em todo o planeta.

"A comprovação de quão rápido as espécies estão se movimentando devido às mudanças climáticas indica que muitas, de fato, podem estar se encaminhando rapidamente para a extinção onde as condições climáticas estão se deteriorando", afirmou Thomas.

"Por outro lado, outras espécies estão migrando para novas áreas, onde o clima se tornou adequado, de forma que haverá alguns ganhadores e muitos perdedores", afirmou.

Terra abriga 8,7 milhões de espécies diferentes, calcula estudo



O planeta Terra tem 8,7 milhões de espécies diferentes, embora poucas tenham sido descobertas e catalogadas, afirmaram pesquisadores.

Este número, publicado na revista PLoS Biology e apresentado como "o cálculo mais preciso divulgado até agora", revisa estimativas anteriores que oscilavam entre 3 e 100 milhões.

Estima-se que 1,25 milhão de espécies tenham sido descobertas e classificadas desde que o cientista sueco Carl Linnaeus instaurou, em meados do século XVIII, o sistema de taxonomia adotado até hoje.

A cifra de 8,7 milhões é uma projeção baseada em uma análise matemática das espécies conhecidas.

Segundo o estudo, realizado por cientistas da Universidade de Dalhousie, no Canadá, e da Universidade do Havaí, ainda não foram descobertas 86% das espécies terrestres e 9% das marinhas.

"A pergunta de quantas espécies existem intrigou os cientistas durante séculos e a resposta, junto com o estudo de outros sobre a distribuição e a abundância das espécies, é particularmente importante agora porque uma grande quantidade de atividades humanas e influências estão acelerando a taxa de extinção", disse o autor principal do trabalho, Camilo Mora, da Universidade do Havaí.
"Muitas espécies podem desaparecer antes mesmo de sabermos de sua existência, de seu nicho único e função nos ecossistemas, e de sua contribuição para melhorar o bem-estar humano", acrescentou.

O estudo calcula que haja 7,77 milhões de espécies de animais, das quais 953.434 descritas e catalogadas, e 298.000 espécies de plantas, com 215.644 descritas e catalogadas até o momento.

Os cientistas também afirmaram que há provavelmente 611.000 espécies de fungos, como o mofo e os cogumelos, dos quais 43.271 são conhecidos pela ciência.

Por volta de 36.400 espécies de protozoários ou organismos unicelulares como as amebas, e 27.500 espécies eucariotas como as algas pardas, também foram incluídas na contagem projetada.

"A Humanidade se comprometeu a salvar espécies em risco de extinção, mas até agora não tínhamos uma ideia real de quantas seriam", disse o co-autor do estudo, Boris Worm, da Universidade de Dalhousie.

A Lista Vermelha, publicada pela União Internacional para a Conservação da Natureza acompanha 59.508 espécies, das quais 19.625 são consideradas ameaçadas de extinção.

Estudo identifica influência das variações climáticas em guerras civis



Variações climáticas como o El Niño e La Niña têm impacto sobre conflitos nas regiões afetadas por estes fenômenos, que correm o risco de se agravar com a emissão de gases da era industrial, afirma um estudo publicado na revista Nature.

Os países tropicais, que sofrem com tempestades causadas pelo fenômeno El Niño, são duas vezes mais suscetíveis a terem conflitos internos do que países afetados pelo La Niña, mais úmida e menos quente.

A fome, que dobrou na Somália por causa de uma guerra civil e castiga o Chifre da África, é um exemplo dos efeitos das variações do clima, que intensificam a seca e as tensões de sociedades já fragilizadas, segundo os autores da pesquisa. Eles acrescentam que estes riscos aumentarão com o aquecimento global causado pela emissão de gases estufa.

"O estudo mostra inegavelmente que, mesmo no nosso mundo moderno, as variações climáticas têm impacto sobre a propensão das pessoas à violência", explica Mark Cane, pesquisador do clima do Observatório da Terra Lamont-Doherty da Universidade de Columbia, em Nova York.

Conhecido pela sigla ENSO (El Niño-Southern Oscillation), o fenômeno atinge o Hemisfério Sul e é um ciclo que aparece a cada dois ou sete anos e dura entre nove meses e dois anos, provocando fortes perdas na agricultura, pesca e extrativismo florestal.

O fenômeno decorre do acúmulo de massas d'água quente na parte ocidental do Pacífico tropical e atravessa o oceano. Pode provocar modificações drásticas nos ciclos de chuvas e nas temperaturas, gerando ondas de calor, ventos secos e violentos na África, parte sul da Ásia e sudoeste da Austrália.

Já o ciclo inverso, o La Niña, causado por um resfriamento das massas de água na parte oriental do Pacífico, favorece fortes chuvas nessas regiões.

Os autores do estudo examinaram os dois fenômenos climáticos no período de 1950 a 2004 e os cruzaram com as informações sobre conflitos internos que causaram no mínimo 25 mortos por ano durante o mesmo período.
Cento e setenta e cinco países e 234 conflitos, dos quais mais da metade matou mais de mil mortos nos confrontos, também foram analisados.

Durante o período de observação do La Niña, a probabilidade de um conflito acontecer era de 3%, enquanto durante o El Niño esta porcentagem subia para 6%, o dobro segundo o estudo. E o risco de um conflito em países que não são afetados por nenhum dos dois fenômenos era de 2%.

Segundo os pesquisadores, o El Niño pode ter tido influenciado 21% dos casos de guerras civis pelo mundo, uma cifra que chega a 30% nos países especialmente afetados pelo fenômeno.

Solomon Hsiang, principal pesquisador do estudo, afirmou que o El Niño é um fator invisível, mas que provoca perdas nas colheitas, favorece as epidemias após as tempestades, intensifica a fome, o desemprego e as desigualdades que, por sua vez, alimentam a discórdia e o descontentamento.

Outros fatores que podem influenciar no nível de risco de uma guerra civil são o crescimento demográfico, a prosperidade e a capacidade de os governos controlarem os eventos ligados ao El Niño.

Segundo Hsiang, a crise atual na Somália, que não foi incluída no estudo, é um "exemplo perfeito" das consequências indiretas do El Niño.

Acidente de Fukushima liberou 168 vezes mais césio 137 que bomba de Hiroshima



A quantidade de césio radioativo liberada em 11 de março passado da central nuclear japonesa de Fukushima foi 168 vezes mais importante do que a liberada pela bomba atômica de Hiroshima em 1945, afirmou o jornal Tokyo Shimbun.

A publicação, que diz basear-se em estimativas do governo, informa que os reatores danificados pelo tsunami liberaram até agora 15.000 terabecquerels de césio 137.

Em agosto de 1945, a bomba atômica largada pelo exército americano sobre a cidade de Hiroshima liberou instantaneamente na atmosfera 89 terabecquerels deste isótopo, cujo período radioativo é de 30 anos, acrescentou o jornal.

"Em teoria, a quantidade de césio 137 liberado pela central de Fukushima é, portanto, 168,5 vezes mais importante que a da bomba americana", destacou o jornal, acrescentando que estimativa foi feita pelo governo a pedido de uma comissão parlamentar.

No entanto, a comparação termina aí, já que a bomba atômica provocou 140.000 mortos, em um primeiro momento, pelo calor ou a onda da explosão, e nos meses seguintes pelos efeitos das radiações. O acidente de Fukushima no momento não causou morte alguma.

Cientistas descobrem planeta de diamante a 4.000 anos-luz da Terra



Um brilho no céu chamou a atenção dos astrônomos, que documentaram o que acreditam ser o primeiro pequeno planeta feito de diamantes, a cerca de 4.000 anos-luz de distância da Terra.

A descoberta dessa pequena jóia, com grande velocidade de rotação e que possui mais massa do que o gigante gasoso Júpiter, foi feita por uma equipe internacional de pesquisadores que publicaram seus achados na revista Science.

O planeta de diamante já foi uma estrela maior, mas agora é uma anã branca, já que perdeu a maior parte de sua matéria o pulsar, uma pequena estrela de nêutron de cerca de 20 km de diâmetro, que a orbita.

Uma anã branca é o que resta depois que uma estrela como o Sol esgota a maior parte de sua energia, enquanto um pulsar é uma estrela de nêutrons com um intenso campo magnético que envia pulsos de alta radiação que aparecem como se fossem luzes piscando.

Acredita-se que o planeta tenha cerca de 60 mil km de diâmetro, ou cerca de cinco vezes o diâmetro da Terra, e orbita o pulsar a cada duas horas e 10 minutos.

"Este remanescente deve ser em grande parte de carbono e oxigênio, porque uma estrela feita de elementos mais leves, como hidrogênio e hélio, seria grande demais para caber nos tempos de órbita medidos", explicou o pesquisador Michael Keith.

Os astrônomos detectaram o estranho casal com o radiotelescópio Parkes, do Australian Commonwealth Scientific and Industrial Research Organization (CSIRO).

Mudanças no clima também afetam nossa saúde mental, alerta estudo



Estresse nos adultos, angústia nas crianças: as mudanças climáticas também podem afetar a saúde mental das pessoas, alerta um estudo publicado nesta segunda-feira por um instituto de pesquisas australiano, para o qual este tema ainda é muito pouco estudado.

"Os danos causados pelas mudanças climáticas não são só físicos. O passado recente mostra que os eventos climáticos extremos trazem também sérios riscos para a saúde pública, inclusive a saúde mental e o bem-estar das comunidades", destacou este estudo, realizado pelo Instituto do Clima, uma entidade australiana.

Ao comparar fenômenos climáticos, como secas e inundações observados nos últimos anos em algumas regiões da Austrália, o estudo constata que "a comoção e o sofrimento provocados por um evento extremo pode persistir durante anos".

Uma parte significativa das comunidades atingidas por episódios como estes - uma pessoa em cada cinco - vai sofrer os efeitos do estresse, de danos emocionais e desespero, estimou o Instituto do Clima.

Segundo o organismo, o abuso de álcool pode ocorrer após eventos climáticos extremos e alguns estudos estabelecem inclusive um vínculo entre ondas de calor, secas e taxas de suicídio mais elevadas.

As crianças parecem particularmente vulneráveis à ansiedade e à insegurança geradas pela incapacidade dos adultos de lutar contra o desequilíbrio climático.

Embora haja vários estudos sobre os efeitos das mudanças climáticas em termos econômicos, existe uma lacuna sobre as "consequências das mudanças climáticas para o bem-estar e a saúde humana", constatou Tony McMichael, professor de saúde pública da Universidade Nacional Australiana.

"Este é um ponto cego sério, limita nossa visão de futuros possíveis e da necessidade de uma ação eficaz e urgente", acrescentou, ao introduzir este estudo que, segundo ele, "vai nos ajudar a compreender a 'face humana' das mudanças climáticas".

Descoberta estrela que 'não deveria existir'



Astrônomos descobriram uma estrela muito primitiva, que não deveria existir, de acordo com uma teoria amplamente aceita pela ciência, segundo um estudo publicado na revista científica Nature.

Situada na constelação de Leão, a estrela, com massa menor que o sol, é constituída quase que totalmente de hidrogênio e hélio, com a menos densa quantidade conhecida de elementos químicos mais pesados que os astrônomos chamam de "metais".

"Segundo uma teoria amplamente aceita, estrelas como esta com uma massa pouco densa e quantidades extremamente pequenas de metais, não deveriam existir", explicou a principal autora deste estudo, Elisabetta Caffau, da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, e do Observatório de Paris.

"Foi uma surpresa descobrir, pela primeira vez, uma estrela nesta 'zona interdita'", acrescentou a pesquisadora, em um comunicado, evocando a necessidade de "rever certos modelos de formação das estrelas".

Segundo cosmólogos, somente os elementos químicos mais leves - hidrogênio e hélio - foram criados pouco após o Big Bang, assim como alguns traços de lítio.

Outros elementos - entre os quais o oxigênio, o carbono e o ferro - foram formados mais tarde, no coração das estrelas, e disseminados em sua explosão, de forma que cada geração de estrelas enriqueceu-se dos elementos produzidos pela precedente. Assim, a proporção de metais de uma estrela revela a sua idade.

A estrela que desafia esta teoria pode ter mais de 13 bilhões de anos.

Ela é "muito primitiva. Pode se tratar de uma das estrelas mais velhas já descobertas", declarou Lorenzo Monaco, do Observatório Europeu Austral (ESO), no Chile, onde as observações foram feitas graças ao telescópio VLT (Very Large Telescope).

Descoberta no halo em torno da nossa galáxia, esta pequena estrela com apenas 80% da massa do Sol e 20.000 vezes menos "metais" não poderia se formar na ausência do carbono e do oxigênio, que servem para resfriar a nuvem de gás inicial que se aquece à medida que se comprime.

"Quanto mais quente o gás, maior a pressão", que pode deter a dissipação da nuvem, explicou Piercarlo Bonifacio, do Observatório de Paris. Para conseguir esta compressão, "é preciso um mecanismo que possa resfriar o gás", como aquele fornecido pelo oxigênio e o carbono, capazes de fazer sair o calor, sob a forma de radiação.

Outra surpresa: como esta estrela primitiva pode conter uma taxa de lítio cinquenta vezes mais fraca que aquela do universo na época de sua formação? Segundo os astrônomos, para desaparecer, a matéria da estrela deve ter sido aquecida a dois milhões de graus.

Lixo espacial alcança 'ponto crítico', advertem cientistas



A quantidade de detritos suspensos no espaço alcança um "ponto crítico", representando uma ameaça cada vez maior para satélites e astronautas, advertiram cientistas americanos em um informe.

"O espaço é cada vez mais perigoso para os equipamentos espaciais e os astronautas", destacou no relatório Donald Kessler, ex-diretor da agência espacial americana (Nasa) e presidente de uma comissão encarregada de estudar o lixo espacial.

"A Nasa deve encontrar a melhor forma de atacar todos os problemas que meteoritos e escombros orbitais causam, e que implicam em riscos para as missões espaciais humanas e robóticas", destacou.

A Nasa contabilizou 22.000 escombros e calcula que haja outros milhões pequenos demais para serem detectados. Entre estes restos, pelo menos 500.000 têm menos de 10 cm de diâmetro, mas podem provocar estragos quando se viaja em alta velocidade.

Os modelos informáticos revelam que a quantidade de escombros chega a um "ponto crítico, que significa que vão colidir e criar ainda mais escombros, aumentando ainda mais os riscos de danificar aparelhos espaciais", destacou o Conselho de Pesquisa Nacional, entidade independente que controla a comissão.

Os esforços para reduzir o lixo espacial sofreram um revés quando, em 2007, a China testou mísseis antissatélites contra um satélite meteorológico que explodiu em milhares de pedaços.

Mais escombros foram produzidos dois anos depois, quando dois satélites se chocaram acidentalmente.

Limpar o lixo espacial não é só caro, mas também complicado pelo fato de que a legislação internacional proíbe os Estados Unidos de coletarem objetos que pertencem a outros países.

"A Guerra Fria acabou, mas permanece a suscetibilidade aguda que ronda a tecnologia de satélites", explicou o vice-presidente da comissão, George Gleghorn, ex-vice-presidente e engenheiro chefe do TRW Space and Technology Group.

O relatório de 160 páginas recomenda que a Nasa requeira a ajuda do Departamento de Estado para resolver "as considerações econômicas, tecnológicas, políticas e legais" relativas à questão.

Ban Ki-moon quer resultados verdadeiros na luta contra aquecimento global



O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, se comprometeu, durante uma visita às ilhas do Pacífico ameaçadas pelo aumento do nível do mar, a prosseguir com os esforços para obter "verdadeiros resultados" na luta contra o aquecimento global.

"Vou ser o porta-voz de vossas preocupações ante o mundo, na Assembleia Geral das Nações Unidas e nas negociações sobre as mudanças climáticas em Durban no fim do ano", prometeu Ban Ki-moon, na presença do presidente de Kiribati, Anote Tong.

"Prosseguirei meus esforços até que obtenhamos verdadeiros resultados", acrescentou, antes de chamar de "linha de frente" contra o aquecimento global o Pacífico e suas muitas ilhas ameaçadas pela elevação dos oceanos.

Apesar das promessas, o presidente Tong considerou "altamente improvável a curto prazo qualquer progresso significativo nas negociações sobre as mudanças climáticas".

A Conferência de Durban, de 28 de novembro a 9 de dezembro, representa a última oportunidade para a comunidade internacional ampliar o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.

O protocolo é o único instrumento legal que obriga os países ricos a reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa. Mas Estados Unidos, Rússia, Japão e Canadá já anteciparam que rejeitarão um acordo vinculante em Durban.

Astrônomos descobrem mais de 50 exoplanetas


Uma equipe internacional de astrônomos anunciou a descoberta de mais de 50 exoplanetas em órbita de estrelas próximas, entre os quais uma "super Terra", situada em uma zona "habitável", isto é, onde a água pode ser encontrada em estado líquido.

Trata-se do maior grupo de novos exoplanetas anunciado simultaneamente, destacou nesta terça-feira, em um comunicado, o Observatório Europeu Austral (ESO).

Michel Mayor (Universidade de Genebra, Suíça), um dos descobridores do primeiro planeta extrassolar em 1995, chefiou a equipe que detectou esta nova série de planetas, graças ao espectrógrafo buscador de planetas HARPS (High Accuracy Radial Velocity Planetary Searcher), instalado no observatório de La Silla, no Chile.

Estes resultados foram apresentados na segunda-feira, durante a conferência sobre sistemas solares extremos, realizada no Wyoming (Estados Unidos).

Esta última "coleta" do buscador HARPS inclui 16 "super Terras", ou seja, planetas com massa de uma a dez vezes a do nosso planeta.

Uma dessas super Terras situa-se na zona habitável de sua estrela, onde a água pode se apresentar em estado líquido, portanto, propícia para o surgimento da vida como conhecemos.

Além disso, os cientistas destacaram que mais de 40% das estrelas similares ao Sol têm pelo menos um planeta de massa inferior à de Saturno (que tem massa entre 3 e 100 vezes a da Terra).

"A série de descobertas, feitas graças ao HARPS supera todas as expectativas", disse Michel Mayor, entusiasmado porque o ritmo "se acelera".

Este renomado e eficiente instrumento já permitiu detectar 150 exoplanetas, dos quais duas super Terras potencialmente habitáveis: Gliese 581d, em 2007, e HD 85512b, agora.

Este último exoplaneta se situa a 36 anos-luz da Terra (1 ano-luz = 9,46 trilhões de quilômetros).

Desde 1995 mais de 670 exoplanetas foram descobertos por várias equipes de astrônomos.

Exoplanetas:
Um exoplaneta (ou planeta extra-solar (AO 1990: extrassolar) ) é um planeta que orbita uma estrela que não seja o Sol e, desta forma, pertence a um sistema planetário distinto do nosso.
Embora a existência de sistemas planetários há muito tem sido de aventado, até a década de 1990 nenhum planeta ao redor de estrelas da sequência principal havia sido descoberto. Todavia, desde então, algumas perturbações em torno da estrela atribuídas a exoplanetas gigantes vêm sendo descobertas com telescópios mais possantes. Mesmo por estimativas, as observações cada vez mais frequentes de exoplanetas gigantes reforçam a possibilidade de que alguns desses sistemas planetários possam conter planetas menores e consequentemente abrigar vida extraterrestre. Até 2008, já haviam sido catalogados mais de duzentos planetas extra-solares, mas a maioria indicou sempre condições inóspitas à existência de vida tal como é concebida em nosso planeta. Os planetas detectados até agora são, em sua maioria, do tamanho ou maior do que Júpiter, e giram na maioria das vezes em órbitas muito próximas da estrela-mãe. Entretanto, os cientistas acreditam que isso se deve a limitações nas técnicas de detecção de planetas, e não porque essas condições sejam mais comuns.

Chevron investiga possível vazamento no Golfo do México



O grupo petroleiro americano Chevron anunciou nesta terça-feira, 13/09/2011 que investiga um "possível vazamento" de petróleo em um oleoduto situado no Golfo do México, que foi fechado por precaução.

"A Chevron Pipe Line fechou seu sistema Main Pass esta manhã para investigar um potencial vazamento" em um duto, escreveu o grupo em nota a seus clientes, consultada pela AFP.

"Como consequência, o sistema (de oleodutos) Cypress Pipeline System foi fechado porque o Main Pass é a única rede de oleodutos que o alimenta", acrescentou a empresa, sem informar os volumes envolvidos.

Um relatório do incidente, disponível no site do National Response Center americano, com data de segunda-feira, menciona a quantidade de 1.075 galões, ou seja, 4.000 litros de petróleo bruto que teriam sido derramados nas águas do Golfo, na altura da Luisiana.

A Chevron não confirmou esta quantidade.

Em 20 de abril de 2010, a explosão da plataforma Deepwater Horizon deixou 11 mortos e provocou o vazamento de centenas de milhões de litros de petróleo bruto no Golfo do México até o poço ser fechado, quatro meses depois.