Geografia da Amizade

Geografia da Amizade

Amizade...Amor:
Uma gota suave que tomba
No cálice da vida
Para diminuir seu amargor...
Amizade é um rasto de Deus
Nas praias dos homens;
Um lampejo do eterno
Riscando as trevas do tempo.
Sem o calor humano do amigo
A vida seria um deserto.
Amigo é alguém sempre perto,
Alguém presente,
Mesmo, quando longe, geograficamente.
Amigo é uma Segunda eucaristia,
Um Deus-conosco, bem gente,
Não em fragmentos de pão,
Mas no mistério de dois corações
Permutando sintonia
Num dueto de gratidão.
Na geografia
da amizade,
Do amor,
Até hoje não descobri
Se o amigo é luz, estrela,
Ou perfume de flor.
Sei apenas, com precisão,
Que ele torna mais rica e mais bela
A vida se faz canção!

"Roque Schneider"



Quem sou eu

Salvador, Bahia, Brazil
Especialista em Turismo e Hospitalidade, Geógrafa, soteropolitana, professora.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Posição Brasileira no IDH

O IDH brasileiro subiu levemente, de 0,808 para 0,813, mas o país ficou apenas na 75ª posição no ranking de 182 países avaliados pelo IDH, com a inclusão de Andorra e Liechtenstein pela primeira vez, e a volta do Afeganistão, que havia saído do índice em 1996.
No ano passado, apesar de registrar um índice pior (0,807), o Brasil ocupava a 70ª posição no ranking do Pnud. Após uma revisão no índice, o país passou a ser o 75º (com IDH de 0,808). Agora, com os novos números, o Brasil manteve a posição e permaneceu no grupo dos países com alto desenvolvimento humano (com IDH acima de 0,800).
O IDH, que varia entre 0 e 1, avalia as conquistas de um país com base na expectativa de vida, acesso à educação e padrão de vida, medido pelo PIB (Produto Interno Bruto) per capita.
A Noruega continuou no topo da lista, seguida pela Austrália e Islândia. Serra Leoa, Afeganistão e Níger são os três últimos e apresentam os piores índices de desenvolvimento humano.
A China foi o país que registrou o maior aumento, subindo sete posições, seguida pela Colômbia e pelo Peru, que melhoraram cinco posições no ranking.

1 - Noruega 0,971
2 – Australia 0.970 
3 – Iceland 0.969
4 – Canada 0.966
5 – Ireland 0.965 
6 – Netherlands 0.964 
7 – Sweden 0.963 
8 – France 0.961 
9 – Switzerland 0.960 
10 – Japan 0.960 
11 – Luxembourg 0.960 
12 – Finland 0.959 
13 – USA 0.956 6
14 – Austria 0.955 
15 – Spain 0955 
16 – Denmark 0.955 
17 – Belgium 0.953 
18 – Italy 0.951 
19 – Liechtenstein 0.951 
20 – New Zealand 0.950
21 – United Kingdom 0.947 
22 – Germany 0.947 
44 – Chile 0.878 
49 – Argentina 0.866
50 – Uruguay 0.865
51 – Cuba 0.863 
53 – Mexico 0.854 
54 – Costa Rica 0.854 
58 – Venezuela 0.844 
60 – Panama 0.840 
75 – Brazil 0.813 
77 – Colombia 0.807 
78 – Peru 0.806 
80 – Ecuador 0.806
101 – Paraguay 0.761 
106 – El Salvador 0.747 
112 – Honduras 0.732 
113 – Bolivia 0.729 
122 – Guatemala 0.704
124 – Nicaragua 0.699 
149 – Haiti 0.532 

 

A Rodada de Doha

A Rodada de Doha ou Agenda de Doha para o Desenvolvimento, o que é?
É um ciclo de negociações globais sobre um determinado tema que envolve relações de comércio entre os países. Tem esse no me pelo fato de a primeira reunião (Quarta Conferência Ministerial da OMC) ter sido realizada em Doha, capital do Qatar (Emirados Árabes Unidos). Já existiram outras rodadas desse tipo, a primeira importante foi o Rodada Kennedy (1964-1967), a Rodada Tóquio (1973-1979), Rodada do Uruguai (1986-1994).

A Rodada de Doha - Início em 2001
A Quarta Conferência da OMC, denominada de Rodada de Doha, começou em novembro de 2001, inserida num contexto de que a expansão do comércio e das trocas internacionais ajudaria a reduzir a pobreza e os focos de conflito no mundo. A Rodada de Doha é um ciclo de reuniões que já dura sete anos, onde a Quinta Conferência da OMC foi realizada em Cancum, no México, em 2003. Em 2005, ocorreu outra Conferência Ministerial,em Hong Kong.

Criação do G-20
È importante ressaltar que na Conferência de Cancum no México, com a decisiva participação do Brasil é criado o G-20, um grupo hoje composto por 23 países que detém uma fatia substancial do comércio mundial. O G-20, liderado pelo Brasil e Índia tem ainda a participação da Argentina, Bolívia, Chile, China, Cuba, Equador, Egito, Guatemala, Indonésia, México, Nigéria, Paquistão, Paraguai, Peru, Filipinas, África do Sul, Tanzânia, Tailândia, Uruguai, Venezuela e Zimbábue.

G-20 - Porta Voz dos Emergentes
A atuação do G-20 impõe uma mudança no comércio mundial, onde ainda permanecia o mesmo conceito do século 19, de que o comércio sempre ajuda, mas dentro de uma realidade em que os países mais fracos ou menos desenvolvidos levavam a pior, porque as regras eram feitas de acordo com os interesses dos países industriais, a criação do G-20 sinalizou uma mudança nessas relações, os países do grupo, agora denominados de emergentes, passaram a ser um interlocutor de peso nesses ciclos de negociações.

Rodada de Doha - Grupos de Interesse
Nesta segunda feira 21 de julho de 2008, tem mais uma seqüência da Rodada de Doha, em Genebra, na Suíça, onde estão presentes 40 países dos 152 que são membros da OMC - Organização Mundial do Comércio. As dificuldades que geram grandes impasses nessas reuniões é obter um acordo que atenda os interesses de três grupos , sendo esses grupos, a UE - União Européia, os EUA - Estados Unidos da América e o G-20, além da Rússia e países não integrados nas negociações.

O que esta em discussão
Os países em desenvolvimento, ou países emergentes querem maior abertura no setor agrícola das nações desenvolvidas, incluindo a redução ou o fim de subsídios(1), o que consideram políticas protecionistas, principalmente por parte dos Estados Unidos e da União Européia. Do outro lado o bloco dos países desenvolvidos ou países ricos industrializados e exportadores de produtos industrializados, pressiona os países emergentes por maior abertura (redução de tarifas) nos setores de indústria e serviços. Fatores que resultam em complexas negociações.

Creditos de Carbono

O Protocolo de Kyoto - 1997
Segundo o acordo firmado pelos governos dos países membros da Organização das Nações Unidas - ONU, quando assinaram o Protocolo de Kyoto em 1997os países desenvolvidos e responsáveis por 80% da poluição mundial se comprometeram a reduzir a emissão de gases do efeito estufa (GEE) entre os anos de 2002 a 2012 em relação aos níveis de emissão da década de 1990.
O Protocolo de Kyoto e os Créditos de Carbono
Para alguns dos países desenvolvidos, reduzir a emissão de gases do efeito estufa pode significar alterações profundas colocando em riscos suas economias. É justamente para evitar essa possibilidade causar efeitos na economia dos países desenvolvidos que foi criado pelo Protocolo de Kyoto um sistema chamado de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL, inserido neste os créditos de carbono.
Créditos de Carbono - como funciona
De acordo com regras estabelecidas pelo Protocolo de Kyoto, países desenvolvidos com metas de redução das emissões de dióxido de carbono podem investir em projetos que diminuam as emissões em qualquer outro país e contabilizarem as emissões não realizadas em sua cota. Uma empresas que não tem licenças suficientes para cobrir suas emissões de gases do efeito estufa - GEE devem fazer reduções ou então comprar créditos de carbono excedentes de outras corporações.
Exemplo Prático - Aterro Bandeirantes
Aterro Bandeirantes em São Paulo, é considerado um dos maiores depósitos de lixo do mundo, recebendo cerca de 7 mil toneladas de lixo gerado pela cidade de São Paulo, isto é a metade do que a cidade produz. Neste local os gases produzidos, originários da decomposição de matéria orgânica eram queimados em drenos verticais e lançados na atmosfera. Para evitar a queima sem controle e o lançamanto toneladas de poluentes para a atmosfera e contribuindo para a redução da emissão de gases do efeito estufa - GEE, foi desenvolvido o projeto de construção de uma Central Térmica a Gás do Aterro Sanitário municipal Bandeirantes.
O projeto
Consistiu na implantação de uma unidade de produção de energia limpa, a partir do aproveitamento adequado do gás metano gerado pelo lixo, a técnica consiste em converter o metano gerado pelo lixo, em gás carbônico - CO2, com a queima controlada do metano - CH4 e aproveitando para gerar energia. Embora haja emissão de CO2, o ganho é explicado de o metano ter um poder de poluição 21 vezes maior que o gás carbônico. Significando que a conversão de uma substância em outra gera créditos de carbono.
Os Créditos de Carbono - Entendendo
Essa redução de gases da Usina do Aterro Bandeirantes é convertido em Créditos de Carbono, onde cada crédito equivale a uma tonelada do gás, com valor de mercado atual entre 12 a 18 Euros, variando de acordo com a cotação internacional, passa a ser um certificado para venda similar ao mercado de ações.
O Primeiro Leilão
Dia 26 de setembro de 2007 foi realizado o primeiro leilão de carbono no Brasil e na América Latina, o evento aconteceu na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) , em São Paulo, o banco belgo-holandês Fortis comprou os 808.450 créditos ofertados pela Prefeitura de São Paulo, referente ao projeto da Central Térmica a Gás do Aterro Sanitário Municipal Bandeirantes pelo qual pagou 16,20 Euros por cada crédito (cada tonelada). Esses créditos de carbono podem ser usados pelo banco tanto para cumprir eventuais metas de redução de emissão de gases de efeito estufa como para vender no mercado internacional, principalmente o europeu, onde seu preço já ultrapassa os 20 euros.

Resumo Japão e China

Japão
O caráter montanhoso do país é resultado de forças orogênicas geologicamente recentes, como demonstra a freqüência de terremotos violentos, atividade vulcânica e as alterações do nível do mar ao longo do litoral.
São escassas as planícies e planaltos, ao contrário do que ocorre em regiões mais estáveis e antigas da Terra, niveladas pela erosão.
As montanhas cobrem mais de quatro quintos do Japão e se agrupam em seis pequenas cadeias, de nordeste para sudeste.
Arquipélago : vulcânico(círculo do Fogo do Pacífico), constituído por terrenos de origem recente(Período Terciário) ;
Extensão : pouco maior que o Estado de São Paulo.
Relevo : montanhoso obrigando a população a se concentrar nas pequenas superfícies planas no litoral (16% do território).
Clima: Temperado atingido pelas monções; grande influência marítima resultando em elevado índice pluviométrico.
Florestas: cobrem cerca de 65% do território.
Hidrografia: rios de pequeno porte intensamente aproveitados para irrigação e produção de energia.
Litoral: recortado e com muitos portos.
Chuvas abundantes + Clima Temperado = vegetação rica: favorecimento da Agricultura;
Importador de Madeira, apesar de suas florestas, devido à grande demanda para a construção civil.
O principal transporte do país é o HIDROVIÁRIO.
O Japão, até séc. XIX, tinha uma estrutura feudal cujos líderes eram os Xóguns.
O Imperador Mutsohito institui a era MEIJI(1868 - 1912);
Governo pró-ocidente que dá início à modernização do Japão;
Término da estrutura feudal; obrigatoriedade do ensino primário e serviço; criação de uma constituição e implantação da revolução industrial;
Agricultura: Aplicando técnicas modernas (mecanização e fertilizantes) obtém-se alto rendimento mesmo se dispondo de pequeno território (14%).
Apenas 6,5% da população se dedica ao setor primário.
Pesca: Produz 15% da pesca mundial ( a atividade é favorecida pela grande extensão do litoral e presença de correntes marítimas frias e quentes ).
Recursos Minerais: É um dos maiores importadores de matéria prima do mundo.
Energia: O petróleo é importado e representa 75% do consumo; o carvão representa 15%.
A agricultura japonesa caracteriza-se pelo elevado número de propriedades pequenas e ineficientes. Somente em Hokkaido encontram-se empreendimentos maiores.
O arroz é o principal produto agrícola do país. Outros produtos importantes são batata, rabanete, tangerina, repolho, batata-doce, cebola, pepino e maçã.
A frota pesqueira japonesa é a maior do mundo em tonelagem, ainda que a pesca seja realizada por empresas de pequeno porte.

China
Área: 9.536.499 km². Hora local: +11h.
Cidades: Xangai (aglomerado: 13.659.000 em 1996; Pequim (Beijing) (aglomerado:mais de 20 milhões de habitantes);
POPULAÇÃO – 1,300 bilhão (2007);
Densidade: 134,75 hab./km² (2001). Pop. urb.: 32% (2000).
Cresc. dem.: 0,71% ao ano; fecundidade: 1,8 filho por mulher;
Expectativa de vida M/F: 69,1/73,5 anos; mort. infantil: 36,5‰ (2000-2005).
Analfabetismo: 15% (2000).
ECONOMIA – Moeda: iuan; cotação para US$ 1: 8,27 (jul./2001). PIB: US$ 989,5 bilhões;
Renda per capita: US$ 780 (1999). Força de trabalho: 751 milhões (1999).
Relevo em degraus (baixas altitudes à beira mar);
Planícies, no baixo curso dos rios, com solo amarelo de origem eólica (loess) de boa fertilidade;
SINKIANG:Planaltos Semi-áridos; Baixa densidade populacional; Petróleo e indústria estratégica;
TIBETE: Altiplanos e montanhas (4000m); Anexada em 1950(população não-chinesa); Pastoreio e Agricultura;
MONGÓLIA INTERIOR: Baixos planaltos; Deserto de Gobi;Pastoreio nômade e Trigo(irrigação)
MANDCHÚRIA: Planícies Temperadas(coníferas); Solo LOESS (trigo e soja); Indústrias de Base(siderúrgica, mecânica, etc.)
CHINA DO SUDESTE: Planícies aluvionais(rios); Clima Tropical Monçônico; Agricultura – arroz, chá, cana de açúcar, abacaxi.
RIOS: HOANG – HO ð agricultura, trigo e barragens;
YANG – TSÉ (AZUL) ðrizicultura, navegação, ferro;
SI-KIANG: ðagricultura, grande densidade demográfica.
O crescimento econômico rápido e desordenado tem provocado sérias desigualdades sociais agravando as disparidades regionais.
Em 1997, a China começou um dos maiores processos de privatizações de suas 300 mil estatais (JIANG ZEMIN).
Província de GUANDONG vem apresentando notável crescimento industrial devido aos investimento feitos por empresas de Hong Kong e Taiwan;
Criação da bolsa de valores de Pequim e Xangai, a ampliação da produção de bens de consumo, a entrada de capital estrangeiro e outras medidas econômicas.
Uma das principais mudanças no setor agrícola é o estímulo à formação das COMUNAS POPULARES que apresenta uma administração integrada ao Estado.
a China é o único país subdesenvolvido que tem conseguido controlar a inflação, crescer economicamente e, ao mesmo tempo, atrair os capitais internacionais. Nas suas Zonas Econômicas Especiais (ZEEs), a presença de investimentos estrangeiros deu um novo dinamismo à produção e circulação de bens. As exportações chinesas, em parte graças a uma mão-de-obra extremamente mal paga, têm gerado grandes superávites na balança comercial, além de facilitar o pagamento da dívida externa. Após o sétimo Plano Qüinqüenal, iniciado em 1985, a China passou a importar tecnologia, permitindo a entrada de especialistas estrangeiros. Abrindo-se para o mundo, o país já firmou mais de cem acordos internacionais de cooperação científica e técnica. Cada vez são mais íntimas as relações econômicas com o Japão, a República da Coréia, Estados Unidos da América, Cingapura e, até mesmo, com Taiwan, apesar das divergências políticas e ideológicas. Cada vez mais se difunde a idéia de que a China, um dos grandes “tigres asiáticos”, será a mais importante economia do início do terceiro milênio. Tal observação nos parece exagerada, pois o país ainda é vitimado pela ausência de uma sólida infra-estrutura econômica.
As reforma também atingiram o campo chinês, onde as comunas populares foram substituídas por fazendas coletivas mais liberais, que permitem a venda de excedentes para o mercado. Esse incentivo provocou um extraordinário aumento da produtividade agrícola: de 2% ao ano, em 1978, passou a crescer à média de 8%. A China, com apenas 7% da área cultivada do mundo, alimenta 22% da população mundial. Nas indústrias, os bens que excederem as cotas de produção fixadas pelo Estado são divididos em três partes iguais: a primeira para a elevação dos salários; a segunda para ampliar os benefícios sociais da empresa (educação e planos de saúde); finalmente, a última porção para a modernização tecnológica da própria empresa. Se levarmos em conta os padrões capitalistas, o Estado ainda é excessivamente presente na economia, mas essa intervenção vem decrescendo rapidamente. Em 1980, 80% da produção era controlada pelo Estado; hoje, menos de 50%.
Apesar dos relativos êxitos econômicos, poucas alterações ocorreram no plano político: o autoritarismo permanece. Em 1989, no famoso incidente da Praça da “Paz Celestial”, forças militares esmagaram um movimento oposicionista encabeçado por estudantes, deixando claro que o governo chinês não aceitava atrelar a liberalização econômica à democratização política. Desencantada com ações políticas e resignada à permanência do dirigismo autoritário, a juventude chinesa vem optando pelo individualismo e pelo enriquecimento pessoal. Fazer dinheiro e consumo de produtos de luxo parecem ser as únicas preocupações do chinês atualmente.

Industrialização

Em geral, os geógrafos associam os países a 3 processos distintos de industrialização:
Industrialização Clássica
É aquela que se vincula à Revolução Industrial (ou 1.a Revolução Industrial, pelo critério tecnológico), cujo país pioneiro foi a Inglaterra, no período 1750 . 1850, estendendo-se posteriormente aos demais países da Europa Ocidental (França, Bélgica, Alemanha, etc), aos EUA e ao Japão.
Nesse processo de industrialização, a máquina a vapor teve um papel essencial; o carvão mineral constituiu-se na principal fonte de energia e as zonas industriais já nasciam junto às reservas minerais, particularmente nas proximidades das bacias carboníferas. Dessa forma, até os dias de hoje, extensas concentrações industriais localizam-se próximo de matérias primas, ou fortemente dependentes de sistemas de transportes que permitem acessá-las. Vamos enumerar algumas delas:
· Vale dos rios Reno e Ruhr, na Alemanha, em cidades como Colônia, Düsseldorf, etc;
· A Bacia do Tâmisa, as Midlands, o Eixo Manchester . Liverpool, na Inglaterra;
· A região de Calais, a Bacia de Paris e região da Alsácia e Lorena na França;
· O Nordeste dos EUA .
No caso do Japão, o padrão de localização industrial obedeceu a diferentes imperativos: a carência de recursos naturais favoreceu a implantação de gigantescos pólos industriais nas zonas portuárias, articulados com esquemas de importação maciça de ferro, carvão mineral, petróleo e toda sorte de recursos minerais.
Da segunda metade do século XIX ao início do século XX, uma 2.a Revolução Industrial dominou o processo produtivo. O desenvolvimento da eletricidade e dos motores a combustão interna foram suas marcas principais; paralelamente, teve curso um extraordinário aperfeiçoamento da metalurgia e da siderurgia, o desenvolvimento do setor petroquímico e a afirmação do automóvel como o carro-chefe do setor de bens de consumo.
Esta segunda etapa intensificou ainda mais a concentração espacial das indústrias.
Industrialização Planificada
Nos países que implantaram economias socialistas, durante parte do século XX, o processo industrial estruturou-se de modo diferente. A dependência dos recursos naturais evidentemente não era superada e a planificação econômica criou sistemas combinados de extrativismo de recursos naturais e produção industrial. O Estado, porém, optava muitas vezes por uma maior dispersão espacial das indústrias.
No caso da ex-URSS, por exemplo, muitas zonas industriais foram implantadas em áreas distantes de Moscou, objetivando uma melhor ocupação dos vastos vazios demográficos, dentro das preocupações de defesa do território, na ótica geopolítica da Guerra Fria.
Eis algumas concentrações industriais do antigo bloco soviético:
· Moscou, São Petersburgo, Donbass e região dos Urais, na URSS;
· Região da Silésia, na Polônia;
· Região da Boêmia, na atual República Tcheca

Industrialização Tardia
Os países subdesenvolvidos, outrora agrupados dentro do .Terceiro Mundo., tiveram uma industrialização bem posterior ao nascimento das grandes potências industriais. Esse processo consolidou-se fundamentalmente logo após a 2.a Guerra Mundial e apoiou-se nos seguintes fatores:
· atuação do Estado na infra-estrutura e na indústria de base;
· estratégia de .substituição de importações., através de políticas protecionistas (restringindo as importações de bens industriais) e fomento à nascente indústria nacional;
· estímulo à implantação de filiais das empresas transnacionais ou multinacionais, principalmente no setor de bens de consumo duráveis (automobilísticas e eletro-eletrônicas, por exemplo);
· produção voltada essencialmente para o mercado interno.
A industrialização dos países subdesenvolvidos também gerou significativas concentrações industriais, algumas das quais estão relacionadas a seguir:
· Sudeste do Brasil;
· Grande Buenos Aires, na Argentina;
· Eixo cidade de México . Guadalajara . Monterrey;
· Cidade do Cabo e Johanesburgo, na África do Sul

A industrialização dos .Tigres Asiáticos.
Os países do Extremo Oriente e Sudeste Asiático passaram por um processo de
industrialização com características diferentes dos países latino-americanos. Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura e Hong Kong (hoje incorporado à China) industrializaram-se sob as seguintes condições:
· direcionamento da economia para o mercado externo, constituindo verdadeiras .plataformas de exportação.;
· parceria entre o Estado e os conglomerados empresariais capazes de ocupar posições vantajosas no mercado internacional;
· emprego de mão-de-obra barata, embora beneficiada por grande investimento em educação;
· ética voltada para a disciplina, o trabalho e sentimento de coesão nacional.

O fenômeno da desconcentração geográfica da indústria
A 1.a Revolução Industrial, situada historicamente entre 1750 e 1850, foi baseada na máquina a vapor e no carvão mineral. A 2.a Revolução Industrial fundamentou-se na eletricidade, na siderurgia,no motor a combustão interna e, portanto, na dependência do petróleo.
Atualmente, vivemos uma 3ª etapa tecnológica: a era da microeletrônica, das tecnologias de informação, da robótica e da biotecnologia. As novas conformações do trabalho e da produção capitalistas, aliadas a esses novos padrões técnicos e científicos, impuseram intensas transformações às indústrias. São várias as estratégias indispensáveis à atual economia, altamente competitiva, integrada e globalizada. Entre elas, podemos citar:
· a automação do processo produtivo, com a substituição da mão-de-obra por equipamentos automatizados;
· exigência de trabalho cada vez mais qualificado;
· reestruturação da linha de montagem, com maior integração entre as tarefas ou etapas do processo produtivo (superando o antigo e rígido sistema taylorista);
· flexibilização das normas do trabalho, que possam restringir a atividade das empresas;
· o sistema .just-in-time., que consiste na redução ao mínimo dos estoques das empresas (a expansão dos transportes e das comunicações permite atualmente que se atenda aos clientes com maior rapidez, evitando-se os gastos com manutenção desses estoques).
Já não estamos no tempo em que as indústrias procuravam a proximidade das antigas concentrações, na antiga ótica de localização espacial, cujo lema era .indústria atrai indústria. A modernização dos transportes, o uso de novos materiais, a dependência da pesquisa científica e a velocidade das inovações tecnológicas libertaram as indústrias das áreas tradicionais.
No passado, a tendência era a de concentração espacial das indústrias, uma vez que era muito vantajoso, de fato, aproveitar-se a infra-estrutura já instalada nessas regiões. Obedecia-se também à lógica de complementaridade produtiva entre as indústrias.
Entretanto, as grandes concentrações industriais tornaram-se muito onerosas para as empresas, devido ao alto preço dos terrenos, aos problemas ambientais, aos custos elevados que o trânsito intenso e caótico representa e, até mesmo, ao fortalecimento dos movimentos sindicais que tendem a elevar os padrões salariais. Esse fenômeno ocorre tanto nos países centrais da economia capitalista, como naqueles considerados .emergentes.
Os Estados Unidos, por exemplo, passam atualmente por um processo de descentralização industrial; o enorme cinturão industrial localizado no nordeste do país - denominado manufacturing belt - parece ter atingido um ponto de esgotamento.Dentro do novo padrão espacial as indústrias estão se deslocando para o sul e para o leste, buscando áreas onde os custos de produção são menores ou a proximidade de universidades e centros de pesquisa, geradores de novas tecnologias. Entre as cidades que mais crescem pode-se citar Dallas, Houston, Phoenix, Atlanta, São Francisco, Los Angeles, Seattle, entre outras.
Forma-se, assim, um novo cinturão industrial - denominado Sun Belt . que se estende entre o sul e a costa oeste do país, incluindo áreas de acelerado desenvolvimento, nos setores de ponta. A Califórnia, por exemplo, tem se destacado nas áreas de informática e microeletrônica; na cidade de Houston, no Texas, os setores mais desenvolvidas são o petroquímico e o aeroespacial; Seattle é sede da mais importante indústria aeronáutica, a Boeing.

A nova divisão do trabalho e da produção no mundo
Desde a década de 1970, a concentração de capitais, o domínio das tecnologias de ponta e a grande desigualdade de desenvolvimento entre os países convergiam para a formação de novos padrões espaciais da produção industrial. Na década seguinte, o aperfeiçoamento dos transportes e das tecnologias de informação permitiram grande dispersão da produção de peças e componentes industriais. Atualmente, os três principais pólos industriais . EUA, União Européia e Japão concentram-se em determinadas funções da atividade econômica e dispersam suas empresas pelo mundo, aproveitando incentivos, facilidades e custos vantajosos de países menos desenvolvidos:
- As empresas transnacionais preferem concentrar em suas sedes, nos países desenvolvidos, atividades como pesquisa, desenvolvimento tecnológico, gerência e marketing.
- A montagem dos produtos cada vez mais é transferida para os países  emergentes, onde os custos de produção são mais baixos (terrenos mais baratos, salários menores, leis ambientais menos severas, etc).
O caso brasileiro
O que ocorre atualmente com a concentração industrial da Grande São Paulo,
particularmente o ABCD, é um exemplo muito ilustrativo. Essa área encontra-se praticamente saturada e acarreta custos muito elevados para as empresas. Atualmente, muitas indústrias estão preferindo localizações alternativas como o interior de São Paulo, o Vale do Paraíba fluminense e o sul de Minas.
Observa-se também que muitas indústrias têxteis estão se transferindo para o Nordeste, onde o custo da mão-de-obra é menor; por outro lado, empresas que lidam com tecnologias mais avançadas preferem a proximidade de universidades e centros de pesquisa, como é o caso das cidades de Campinas, São Carlos e São José dos Campos, caracterizadas como tecnopólos do estado de São Paulo.
A montadora Mercedes Benz, por exemplo, optou por uma localização alternativa às grandes concentrações industriais como o ABCD, em São Paulo, a área metropolitana do Rio de Janeiro ou a Grande Belo Horizonte. A escolha recaiu sobre a cidade de Juiz de Fora, no sul de Minas Gerais, que apresenta vantagens e baixos custos de produção, proximidade com o Quadrilátero Ferrífero, no centro do estado, além do fato de ser bem servida por rede de transportes e não estar situada muito longe dos principais centros urbanos.

É pra rir ou pra chorar?

O Brasil proclamou sua independência, mas o filho do rei é que assumiu a gerência.
O povo sem estudo não dá muito palpite, e a nossa república é só pra elite.(E quem faz greve o patrão ainda demite).
É pra rir ou pra chorar?
O Brasil aboliu a escravidão, mas o negro da senzala foi direto pra favela.Virou um homem livre e foi pra prisão.Só que a tal da liberdade não entrou lá na cela.(E a discriminação ainda é verde e amarela).
É pra rir ou pra chorar?
O Brasil foi parar na mão dos militares, que calaram o povo no tempo da ditadura.Torturaram, prenderam e mataram milhares, mas ninguém foi condenado pelos crimes de tortura.(E tem até torturador lançando candidatura).
É pra ri ou pra chorar?
O Brasil conseguiu as eleições diretas, mas a gente que vota ainda é semi-analfabeta.O Collor foi eleito e roubou até cansar.O povo deu um jeito de cassar o marajá.Mas ele não foi preso e falou que vai voltar!
É pra rir ou pra chorar?
O Brasil tem mais terra do que a China tem chinês, mas a terra tá na mão dos grandes latifundiários.A Reforma Agrária, ninguém ainda fez.Ainda bem que os sem-terra não são otários.(E tudo que eles querem é direito a ter trabalho).É pra rir ou pra chorar?O Brasil tem miséria mas tem muito dinheiro, na mão de meia dúzia, no banco suíço.O rico sobe na vida feito estrangeiro, e o pobre só sobe no elevador de serviço.(E você aí fingindo que não tem nada com isso?)
O Brasil tem um povo gigante por natureza que ainda não percebe o tamanho dessa grandeza.Sempre solidário no azar ou na sorte, um povo generoso, criativo e risonho.Poderoso, e tem um coração batendo forte que põe fé no futuro do mesmo jeito que eu ponho.E vai ter que ser independência ou morte. Um por todos, e todos por um sonho.É pra rir ou pra chorar?
É pra ir ou pra voltar?Pra seguir ou pra parar?Pra cair ou levantar?É pra rir ou pra chorar?Pra sair ou pra ficar?Pra ouvi ou pra falar?Pra dormir ou pra sonhar?É pra ver ou pra mostrar?Aplaudir ou protestar?Construir ou derrubar?Repetir ou transformar?É pra rir ou pra chorar?Pra se unir ou separar?Agredir ou agradar?Pra torcer ou pra jogar?Pra fazer ou pra comprar?Pra vender ou pra alugar?Pra jogar pra perder ou pra ganhar?Dividir ou endividar?Dividir ou individualizar?É pra rir ou pra chorar?!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

AULA DE FILOSOFIA PURA

-Um professor de filosofia, parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e o encheu com bolas de gude. Olhou para os alunos, e perguntou se o vidro estava cheio.
-Todos disseram que sim.
-Ele então, pegou uma caixa com pedrinhas bem pequenas, jogou-as dentro do vidro agitando levemente. As pedrinhas rolaram para os espaços entre as bolas de gude.
 

-Tornou a perguntar se o vidro estava cheio.
-Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!
-Dessa vez, pegou uma caixa com areia e despejou dentro do vidro preenchendo o restante.
-Olhando calmamente para a classe o professor disse: Quero que entendam, que isto, simboliza a vida de cada um de vocês.
1º. As bolas de gude.
São as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a vida.

2º As pedrinhas.
São as outras coisas que importam: como o emprego, a casa, o carro...

3º A areia.
Representa o resto: as coisas pequenas....

* Experimentem colocar, a areia primeiro no vidro, e verão que não caberá as bolas de gude e as pedrinhas... 
- O mesmo vale para suas vidas.
Priorizem, cuidar das "bolas de gude", do que é realmente importante, depois, estabeleçam a ordem dos demais objetivos, pois o  resto é só areia!

Após ouvirem mensagem tão profunda, um aluno passou alguns segundos em profunda reflexão, e, perguntou ao professor se poderia pegar o pote de vidro, que todos acreditavam estar cheio, e fez novamente a pergunta:

- Vocês concordam que o vidro está realmente cheio?
- Todos responderam que sim, inclusive o professor.
 

Então, ele derramou uma lata de CERVEJA dentro do vidro.
A areia ficou ensopada, pois a cerveja foi preenchendo todos os espaços restantes, fazendo com que ele, desta vez ficasse realmente cheio.
Todos, alunos e professor, ficaram surpresos e pensativos com a atitude do aluno.
 

- Então, o aluno finalmente explicou:
"NÃO IMPORTA O QUANTO SUA VIDA ESTEJA CHEIA DE COISAS E PROBLEMAS, SEMPRE HAVERÁ ESPAÇO PARA UMA CERVEJINHA.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

MUDANÇAS NOS VESTIBULARES

As novas datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vão coincidir com os calendários de vestibular de pelo menos quatro instituições públicas de ensino superior: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).
A mudança fez com que algumas universidades retirassem a participação da nota do Enem em seus processos seletivos, outras optaram por alterar da data de seus vestibulares e manter a utilização do exame na composição da nota final.
A UFJF informou que o adiamento ou não da primeira fase do Vestibular caberá à decisão do Conselho de Graduação da instituição. "A reunião do Congrad será marcada com a máxima urgência em caráter extraordinário, mas ainda não possui data definida", diz o comunicado.
A UFSC realizará nova reunião na próxima terça-feira para decidir a nova data do vestibular. O reitor afirmou nesta quarta que as prováveis datas serão entre os dias 19 e 21 de dezembro.
Confira as instituições que já decidiram por mudanças:
Descartaram o uso da nota do Enem
- Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas).
- Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
- Universidade de São Paulo (USP).
- Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Mudaram as datas de provas
- Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP) - Ainda sem nova data.
- Escola de Especialistas de Aeronáutica (EAGS) - Ainda sem nova data.
- Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec-SP) - Mudou a data do vestibular para o dia 13 de dezembro, às 13h30.
- Instituto Federal Sul-Rio-Grandense - Mudou a data da prova para o dia 22 de novembro.
- Instituto Federal do Sul de Minas Gerais - Transferido para os dias 12 e 13 de dezembro.
- Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Mudou a data da prova para o dia 20 de dezembro.
- Instituto Federal de Pernambuco - Transferido para o dia 13 de dezembro.
- Instituto Federal do Sertão Pernambucano - Adiado para os dias 13 e 14 de dezembro.
- Universidade Estadual do Amapá (UEAP) - Ainda sem nova data.
- Universidade Estadual do Amazonas (UEA) - Fará o vestibular em 7 e 8 de dezembro.
- Universidade Estadual da Bahia (Uneb) - Adiou o vestibular para os dias 20 e 21 de dezembro.
- Universidade Estadual de Goiás (UEG) - Ainda sem nova data.
- Universidade Estadual do Maranhão (Uema) - Transferido para o dia 20 de dezembro.
- Universidade Estadual do Mato Grosso Sul (UEMS) - A nova data da prova do vestibular será no dia 13 de dezembro.
- Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) - Decidiu alterar a segunda etapa do vestibular do dia 6 para 11 dezembro.
- Universidade Estadual Paulista (Unesp) - Ainda sem nova data.
- Universidade Estadual do Pará (Uepa) - Ainda sem nova data.
- Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) - As provas do vestibular foram adiadas de 6 de dezembro para o dia 20 do mesmo mês.
- Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj)- Adiou para 13 de dezembro a segunda etapa do vestibular, que cairia dia 6.
- Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG)- Antecipou para o dia 28 de novembro (sábado), de 14 às 18h30..
- Universidade de Brasília (UnB) - As provas do Programa de Avaliação Seriada (PAS) foram alteradas de 5 e 6 de dezembro para 12 e 13 de dezembro.
- Universidade Federal do Ceará (UFC) - Segunda fase mudou do dia 6 e 7 de dezembro para 13 e 14 de dezembro
- Universidade Federal do Sergipe (UFS) - Analisa proposta de alteração para o período de 8 a 11/12.
- Universidade Federal de Uberlândia (UFU) - Ainda está definindo os novos dias do exame.
- Universidade de Taubaté (UNITAU)- Alterou a prova do vestibular para o dia 12 de dezembro.
- Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS)- Os exames serão aplicados nos dias 12 e 13 de dezembro e não mais nos dias 5 e 6 de dezembro como programado anteriormente.
Cancelamento Enem
O Ministério da Educação cancelou na madrugada da última quinta-feira (30) a realização do Enem, que seria aplicado no último final de semana, 3 e 4 de outubro, para mais de 4 milhões de pessoas em todo o País. O cancelamento teria ocorrido em virtude do vazamento da prova. As provas seriam aplicadas em 113.857 salas de 10.385 escolas do País.
As suspeitas de fraude ocorreram após um homem ter telefonado para o jornal O Estado de S. Paulo informando que tinha em mãos duas das provas que seriam aplicadas no sábado pelo Ministério da Educação. Nas provas do exame de ensino médio havia questões com o poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, uma tirinha da personagem argentina Mafalda e um exercício sobre índices de desmatamento na Amazônia.

Fonte: http://noticias.terra.com.br

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

ENEM - Nova data para realização.

MEC divulga nova data para a realização do ENEM, ele ocorerá dias 04 e 05 de Dezembro de 2009.

Conteúdo Geografia-História ENEM 2009

4. Ciências Humanas e suas Tecnologias

• Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade Cultura Material e imaterial; patrimônio e diversidade cultural no Brasil.
A Conquista da América. Conflitos entre europeus e indígenas na América colonial. A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.
História cultural dos povos africanos. A luta dos negros no Brasil e o negro na formação da sociedade brasileira.
História dos povos indígenas e a formação sócio-cultural brasileira.
Movimentos culturais no mundo ocidental e seus impactos na vida política e social.
• Formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e ação do Estado
Cidadania e democracia na Antiguidade; Estado e direitos do cidadão a partir da Idade Moderna; democracia direta, indireta e representativa.
Revoluções sociais e políticas na Europa Moderna.
Formação territorial brasileira; as regiões brasileiras; políticas de reordenamento territorial.
As lutas pela conquista da independência política das colônias da América.
Grupos sociais em conflito no Brasil imperial e a construção da nação.
O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista e seus críticos nos séculos XIX e XX.
Políticas de colonização, migração, imigração e emigração no Brasil nos séculos XIX e XX.
A atuação dos grupos sociais e os grandes processos revolucionários do século XX: Revolução Bolchevique, Revolução Chinesa, Revolução Cubana.
Geopolítica e conflitos entre os séculos XIX e XX: Imperialismo, a ocupação da Ásia e da África, as Guerras Mundiais e a Guerra Fria.
Os sistemas totalitários na Europa do século XX: nazi-fascista, franquismo, salazarismo e stalinismo. Ditaduras políticas na América Latina: Estado Novo no Brasil e ditaduras na América.
Conflitos político-culturais pós-Guerra Fria, reorganização política internacional e os organismos multilaterais nos séculos XX e XXI.
A luta pela conquista de direitos pelos cidadãos: direitos civis, humanos, políticos e sociais. Direitos sociais nas constituições brasileiras. Políticas afirmativas.
Vida urbana: redes e hierarquia nas cidades, pobreza e segregação espacial.
• Características e transformações das estruturas produtivas Diferentes formas de organização da produção: escravismo antigo, feudalismo, capitalismo, socialismo e suas diferentes experiências.
Economia agro-exportadora brasileira: complexo açucareiro; a mineração no período colonial; a economia cafeeira; a borracha na Amazônia.
Revolução Industrial: criação do sistema de fábrica na Europa e transformações no processo de produção. Formação do espaço urbano-industrial.
Transformações na estrutura produtiva no século XX: o fordismo, o toyotismo, as novas técnicas de produção e seus impactos.
A industrialização brasileira, a urbanização e as transformações sociais e trabalhistas.
A globalização e as novas tecnologias de telecomunicação e suas conseqüências econômicas, políticas e sociais.
Produção e transformação dos espaços agrários. Modernização da agricultura e estruturas agrárias tradicionais. O agronegócio, a agricultura familiar, os assalariados do campo e as lutas sociais no campo. A relação campo-cidade.
• Os domínios naturais e a relação do ser humano com o ambiente Relação homem-natureza, a apropriação dos recursos naturais pelas sociedades ao longo do tempo. Impacto ambiental das atividades econômicas no Brasil.
Recursos minerais e energéticos: exploração e impactos. Recursos hídricos; bacias hidrográficas e seus aproveitamentos.
As questões ambientais contemporâneas: mudança climática, ilhas de calor, efeito estufa, chuva ácida, a destruição da camada de ozônio. 
A nova ordem ambiental internacional; políticas territoriais ambientais; uso e conservação dos recursos naturais, unidades de conservação, corredores ecológicos, zoneamento ecológico e econômico.
Origem e evolução do conceito de sustentabilidade.
Estrutura interna da terra. Estruturas do solo e do relevo; agentes internos e externos modeladores do relevo.
Situação geral da atmosfera e classificação climática. As características climáticas do território brasileiro.
Os grandes domínios da vegetação no Brasil e no mundo.
• Representação espacial - Projeções cartográficas; leitura de mapas temáticos, físicos e políticos; tecnologias modernas aplicadas à cartografia.

Zelaya em Honduras.


O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya (foto), conseguiu voltar a seu país e está abrigado na embaixada brasileira em Tegucigalpa. Zelaya entrou cladestinamente no país na segunda e não deu detalhes de como conseguiu cruzar a fronteira. Ele já havia tentado retornar duas vezes e foi impedido pelo governo golpista. “Estou aqui para buscar o diálogo”, disse ele para jornalistas, de acordo com o Estadão. O Brasil, que junto com os Estados Unidos não reconhece o governo golpista, disse que não sabia sobre a volta de Zelaya. Planalto e Itamaraty, segundo a Folha consideraram uma demonstração de liderança e do poder moderador que o país vem assumindo na região. O governo instituido, liderado por Roberto Micheletti, protestou contra o Brasil e o responsabilizou por qualquer ato de violência que possa ocorrer. Micheletti fechou todos os aeroportos do país, decretou toque de recolher e pediu que o Brasil entregue Zelaya à Justiça hondurenha. No entanto, da embaixada brasileira, Zelaya convocou, na noite de segunda, a população de Honduras a desrespeitar o toque de recolher e marchar para a capital.

O Brasil dos latifúndios.


A concentração de terras aumentou no Brasil nos últimos dez anos, segundo dados de 2006 divulgados pelo IBGE. O índice que relaciona a área total destinada à agropecuária com o número de proprietários subiu 1,9% na média nacional em relação ao resultado do mesmo censo feito em 1996. A manchete da Folha (para assinantes) conta que nesses dez anos, o agronegócio brasileiro cresceu e se modernizou, mas a realidade de grandes propriedades de terras nas mãos de poucos ainda está presente. O movimento de concentração, diz o IBGE, foi puxado pelas grandes culturas de exportação (soja e milho, especialmente), pela profissionalização do agronegócio e pelo avanço da fronteira agropecuária em direção à Amazônia e ao Pantanal. Os maiores aumentos do índice ocorreram em Mato Grosso do Sul (4,1%) e no Tocantins (9,1%), além de São Paulo (6,1%). Nos dois primeiros casos, a pecuária cresceu com força desde meados da década de 90. Já as estruturas agrárias mais concentradas permaneceram no Mato Grosso (soja e gado) e em Alagoas (por conta da cana-de-açúcar, cultura que também foi responsável pelo aumento da concentração em São Paulo).

Abalo asiático.


O terremoto que atingiu a Indonésia deixou cerca de 500 mortos na ilha de Sumatra. Mais de 450 ficaram feridos com gravidade. O tremor, que alcançou 7,6 graus na escala Richter, pode ainda ter feito mais vítimas, de acordo com o governo. Milhares ainda estão soterrados nos escombros. Porém ocorreu novo terremoto, de 6,8 graus de intensidade, voltou a sacudir Sumatra. As primeiras equipes de resgate já trabalham na área para socorrer vítimas e entregar cerca de 20 mil kits de emergência, com barracas, roupas e alimentos. Muita gente passou a noite em campos abertos por medo de novos tremores. No sudeste asiático, o tufão Ketsana causou outras centenas de mortes no Camboja, Vietnã e nas Filipinas, conta a Folha.

Melhora o IDH do Brasil.




O Brasil ganhou alguns pontos no ranking de desenvolvimento humano da Organização das Nações Unidas (ONU), mas, entre os latino-americanos, continua atrás de Chile, Argentina, Uruguai, Cuba, México, Venezuela e Panamá. O avanço brasileiro foi de 0,02%. O relatório da ONU, divulgado hoje, traz o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos países, que mede o bem-estar dos cidadãos, usando critérios como educação, saúde e renda per capta. O Brasil ganhou alguns pontos em relação ao ano passado, mas se manteve na 75ª posição, dentro da categoria “desenvolvimento humano elevado”. A boa notícia é que deixou de ser o lanterna desse grupo, diz o Estadão. No topo do ranking de 182 países estão Noruega, Austrália e Islândia. No final da lista, Níger, Afeganistão e Serra Leoa. No mesmo relatório, a ONU aponta que metade das pessoas que emigram no mundo se movimenta entre países em desenvolvimento – mais do que os 37% que vão dos países mais pobres para os mais ricos. O relatório, segundo a Folha, faz uma veemente defesa da liberdade de ir e vir e do movimento humano como exercício dessa liberdade. Mas reconhece que quase metade dos estimados 214 milhões de imigrantes (50 milhões em situação irregular) vivem em países desenvolvidos – aqueles com IDH muito alto.

domingo, 4 de outubro de 2009

ESCOLA MODELO DE IGUATU

AULA DE CAMPO: CONHECENDO O VALE DO CARIRI - 03/10/2009
A preocupação acerca da responsabilidade e soluções para as agressões ao meio ambiente foram contextualizados pelos alunos do 9º (Ens. Fundamental), 1º e 2º ano (Ens. Médio) da Escola Modelo de Iguatu. Dia 03 de Outubro de 2009 os alunos participaram de uma Aula de Campo com o objeto de Conhecer o Vale do Cariri, fizemos 1ª Parada: Na Praça da Sé do Crato 22ª Parada: Fomos à Nascente das Guaribas, 3ª Parada: Exploração de Gipsitas, 4ª Parada: Nova Olinda – No Museu do Homem Kariri – Casa Grande, 5ª Parada: Doação de Alimentos a família na Beira da estrada, 6ª Parada: Caminhada Ecológica na Trilha da Coruja, 7ª Parada: Serrano Atlético Clube e 8ª Parada: Shopping Cariri – em Juazeiro do Norte.

A Aula foi ministrada pelo Professor João Ludgero, acompanhada pelos coordenadores: Lília Pontes, Terezinha Alencar, Josiane Cavalcante e dos professores: Elder Costa (Química), Vânia Schaffer (Geografia), Emanuel Cardozo (Geografia), Célio Vicente ( Física), Rokcc (Matemática), Adriana Oliveira ( Biologia), Sula ( Biologia), Marco Aurélio ( Química) e Elisangela (História).
Essa aula de campo faz parte do aprendizado nas disciplinas de Geografia, Biologia, Química, Física e História, os alunos experimentaram a estonteante mistura dos conteúdos expostos e da vivência , pois ser cidadão é também fazer parte da imprescindível campanha por um futuro de qualidade!

Saída da Escola Modelo










1ª Parada: Praça da Sé – Crato-Ce


Ponto inicial de desenvolvimento do Crato.

Nos tempos remotos no lugar da praça da sé existia a tribo de índios Kariris.

Nucleou o desenvolvimento do Crato

A praça da sé serviu de palco para lutas e realizações da historia cratense. Lá o filho de Bárbara de Alencar deu o primeiro grito de independecia.



2ª parada Nascente das Guaribas




Célio o "Pensador"
3ª Parada: Extração de Gipsitas

Os alunos presenciaram a exploração da Gipsita e viram que mesmo sendo legal, prejudica e muito o meio ambiente.


4ª parada:Nova Olinda

É uma cidade e um município do estado do Ceará, Brasil. Localiza-se na microrregião do Cariri, mesorregião do Sul Cearense, Região Metropolitana do Cariri. O município tem cerca de 13 mil habitantes e 291 km². Foi criado em 1957.

Nova Olinda é uma divisória para as partes muito pobres e realmente secas do cariri.
Fundação Casa Grande-Memorial do Homem Kariri.

o começo do trabalho de Alemberg (Francisco Alemberg de Souza Lima) e Rosiane (Rosiane Limaverde Vilar Mendonça). A avó de Alemberg era educadora no início do século XX e o avô construiu uma escola para ela dar aulas, que ele readquiriu para esse projeto. Atualmente é a casa principal, onde tem ambientes de memória (fotos antigas, oratórios etc), formando um museu que inclui entre outras, peças de arqueologia, encontradas na região. Além da casa principal, tem um teatro, um parque com muitas árvores, brinquedos de madeira e um pequeno campo de futebol. Ambiente lúdico, alegre e ensolarado. As crianças da pequena cidade de 12 mil habitantes adoram freqüentar a Fundação, pois têm acesso aos filmes, teatro, parque e à convivência em ambiente cultural. Realmente surpreendente tanta cultura bem cuidada e valorizada, formando uma comunidade de crianças interessadas e com muita identidade.

                                                Museu do Homem Kariri-Casa Grande.

Fundação Casa Grande - Memorial do Homem Kariri

Um misto de museu e centro cultural freqüentado por crianças e jovens da cidade de Nova Olinda, a Fundação Casa Grande é uma Organização Não-Governamental (ONG) que tem como missão educar crianças e jovens sertanejos em gestão cultural através de seus programas de memória, comunicação, artes e turismo. O trabalho envolve todos os familiares, que participam da Cooperativa dos Pais e Amigos da Casa Grande – COOPAGRAN. Na Casa Grande, o visitante conhece: o Memorial do Homem Kariri, que guarda em acervo peças arqueológicas e lendas da pré-história do homem Kariri; a Escola de Comunicação da Meninada do Sertão, com rádio, TV e editora; e o Teatro Violeta Arraes - Engenho de Artes Cênicas.

                                                                Adriana e Lília com crianças

5ª Parada: Momento de Solidariedade – Doação dos alunos

                                       Zezim fazendo entrega de mantimentos.



6ª parada:Trilha da Coruja

Trilha ecológica localizada no paredão da Chapada do Araripe. Na Pedra da Coruja, localizada no caminho para a cidade do Crato, há um mirante natural de onde é possível avistar o Vale do Rio Cariús. Com fauna rica em animais silvestres, e mais de 60 espécies vegetais, são três os caminhos que o visitante pode escolher: a Trilha das Corujas, que leva ao mirante da Pedra das Corujas, a Trilha do Belmonte, com acesso a uma cachoeira onde funcionou uma hidrelétrica e a Trilha do Picoto.

A Floresta Nacional (Flona) do Araripe fica no topo da Chapada do Araripe e foi a primeira a ser criada no Brasil. Desde 1946 a floresta é considerada área de domínio público e abrange os municípios de Santana do Cariri, Crato, Barbalha e Jardim, no extremo sul do Ceará, junto à divisa do Pernambuco.

A Chapada do Araripe é bem maior que a floresta. São 44km de largura por 180km de comprimento. Seus domínios começam em Simão (PI) e se estende até a cidade cearense de Porteiras (CE), perto da divisa da Paraíba.

Com uma altitude na faixa dos 920 metros sobre o nível do mar (passa dos mil metros em alguns pontos), a temperatura lá no alto é amena e à noite chega baixar os 20ºC, bem diferente da imagem que temos do castigado sertão cearense. Como nas outras chapadas Brasil afora, a do Araripe é rica em água em suas escarpas, com mais de 300 fontes e algumas cachoeiras que valem a pena uma visita, como a Cachoeira Areia Branca e a Cascata das Flores. As nascentes formam o Rio Granjeiro e o Rio das Pedras, que correm em direção do Rio Jaguaribe, atravessam a aridez do sertão e deságuam no oceano, a 633km dali.


Trilhas e mirantes

As trilhas — são quatro sinalizadas — começam no Ibama e vão se interligando uma nas outras. Diz a lenda que foram abertas por caçadores do passado e foram mapeadas e sinalizadas há quatro anos por iniciativa da ONG Ecobiker's. São trilhas totalmente planas, com sombras, limpas e que não apresentam nenhuma dificuldade. Podem ser percorridas tranqüilamente até por caminhantes da melhor idade.( que nos digam Elder e demais participantes)

A primeira trilha é a Trilha do Belmonte, com 7,8km. A Trilha do Picoto é a próxima, com 12 km, e que tem como atrativo o Mirante do Picoto, uma das melhores vistas da Chapada. A Trilha do Caldas tem 15km e a última, a Trilha das Flores, que desce em direção à Cachoeira das Flores, se estende por mais de 10km.

  Pedra da Coruja – formação geológica situada á beira da escarpa da Chapada do Araripe. A partir desse local se tem uma vista panorâmica do Vale do Cariri.

Nosso trajeto foi a 1ª trilha , a do Belmonte. É inacreditável o quanto que se percorre em trilhas, algo inacreditável. De quando em quando, há uma pequena "praça", com bancos e tudo, no meio de uma clareira. Num determinado trecho, a trilha faz tantos ziguezagues que chega a dar vertigem. Algumas árvores são identificadas com o nome numa plaqueta de madeira.

                                           Linques


Adriana na Trilha
 
                                                        Adriana, John e Vânia

Terezinha, Iane, Vânia, Adriana e Emanuel
 
                                            Escarpa Norte da Chapada do Araripe
 
                                            Vânia e Adriana na Trilha do Belmonte

                                           Elder, Adriana, Emanuel, Vânia e Célio.

                                            Alunos nota 1.000...............
 FOTOS PARA HOLANDA
 
 


7ª Parada: Serrano

Situado próximo às fortes encostas da Chapada do Araripe, com temperatura entre os 25 e 26 ºC, distante do centro 6,5 km em estrada asfaltada. O visitantes possuem a oportunidade de desfrutar do ar gostoso e puro da serra e se deliciar com banhos sadio em águas perenes, puras e cristalinas que jorram das fontes pertencentes ao clube, que o conta com um moderno acquaparque, com toboágua, piscinas, restaurante self service, restaurante com comidas tradicionais, salões de festas e jogos, unidades de esporte com futebol, vôlei de areia. O Serrano Atlético é considerado o clube verde do Cariri por manter o equilíbrio entre suas edificações e o meio ambiente sintonia perfeita entre a beleza natural e o conforto oferecido a quem o visita.

Jonathans, Vânia, Emanuel e Giancarlo- Família Reunida.
 

8ª Parada: Shopping Cariri

1ª Vez de Zezim no Shopping

quarta-feira, 30 de setembro de 2009